Clínica para tratamento da dependência em crack em clinicas de recuperação

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Clínica para tratamento da dependência em crack

Como se chega até o crack?

Vários fatores psicológicos e sociais podem levar a pessoa a experimentar drogas pela primeira vez. Dentre eles, podemos citar a depressão, ansiedade,fenômeno social das gangues,desagregação familiar,forte atuação

de traficantes, grupos de amigos , etc. E tudo isso, sem distinção de classe social. O flagelo ataca de A à Z.

Como surgiu e o que é o crack

Na década de 80 o contexto do usuário de drogas estava ligado em grande parte ao uso da cocaína, sendo consumida nas formas aspirada e injetável, esta última chamada de “baque” ,pelos usuários, administra a droga

diretamente na corrente sanguínea. Assim, além do uso da cocaína ter tomado proporções alarmantes, enfrentávamos, também, outra epidemia: a AIDS, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

Muitos usuários de drogas injetáveis morriam diretamente por overdose ou morriam devido a contaminação pelo vírus. Assim, com a chegada do crack os usuários de cocaína injetável vão desaparecendo ou migrando para o uso da

pedra.
O crack é uma mistura da pasta base de cocaína refinada com bicarbonato de sódio e água. Muitas vezes a mistura é falsificada com o acréscimo de cimento,

cal,querosene e acetona,para aumentar seu volume. Quando aquecida , a
mistura separa as substâncias líquidas das sólidas.As substâncias líquidas são,então,descartadas e as sólidas convertidas na “pedra de crack” que, com
utilização do cachimbo, é fumada e absorvida pelo corpo em quase 100% do total ingerido. Quando inalada, a droga assume papel viciante extremamente rápido, o que tem tornado o crack um verdadeiro flagelo.

Sinais e sintomas da dependência ao crack

A dependência ao crack é a compulsão invencível de fumar a droga, que se estabelece desde a primeira experiência com a mesma.
A duração da intoxicação, que tem média de10 minutos, leva o individuo a

busca imediata por mais crack. Há que se considerar, também, que pode haver uma sensibilização quando o individuo,mesmo com doses baixas, ficar vulnerável aos efeitos anestésicos e convulsivos da droga sem aumentar a

dose usual.
O crack atinge e repercute em quase todo o organismo: sistema nervoso, pulmões, rins, fígado,tubo digestivo, coração ,doenças de pele etc ,

ocasionando aumento da respiração e dos batimentos cardíacos,alterações na pressão sanguínea, suor excessivo, irritabilidade, paranóias auditiva e visual, delírios , euforia, agitação e depressão.

,O usuário de crack quase não dorme,nem come, fatores que geram um rápido processo de desnutrição e emagrecimento ,muito mais intenso que o produzido pela cocaína.

Um adulto dependente de crack pode perder até 10 kg em apenas um mês. Os dependentes de crack também passam a não ligar mais para hábitos de higiene e cuidados com a aparência.

Neurologicamente, o uso do crack pode causar dores de cabeça, vertigens , inflamação dos vasos sanguíneos cerebrais, AVC , e outros.
A árvore respiratória é,com certeza,a mais comprometida como uso do crack.

O sistema respiratório é afetado com a alta temperatura da fumaça do crack,causando lesões na laringe, traquéia e brônquios, favorecendo o aparecimento de pneumonia, tuberculose e câncer. Tosse,dores no peito, falta

de ar,escarro sanguinolento são comuns.
Chegando ao aparelho digestivo, podemos observar sintomas como falta de apetite, náuseas, flatulência, dor abdominal e diarréia.

Diagnosticando a dependência ao crack

Não existe nenhum exame específico para o diagnóstico da dependência em crack; ele é feito pela história clínica do paciente, que inclua o relato de uso do crack e pela detecção de alguns sintomas.

Tratando a dependência ao crack

O tratamento da dependência ao crack é um complicado problema de saúde e segurança públicas. Sem contarmos os danos familiar e social. O usuário dificilmente aceita , voluntariamente, ser tratado.Devido ao baixo índice de

motivação e adesão ao tratamento, o usuário de crack acaba recaindo e voltando ao uso.
Por ser uma doença que afeta toda a estrutura do dependente, o tratamento

deve ser estendido em todas as áreas de sua vida. Feito o diagnóstico, deve-se traçar um bom plano de prevenção à reincidência. Como , ainda, não dispomos de medicamentos específicos que inibam o desejo de usar a substância, o

usuário em tratamento precisa passar por todas as fases do plano , sendo: período de desintoxicação, conscientização de sua vulnerabilidade perante a droga, aceitação e desejo de não mais fazer uso e,por fim a ressocialização.

A rede de amparo ao dependente de crack deve ter estabilidade e contar com estrutura médica – clínico psiquiátrica ,o comprometimento do paciente e , imprescindível, o envolvimento da família em todo o processo.

Uma equipe multidisciplinar composta por psiquiatra, psicólogo, nutricionista , terapeuta ocupacional e motivacional,ajudará o paciente a enfrentar as crises de abstinência, criando estratégias de enfrentamento para superar todas as

etapas do tratamento.

Internação do usuário de crack

A internação pode ocorrer de forma voluntária, quando o dependente toma consciência de sua doença e aceita que precisa de ajuda para vencer o vício, e involuntária quando não aceita interromper o uso do tóxico, tampouco a

necessidade de tratamento.
Para que se aplique a internação involuntária, partimos de uma avaliação médica criteriosa, preferencialmente feita por um psiquiatra, que entenda a

necessidade de internar o paciente independente de sua vontade ou consciência da necessidade de um tratamento naquele momento.
Psiquiatras forenses e psicólogos jurídicos são de fundamental importância em

casos assim, pois poderão avaliar a capacidade mental do individuo e o grau de comprometimento com a droga, observando suas limitações e riscos para, então, auxiliar no processo que será determinado por um juiz previamente

comunicado pela instituição de saúde onde está tramitando a internação.
Para realizá-la ,o pedido deve ser feito por escrito formalmente por terceiros – que são os familiares ou responsável legal pelo dependente. Feito isso,o

pedido deve ser entregue à clínica onde será analisado pelo psiquiatra, conforme já falamos acima. Caso ele apóie a necessidade de internação involuntária, a clínica deverá comunicar o Ministério Público em até 72 horas*.

(* Isso ocorre porque ,caso o dependente faça alegações,a clínica poderá sofrer processo por cárcere privado).
Realizados os trâmites, a pessoa será internada ainda que não queira.

Clínica de Tratamento da dependência ao crack

Tratamentos

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  • Internação involuntária, como proceder
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