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A unidade de recuperação feminina em Baddy Bassitt conta com o que há de mais moderno em tratamentos para dependentes químicas e alcoólatras.
O programa pode acolher a pacientes femininas maiores de 18 anos, de forma voluntária e involuntária.
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As diferenças entre a internação voluntária, compulsória e a involuntária:
Olá, nós somos a CLINICA APSUA, responsáveis pelo encaminhamento de dependentes químicos e alcoólatras a mais de 400 clínicas em todo o Brasil.
Nossa plataforma conta com opções de clinicas masculinas, femininas e mistas.
Tratamento de dependência química, alcoólica, farmaco dependência e saúde mental em geral.
Podemos acolher em unidades específicas pacientes adultos, idosos e adolescentes.
Trabalhamos com internação voluntária, internação involuntária e compulsória.
Hoje em dia, é comum que vejamos em muitas partes da sociedade, independente de classe social, o fácil acesso às drogas.
E com o grande aumento do número de usuários, cresce ainda os problemas sociais ligados ao tema.
É a partir desse ponto que a internação aparece como uma solução bem eficaz.
Quando existe o reconhecimento por parte dos adictos, eles próprios buscam ajuda e acabam autorizando a internação.
Porém, o grande problema atualmente visto pelas famílias, é saber lidar com os usuários que não querem ou aceitam ajuda e que seu nível de consumo passa a causar um enorme risco ao usuário e aos
indivíduos que estão ao seu redor, deixando todos sem reação e preparo para lidar com a situação.
Assim, dependendo do nível de aceitação do adicto, estaremos de frente para três situações distintas, que são: internação voluntária, compulsória e a involuntária. Mas você sabe o que elas significam
diretamente?
Pode existir diferença entre ambas?
Nesse post você terá a resposta para essas e outras perguntas.
DIFERENÇAS ENTRE TODAS AS CATEGORIAS DE INTERNAÇÃO – Saiba a diferença entre internação compulsória e involuntária
Saiba a diferença entre internação compulsória e involuntária
E portanto, qual a diferença dessas formas de internação? A verdade é que todas elas podem ter o tratamento igual
e, em geral, as boas clínicas de recuperação estão preparadas para aceitar tanto pacientes da internação
voluntária, como de hospitalização compulsória ou involuntária. Porém, avisamos que pode existir uma
questão em comum, sendo ela a autorização por escrito.
Quando a Internação é Voluntária:
A internação voluntária, como o próprio título diz, é aquela feita com o consentimento do adicto, que
deve assinar uma declaração dizendo que é de sua própria vontade ser internado em uma clínica de tratamento de dependência química.
Assim, essa categoria de internação ocorre quando há uma solicitação formal do dependente ou do médico que acompanha a situação do adicto.
Quando a Internação é Involuntária:
Trata-se de uma categoria aplicada quando o adicto perdeu por inteiro a escolha sobre o perigo a que está exposto e o risco que representa para os parentes e para pessoas com quem possui contato.
O excesso de uso das substâncias agora atingiu um nível em que a pessoa tem sua inteligência psíquica
inteiramente comprometida e não consegue, por si só, ir atrás de ajuda e tratamento.
Neste caso, a hospitalização é acionada por familiares com vínculo de parentesco de primeiro grau, quer
dizer, os pais, filhos e avós.
ATENÇÃO: Os cônjuges não possuem este tipo de permissão.
Feito a solicitação, é extremamente importante, que o dependente químico seja examinado pelo médico,
acompanhado da equipe multidisciplinar, onde deverão declarar um laudo contendo a necessidade ou não da hospitalização.
Quando a Internação é Compulsória:
Para que a categoria de internação compulsória aconteça, é essencial que seja feita uma ordem judicial de internação, mesmo que contra a vontade do adicto.
Portanto, essa ordem judicial mostra a resposta do juiz a uma solicitação feita por um médico, que pode ou não ser aceita pelos parentes.
A internação compulsória ainda pode ser uma opção de providência cautelar caso um crime seja cometido por um indivíduo que estava sob o efeito de drogas.
Nessa teoria de internação, ainda haverá necessidade da existência do laudo médico comprovando a necessidade do tratamento.
Só depois da análise do parecer e das condições de segurança do local, que o juiz fará a ordem determinando a hospitalização da pessoa.
Um diferencial que existe na internação compulsória, é que o juiz não pode interferir no tratamento e somente os especialistas podem estipular o seu fim.
Sendo assim, o contrário da internação involuntária, onde a pessoa que a autorizou pode pedir a interrupção e o encerramento.
Saiba a diferença entre internação compulsória e involuntária
Busque as melhores opções em tratamento de dependente químicos e alcoólatras entre em contato conosco agora mesmo.
Olá seja bem vindo ao portal da Clínica Apsua, se for sua primeira vez por aqui, permita-nos apresentar.
Somos um grupo, trabalhamos com mais de 422 opções em clínica de recuperação em SP e em todo o Brasil.
Dispomos de opções de clinica para tratamento da dependência química, tratamento do alcoolismo e saúde mental,
Nossas unidades são completas, e podem de fato acolher a todos os públicos.
Periodicamente atualizamos nosso blog de notícias para poder oferecer o maior número de informações para quem está passando por uma situação como essas.
A Clínica Apsua trabalha com opções de clínicas para todos os publicos de fato.
Trabalhamos com clínicas de baixo custo, médio e alto padrão.
Clínica de recuperação masculina, clinica de recuperação feminina, clinica de reabilitação para idosos, clinica de tratamento de dependência química para adolescentes (menores).
Para obter maiores informações sobre tratamentos e unidades disponíveis entre em contato com a nossa
central de encaminhamentos.
Trabalhamos 24 horas ao dia, 7 dias por semana.
A dependência química é um mal que assola milhões de pessoas em todo o mundo.
Em razão disso, o tratamento tende a ser a melhor opção para quem passa por isso, e a internação de dependentes químicos, uma via de tratamento.
Esse é, portanto, um problema muito sério e recorrente, ao qual merece muita atenção, dados nos provam que cerca de 6% da população brasileira sofre com a dependência química.
No entanto, antes de tomar qualquer atitude a respeito de tratamentos, é necessário compreender a fundo sobre o que é a dependência química
e todas as suas características, ou seja, o que gira em torno dela.
Esse post será para isso.
Acompanhe até o final e saiba o que é essa doença, quais são os seus sintomas, suas possíveis causas, e outros detalhes importantes sobre, tratamento e muito mais.
Fique conosco!
O que é de fato a dependência química? Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a dependência química como sendo de fato uma doença, e não uma falha de caráter ou defeito moral.
Sendo portanto uma doença, com as seguintes características:
Crônica – incurável; pois não possui um tempo estimado de cura ou não é possível obter cura.
Progressiva, pois se agrava com o passar do tempo, aumentando as doses e o consumo.
Primaria, que pode ser porta de entrada, ou seja, outras doenças podem surgir a partir dela
A dependência química é portanto um transtorno mental e traz consequenciais para o corpo e mente, além de agravos significantes no aspecto social da vida do dependente químico.
A gravidade dessa doença pode deixar sequelas e traumas em toda a estrutura familiar, por isso, deixamos aqui o nosso desejo de políticas públicas que sejam
de fato eficazes para a prevenção e uma mudança nesse cenário.
Devemos entender que a dependência química não escolhe cor, classe ou gênero, e portanto, todos estão propícios a passar por isso.
No conteúdo de hoje também, você vai entender a diferença entre uso recreativo e dependência química.
Continue conosco.
Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
Quais são as causas da dependência química?
Sobretudo é importante dizer que não existe uma razão específica para alguém se tornar um dependente químico.
Enquanto algumas pessoas têm de fato uma predisposição genética, outras, no entanto, possuem um transtorno mental,
ou ainda podem sofrer influência do ambiente, viveram em um local caótico ou tiveram traumas na infância.
Muitos são os fatores que contribuem para a dependência química, confira.
Listamos abaixo algumas possíveis causas para a dependência química:
Problemas mal resolvidos em fases críticas de molde de caráter como por exemplo na infância e adolescência, até podendo ser abuso físico e sexual
Uso de outras substâncias com uma certa periodicidade que com o tempo evoluiu para a dependência química
Exposição as drogas logo cedo – abuso de álcool por exemplo
Influência de ambiente, como curiosidade ou pressão direta ou indireta de amigos e colegas para o consumo.
Presença de outros transtornos mentais, por exemplo, depressão, ansiedade e esquizofrenia, que podem ter levado a uma farmaco dependência por exemplo.
Predisposição hereditária, genética.
Jovens em formação de caráter, sobretudo e principalmente crianças e menores e adolescentes, possuem mais facilidade
pré disposição para desenvolver a dependência química, pois ainda estão desenvolvendo seu autocontrole e senso de julgamento.
Todos esses fatores podem de fato estar relacionados direta ou indiretamente com o desenvolvimento da dependência química.
Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
Os sintomas da dependência química – Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
Dependência química
A dependência química não é algo que surge do nada, de fato ela acontece progressivamente, ou seja, costuma
começar de maneira bem mais leve e depois com o passar do tempo vai avança, ficando cada vez pior.
Por essa razão, no entanto, nem sempre é fácil identificar os sintomas dessa doença no início, assim como cada pessoa pode
ter sua relação com a droga e com as pessoas ao redor.
O consumo recreativo passa a ser um problema quando de fato a pessoa deixa de fazer as coisas de sua rotina e começa um
processo de escravidão, em virtude do uso.
Alguns sintomas da dependência química são:
Irritabilidade, instabilidade e uma mudança de humor, agressividade sem causa.
Isolamento social, afastamento da família e velhos amigos, inabilidade social.
Mudanças de sono, agitação ou falta de energia, euforia e depressão
Falta de foco e concentração, baixa performance nas atividades acadêmicas e de trabalho.
Começa a mudar drasticamente o seu comportamento, muitos passam a contar mentiras e oferecer desculpas para poder criar uma barreira de proteção ao seu uso abusivo de drogas ou álcool.
Descontrole financeiro, passa a ficar individado.
Mudança no ciclo, troca amizades antigas por novas
Diminui de forma que não é possível entender o seu interesse por coisas que gostava de fazer
Alteração no seu cotidiano, por exemplo, hora de acordar ou estudar
O que é Fissura? Confira
Além dos sintomas acima citados, também podem surgir sintomas físicos e mentais muito comuns decorrentes da diminuição ou ainda da interrupção do uso,
chamado de fissura ou “craving”.
Esses são de fato sintomas que surgem de acordo com o grau de dependência, ou seja, quanto mais dependente, mais forte são os sintomas.
As chamadas crises de abstinência podem reunir uma série de motivos, dentre eles a fissura, que acaba por fazer o dependente químico buscar
cada vez mais as drogas, e acaba tornando o processo de recuperação quase impossível sem ajuda e acompanhamento profissional.
Informações sobre a dependência química que você de fato precisa saber
clinica de reabilitação para adolescentes
É extremamente difícil controlar o uso de drogas, para um dependente químico isso é imposível
Usar a droga é para o dependente químico uma necessidade, podendo ser comparada inclusive com a sede, com beber água ou comer,
a pessoa sente como se precisasse da substância para viver, para tudo, por isso, inclusive, é quase impossível controlar o uso.
Embora de fato muitas pessoas insistam em acreditar que usar drogas (sendo um dependente químico sobretudo) é uma questão de força de vontade ou de mau-caratismo, enganam-se.
O uso de drogas, e se tratando de um dependente químico, mesmo nos primeiros momentos, tende a alterar a química do cérebro,
o que ocasiona efeitos no sistema nervoso central e alterando inclusive os desejos mais primitivos.
Por isso, portanto, pode ser comparado com as necessidades que temos para viver, como comer ou beber água.
Explicando melhor, o cérebro cria de fato um desejo do qual é incontrolável pelo consumo de droga ou álcool e a longo prazo,
consegue explicar o que acontece muitas vezes no ambiente familiar, quando o dependente químico parece não se importar nenhum pouco,
com os sentimentos ou com os bens das pessoas queridas ao redor.
De fato, a verdade é que isso não é como uma escolha que o dependente pode fazer, pois, ele não consegue controlar o
desejo em consumir e acaba tomando essas atitudes (as mais horríveis que se pode imaginar) porque precisa
de fato consumir a droga como se precisasse dela para viver, o desconforto é físico, mental e emocional.
A dependência química é portanto uma doença séria e merece atenção e cuidado,
mesmo que em muitas vezes pareça ser muito difícil entender o que se passa, buscar tratamento para dependentes químicos é o único cenário capaz de parar com isso tudo.
Doença progressiva – Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
Tratamento de idosos em clínica de reabilitação
Conforme se pode ver de fato no início desse post, a dependência química é de caráter progressivo.
Ou seja, tende sempre a aumentar não só a frequência do uso, mas também a quantidade e os agravos.
E isso é sobretudo inevitável.
Para explicar de fato com mais detalhes, quando um individuo faz uso de sua droga de preferência, o seu cérebro
sente um prazer enorme quase que imediato, assim, dessa forma, associando as sensações que teve ao consumo.
Então, em via de regra o cérebro busca mais da droga para sentir aquilo novamente, daí vem a vontade incontrolável,
assim como, ainda começa a passar boa parte do tempo pensando em meios de conseguir dinheiro ou situações para usar novamente, custe o que custar.
Acontece ainda que com o passar do tempo, o cérebro se torna cada vez menos sensível à droga, assim, precisa de uma quantidade muito maior ou frequência cada vez maior
para sentir a mesma sensação de prazer.
Sendo assim, a tendência é consumir cada vez mais, por isso,
quem tem algum familiar ou amigo com dependência química ou alcoolismo, acaba presenciando a ruína que acontece entre os primeiros sinais e o avanço do consumo.
O que são as Síndrome de abstinência
Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
As crises ou síndromes de abstinência, é o conjunto de reações que o individuo sente, sendo elas físicas e mentais causadas pela ausência da droga.
Os sintomas que podem ser causados podem de fato ser psicológicos, mentais, sociais e biológicos,
dependendo muito, é claro, dos hábitos de consumo ou da substância de preferência do adicto que está em falta.
Alguns sintomas da abstinência são:
Desconforto físico (náuseas, diarreia, dores de cabeça, entre outros)
Sudorese em excesso
Alteração de humor repentina
Alteração da frequência cardíaca imediata
Irritabilidade e falta de paciência
Agressividade
Delírios e devaneios
Alterações de sono, dormir menos ou mais do que o normal
Tremores (muito comum em pacientes alcoolistas, por exemplo).
Para que uma pessoa tenha de fato uma síndrome de abstinência é, portanto, necessário que seu organismo
esteja muito habituado ao uso compulsivo de drogas, assim, normalmente acontece com pessoas dependentes químicas e não com uso recreativo
Craving – Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
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Além da abstinência, quando há uma parada brusca sobretudo no uso de drogas, também ocorre a fissura.
A fissura, ou craving, como mencionamos acima é o termo usado para a necessidade enorme de consumir as drogas, que vem em momentos em que não se está consumindo, (abstinência).
Os sintomas da fissura, geralmente, são pensamentos bastante obsessivos, que pode apresentar algumas articulações sobre usar a droga ou com memórias eufóricas sobre o consumo.
Tanto na abstinência quando na fissura muitas vezes essas sensações são tão fortes que são as responsáveis pelas recaídas, pois causam sintomas difíceis de serem suportados.
Dentre os sintomas de “craving”/fissura, estão:
Uma forte ansiedade
Um Desejo de consumo intenso e progressivo
Sintomas da depressão, isolamento social
Paranoias
A fissura pode de fato surgir até anos depois da pausa da droga, mesmo após estacionar a doença, pois a memória do uso e os pensamentos relacionados ao uso ainda estarão lá.
Há cura para a dependência química? Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
Clínica de reabilitação mista
Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
Infelizmente pela ciência não existe cura para a dependência química,
pois os danos causados ao cérebro, na maioria das vezes, são de fato irreversíveis.
No entanto, pode haver o controle da dependência através de tratamentos, estacionando a progressão da doença.
Como funciona o tratamento da dependência química?
O tratamento para a dependência química é de fato específico e depende muito de diversos fatores.
Isso acontece porque cada pessoa tem uma relação diferente com as drogas e qual substância também pode influenciar,
assim como pode ainda ter hábitos de consumo diferentes.
Desta forma, é preciso trabalhar em pontos específicos, o tratamento deve ser de fato personalizado de acordo com a relação do dependente com a substância.
Para exemplificar melhor, vamos trazer alguns pontos importantes sobre o tratamento.
Acompanhe!
Os Níveis diferentes de tratamento para a dependência química
O tratamento para a dependência química / tratamento de dependentes químicos será de fato elaborado conforme a quantidade de drogas, perfil
de uso e o quanto essa dependência sobretudo afetou a vida do paciente.
Por exemplo:
Dependência química de grau Leve
O tratamento para a dependência química de grau leve é indicado para pessoas que ainda não tiveram a vida social ou profissional afetadas pelo uso de drogas,
no entanto, percebe que precisa melhorar e busca a mudança, sabe que há um desconforto.
O tratamento para a dependência de grau leve, normalmente, não necessita de internação, mas também precisa de uma equipe multidisciplinar de profissionais auxiliando.
É mais indicado o tratamento ambulatorial nesses casos com frequência em grupos de apoio como o NA e o AA
associado a atendimentos com psicólogos regularmente e consultas com psiquiatras.
Introdução medicamentosa pode ser inserida em alguns casos.
Moderado
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O tratamento para a dependência química moderada, no entanto, é indicado para pessoas que de alguma forma
já tem de certo modo a sua vida afetada pelo consumo de drogas.
Nesse caso, o dependente químico tem consciência de que o uso de drogas afeta sua vida e busca pelo tratamento.
Pode ser indicado a interação nesses casos de curto período.
Grave
O tratamento para a dependência química que se apresenta de forma mais grave é indicado para pessoas que acabaram perdendo o discernimento
sobre seus atos, apresentando inclusive risco para si mesmo e para outras pessoas.
Suas relações já foram comprometidas, nesse caso a vida está um caos, já apresenta perdas e danos consideráveis e sobretudo
já não consegue ter uma rotina normal e afeta a vida das pessoas ao seu redor.
A definição do tratamento no entanto será indicada conforme esses fatores, que podem ir variando entre tratamento sem internação, com internação voluntária ou internação involuntária.
Todos devem passar no entanto, por uma avaliação psiquiátrica para verificar a situação psicológica, pois através dela o
médico de fato identifica variáveis do tratamento para deixa-lo mais efetivo.
O tratamento pode incluir ainda psicoterapia, aconselhamento, testes toxicológicos, acompanhamento multidisciplinar e ressocialização.
Consultas periódicas.
Internação de dependentes químicos e alcoólatras – Clínica de reabilitação de dependente químicos em SP
A internação para dependentes químicos não é um bicho de sete cabeças.
Muitas clínicas atendem em ótimas estruturas físicas e com profissionais extremamente capacitados, promovendo assim uma mudança de dentro para fora.
A ideia é promover uma mudança que seja efetiva começando pelos comportamentos, pensamentos e hábitos.
Conheça melhor as nossas opções!
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Tempo e preço – Internação de dependentes químicos
O tempo de uma internação de dependentes químicos pode variar de acordo com a demanda de cada acolhido, no entanto,
há uma sugestão de que o tempo seja de 180 dias ou seja 6 meses.
Isso se dá pois em seis meses o paciente consegue de fato receber todo o porte necessário para de fato conseguir se restabelecer em todos os aspectos.
Há em todas as clinicas de recuperação um cronograma estabelecido que contempla uma série de atendimentos e terapias.
Além de consultas com profissionais multidisciplinares.
Há sobretudo uma subdivisão no tempo de internação que contempla três fases, são elas:
1- Desintoxicação
2- Conscientização
3- Ressocialização
Caso o paciente não tenha disponibilidade de fazer o tratamento por esse período, é possível contratar tempos menores.
Os preços podem variar muito de acordo com o padrão da clínica escolhida.
Temos opções a partir de 7x 700,00 até 42.000,00 mensais dependendo da unidade tratamento de 6 meses.
Se você ainda está com dúvidas ou se quer conhecer nossas opções fale conosco e agende uma visita hoje mesmo!
Recomece a sua vida de forma saudável. Priorize viver.
Uma enorme parcela da população, de fato não tem muito conhecimento sobre a dependência química.
De fato, a falta de um diálogo que amplie as visões sobre esse tema impossibilitam muitas famílias de identificar que a dependência química é uma doença crônica
e por essa razão também, de buscar ajuda.
Apesar de ser uma doença progressiva, incurável e fatal, é todavia importante saber que ela possui tratamento.
A dependência química tem por característica principal o uso abusivo de álcool, maconha, cocaína, crack ou outras substâncias entorpecentes, sejam elas lícitas ou ilícitas.
Esse tipo de doença afeta todos os aspectos da vida da pessoa e pode ter por causa raíz múltiplos fatores dos quais podem ser:
genéticos
ambientais
sociais
familiares
individuais.
O que conribui muito par que esse mal aflija cada vez mais pessoas em todo o mundo é de fato a facilidade de acesso às drogas que faz com que aumente a incidência,
o que acaba tornando o tratamento e prevenção da dependência química um assunto de saúde pública.
Segundo os dados extraídos do Relatório Mundial sobre Drogas realizado no ano de 2017, elaborado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC),
cerca de 250 milhões de pessoas usaram drogas em 2015, entre elas, aproximadamente 29,5 milhões apresentaram algum
tipo de transtorno relacionado ao consumo dessas substâncias, incluindo dependência química.
O consumo por drogas em via de regra, começa como uma fonte de lazer, para pertencer a um grupo ou para fins recreativos ainda pode ser considerada de fato uma fuga da realidade.
Porém, é importante mencionar que quando existir uma necessidade de fazer o uso dessas substâncias e isso passa a ser incontrolável,
o usuário se torna um dependente químico, que podem ocasionar uma série de distúrbios físicos, emocionais e até mesmo mentais.
Contudo, após algum tempo, cria-se uma certa resistência às substâncias e as doses começam a aumentar de forma gradual,
para que se obtenha os mesmos efeitos de antes, o que pode até mesmo levar a problemas mais graves de saúde
O que e quais são os tratamentos indicados para a dependência química?
Os desafios do tratamento para dependentes químicos no Brasil
A busca por tratamentos para dependência química deve de fato começar com um diagnóstico o qual deve ser sempre muito criterioso,
e em via de regra deve ser realizado por uma equipe da qual seja plural, que deve levar em consideração as necessidades individuais de cada caso.
Com base nessa análise, é então organizada com a equipe uma estratégia de tratamento sempre sendo de forma personalizada,
que deve ser reavaliada de modo periódico, com a intenção de que o atendimento das múltiplas necessidades do acolhido e a reorganização de sua vida seja feita como um todo.
As principais dificuldades de fato para uma busca de uma orientação especializada são o sentimento de negação sobre a existência da doença,
a falta de suporte ou ainda o medo de preconceitos ou exclusões sociais.
Ainda, há a dificuldade de muitos amigos e familiares que, todavia, não sabem como ajudar um dependente químico
ou desconhecem a existência de tratamentos especializados. Para conseguir esclarecer essas dúvidas, destacamos abaixo os principais tratamentos para abuso de drogas.
A etapa da desintoxicação
Na etapa de desintoxicação devemos saber que é somente uma das fases do tratamento para dependência química.
Essa fase é considerada a mais crítica, pois o paciente pode ter as chamadas crises de abstinência, e portanto,
recebe assistência médica durante um determinado período de tempo, geralmente 24 horas, para a iniciar o processo de eliminação das drogas do seu organismo.
Os Medicamentos – O que são os tratamentos para dependência química
Os Medicamentos
O uso abusivo de drogas e álcool pode ser um fator de muito risco para a contração e ainda o desenvolvimento de algumas doenças
das quais podem ser sobretudo físicas e mentais, não é raro encontrarmos dependentes químicos que apresentam comorbidades como por exemplo:
A esquizofrenia, a depressão, os transtornos de personalidade, na saúde física, sobretudo em alcoólatras a cirrose,
em decorrência do uso ainda pode haver câncer, insuficiência renal, HIV, hepatite B e C, sífilis, lesões cerebrais e desnutrição, além da desidratação.
Em função disso, a introdução medicamentosa no tratamento da dependência química é indicada em boa parte dos casos,
devendo sempre ser realizada sobre a supervisão, prescrição e acompanhamento constante.
O que são os tratamentos para dependência química
As Psicoterapias – O que são os tratamentos para dependência química
Muitas abordagens psicoterapêuticas têm de fato sido muito coerentes no tratamento para dependência química,
entre as mais comuns a psicanálise, em conjunto com a terapia cognitivo comportamental, a terapia em grupo e a terapia ocupacional.
As Terapias se baseiam na aplicação de um conjunto de técnicas e metodologias psicológicos, podendo ter funções e intuitos distintos,
como a resolução de problemas, a mudança de comportamentos e o apoio no desenvolvimento de novas concepções
que podem ser sobre si mesmo e sobre o mundo.
A escolha da modalidades depende dos sintomas apresentados, também do grau de evolução do transtorno, da estratégia de tratamento e da aceitação e personalidade de cada paciente.
O que são os tratamentos para dependência química
Maneiras de se fazer uma internação
Tratamento para dependentes químicos em SP
De modo geral, sobretudo as internações devem ser realizadas quando o paciente necessita de uma assistência integral e
apoio de equipe multidisciplinar ou ainda quando o mesmo apresenta comportamentos agressivos e pensamentos suicidas.
A Lei 10.216/2001, conhecida também como Lei de Proteção e Direitos das Pessoas Portadoras de Transtornos Mentais, prevê as formas de internação que podem ser: voluntária, involuntária e compulsória.
Consulte sobre a melhor opção de tratamento.
Para mais informações, ou ainda, para encontrar a clínica ideal, você pode contar conosco!
Somos um grupo especializados no encaminhamento de dependentes químicos a clínicas de recuperação, fale conosco e conheça melhor as nossas oções.
Tratamento humanizado e respeito a vida, conte com a equipe da Clínica Apsua!
Os opióides são substâncias derivadas do ópio, que é extraído de uma planta chamada papoula do ópio. Quando não é modificado de qualquer
tipo, pode ser considerado um medicamento de origem natural.
Em outros casos, pode ser classificado como uma substância semissintética quando modificada pela adição de algumas substâncias, como a heroína.
A droga também pode ser produzida em laboratório ou sinteticamente.
Os opioides estão em uma classe de medicamentos na qual atuam no sistema nervoso para aliviar a dor e podem ser tomados
por via oral em forma de comprimido ou cápsula, injetados, aspirados, aspirados ou até mesmo na forma líquida.
O seu uso contínuo cria tolerância e atende cada vez mais a demanda do consumidor, levando o mesmo à dependência.
O primeiro opioide a ser isolado e sintetizado em laboratório foi a morfina, um alcalóide isolado por
Friedrich Serturner pelo nome de suas propriedades analgésicas e sedativas.
Essa substância pode acalmar e dormir em pacientes com dor crônica.
Por isso, em homenagem a Morfeu, o deus do sono na mitologia grega, a substância recebeu o nome de morfina.
Desde então, nos mais de 200 anos desde a descoberta da morfina, outros opióides foram isolados à medida que a tecnologia avançava.
Quais são os efeitos colaterais gerados pelos opióides?
O que são opióides
Os efeitos dos opiáceos geralmente começam a aparecer de 15 minutos a 1 hora após o consumo e duram cerca de 3 a 4 horas, dependendo da quantidade que foi utilizada.
Para obter resultados satisfatórios, a dose precisa ser aumentada, o que pode levar à dependência química.
Os principais efeitos incluem: efeitos analgésicos, ou seja, contra dores intensas, sensação de bem-estar e euforia, indução do sono,
antitussígenos, frequentemente usado em medicamentos e xaropes, afetando a consciência e a visão realista, diminuindo o sistema imunológico do corpo, podendo causar náuseas ou vômitos, e outros
efeitos.
Um problema que é extremamente comum entre os pacientes que recebem opioides é a constipação,
comumente conhecida como a constipação. Ocorre em cerca de 40 a 90 por cento das pessoas que tomam opióides.
Apesar desse fato não parecer um problema sério, se persistir, poderá levar a várias outras complicações, como até mesmo ruptura do intestino e aumento da chance de morte.
Como uma pessoa pode se tornar dependente do uso de opióides?
Como uma pessoa pode se tornar dependente do uso de opióides?
O uso de opioides é mais comum do que você imagina. Como vimos antes, muitas pessoas sofrem de dores crônicas que, na maioria dos casos, só podem ser aliviadas com opioides.
A dor do câncer, por exemplo, requer esses medicamentos para que o paciente seja tratado e leve uma vida minimamente normal.
Muitas pessoas se tornam dependentes porque recebem a medicação por prescrição, mas com o uso, a tolerância do organismo à medicação aumenta.
Em alguns casos, os pacientes estão tomando mais doses ilegalmente porque a dor geralmente é tão intensa e persistente que é necessária uma dose mais alta e constante.
Com acompanhamento médico, isso é difícil de acontecer, mas as pessoas sempre acabam encontrando meios ilícitos
para conseguir amenizar seu sofrimento, pois a quantidade e a dosagem dos medicamentos são limitadas e controladas para não acabar causando dependência.
Ainda há pessoas que procuram opioides não para alívio da dor, mas sim para um uso recreativo.
Tais buscas podem ser decorrentes de recomendações de amigos, migração para drogas mais fortes ou buscas pelos efeitos prazerosos e excitatórios da maioria dessas drogas.
Essas substâncias são altamente viciantes e, além disso, uma vez em contato com as pessoas, seja para tratamento,
uso de drogas ou uso recreativo, é impossível escapar sozinho.
Sintomas causados pela abstinência
Por causa de uma grave dependência que o ópio produz, os usuários podem eventualmente morrer de síndrome de abstinência.
Quando não é consumido por cerca de 12 horas a 10 dias, o organismo começa a apresentar um processo de abstinência que pode acontecer de diversas formas.
Os indivíduos podem apresentar diarreia, perda de apetite, calafrios, insônia, cólicas estomacais, pressão alta, tremores, aumento do estresse, irritabilidade e vômitos.
Durante a abstinência, é normal que as pessoas esperem ansiosamente por um momento em que não precisem ter nenhuma substância para consumir.
Relacionado a isso, há também sentimentos de fissura, caracterizados por um forte desejo de usar a substância, muitas vezes até mesmo incontrolável.
Mesmo após o término da síndrome de abstinência, sintomas como desconforto, alterações nos ciclos do sono e apetite ainda podem estar presentes. Além disso, a sensação de desejo ainda pode estar presente.
Você nunca sabe quando uma pessoa se tornará viciada em drogas.
Até por isso, esses sintomas podem eventualmente aparecer mesmo após um curto período de uso.
Eles podem variar de leves a graves, dependendo do tipo, quantidade e frequência do uso de drogas. Como funciona o tratamento para pessoas dependentes?
Acabar com a dependência de tais drogas muitas vezes requer a internação dos usuários de drogas para tratamento adequado.
Tendo isso em mente, há um risco significativo de morte se um indivíduo parar de consumir repentinamente e de forma isolada.
O tratamento consiste em abstinência completa e uso de alguns medicamentos na presença de um psiquiatra,
o que pode ajudar o dependente a parar de tomar essas substâncias e enfrentar essa crise gerada pela abstinência.
O ponto é que os próprios pacientes reconhecem o vício e, portanto, gradualmente se envolvem mais em sua própria recuperação.
A dependência química afeta aspectos biológicos, psicológicos e sociais, por isso tem sido descrita como um transtorno
biopsicossocial e, portanto, o tratamento visa promover a recuperação nessas diferentes áreas.
A Importância das Clínicas de Reabilitação no Tratamento de Toxicodependentes
TRATAMENTO DE DEPENDENTES QUÍMICOS E ALCOÓLATRAS
As clínicas de reabilitação são as instalações de tratamento mais favoráveis para o tratamento da dependência química.
Nele, os pacientes receberão apoio médico e psicológico quando necessário. Dessa forma, você pode se concentrar totalmente na sua recuperação.
As clínicas de reabilitação visam capacitar a saúde mental dos pacientes e melhorar seus comportamentos e atitudes permeados pelas drogas e seus efeitos.
O papel da clínica é fornecer aos pacientes as ferramentas necessárias para se reestruturarem por meio de uma abordagem
multidisciplinar e profissionais de diferentes áreas para que possam reinserir os dependentes na sociedade.
No portal vida limpa temos médicos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, profissionais do esporte, monitores e terapeutas de dependência química, terapeutas ocupacionais, especialistas em prevenção de
recaídas.
Você não deve hesitar em entrar em contato caso você precise!
Os sintomas de abstinência do álcool podem variar de um pouco desconfortáveis a um incômodo extremo, por isso veja algumas formas de lidar com abstinência do álcool durante a desintoxicação.
A chave para uma retirada bem-sucedida é consultar um profissional de tratamento antidrogas antes da desintoxicação e saber o cronograma
de retirada do álcool, bem como as estratégias de desintoxicação, tais como a redução gradual do álcool.
Se você está em um período de abstinência, aplicar as dicas a seguir, irá te ajudar a lidar com os sintomas e conseguir se manter firme.
Beba muitos líquidos que contenham eletrólitos – A abstinência do álcool – Tratamento do alcoolismo
Muitas pessoas com transtorno de uso de álcool sofrem de desidratação e náuseas durante a abstinência. Beber muitos líquidos,
especialmente líquidos com eletrólitos, ajudará a combater a desidratação e as náuseas.
Sódio, cálcio, potássio e magnésio são eletrólitos comumente encontrados em bebidas esportivas.
Garantir que você está consumindo eletrólitos ajuda seu corpo a se hidratar melhor.
Não passe pelo processo de abstinência sozinho
A abstinência do álcool – Tratamento do alcoolismo
Diga aos seus amigos próximos e familiares antes de iniciar sua desintoxicação e peça-lhes para apoiá-lo durante o processo.
Quanto mais suporte você tiver, melhor.
Considere até criar um cronograma de visitas para que você nunca esteja sozinho durante a primeira semana de desintoxicação.
Um amigo ou membro da família que o apoia pode ajudá-lo de várias maneiras durante o processo de abstinência.
Lembrar de que você não está sozinho
Muitas pessoas com dependências se convencem de que estão sozinhas e são as únicas que estão passando por essa experiência.
Pode ser muito reconfortante saber que milhões passaram pela abstinência.
Se considere parte de uma comunidade forte.
Seja solidário com todas as outras pessoas que decidiram abordar seu transtorno por uso de substâncias e o desafio necessário
para conseguir alcançar uma vida mais saudável.
Maneiras de lidar com abstinência do álcool – Esqueça alguns de seus desejos
O desejo por álcool será um desafio persistente durante a abstinência.
Haverá vários pontos ao longo do processo em que você será tentado a tomar uma bebida.
É útil pensar em seu desejo como uma onda; os desejos aumentam, atingem o pico, quebram e então se dissipam.
A questão é que, eventualmente, seu desejo irá embora – a onda irá quebrar.
Além do mais, não seja pego de surpresa pensando que, uma vez que um desejo cessou, outro não virá rapidamente.
Frequentemente, os desejos podem surgir de forma rápida e em sucessão.
Escrever uma carta para você mesmo
Antes de decidir entrar em abstinência de álcool, é uma boa ideia escrever uma carta para si mesmo e mantê-la por perto para referência rápida.
O conteúdo da carta deve ser encorajador e deve lembrá-lo por que você está passando pelo desafio da desintoxicação em primeiro lugar.
Quando você se sentir tentado, pegue a carta e leia para si mesmo.
É até útil lê-lo em voz alta, pois isso ajuda a reter as informações de forma mais eficaz. Leia quantas vezes você precisar durante o processo.
Avanço rápido – A abstinência do álcool – Tratamento do alcoolismo
Avanço rápido – A abstinência do álcool – Tratamento do alcoolismo
Uma técnica de enfrentamento eficaz é “avançar rapidamente” a sua fantasia de recaída.
Você pode se pegar sonhando acordado em tomar outra dose de álcool.
Em vez de pensar no alívio momentâneo que virá com a bebida, pense além disso, na dor inevitável que virá depois.
Pense em todo o trabalho que você fez até agora e como isso seria um retrocesso.
Considere como beber novamente apenas prolongará seu vício e criará mais dor ao entrar na desintoxicação novamente.
Tente conectar mentalmente o consumo de álcool à dor, não ao prazer ou alívio.
Tomar um banho frio
Um banho frio pode te ajudar a se recompor fisicamente, se você estiver sentindo uma forte necessidade de recaída.
Pode ajudar a limpar sua mente e tem vários outros grandes benefícios. Também pode ajudar com ondas de calor que podem ocorrer durante a abstinência do álcool.
Lembrar que a dor é apenas temporária
Um fator a lembrar é que a dor é apenas temporária.
Ele irá embora.
Não vai durar para sempre.
Esse processo de pensamento pode ser uma ferramenta mental útil quando a dor física da abstinência é mais intensa.
Comer frutas e vegetais saudáveis
Quando o álcool é metabolizado em seu corpo, ele se transforma em açúcar.
Por conta disso, seu corpo está acostumado com muito açúcar.
Comer frutas e vegetais saudáveis pode ajudá-lo a equilibrar os níveis de açúcar aos quais seu corpo está acostumado.
Além disso, eles são muito bons para você.
Realizar exercícios – A abstinência do álcool – Tratamento do alcoolismo
Embora você possa não sentir vontade de se exercitar durante a abstinência, uma pequena quantidade de exercícios é uma das melhores ferramentas para lidar com a abstinência do álcool.
O exercício libera endorfinas em seu cérebro, criando sentimentos naturais de felicidade dentro de uma pessoa.
Além do mais, você começará a se sentir mais forte e poderoso enquanto treina.
É bom para sua autoconfiança e para sua a recuperação.
Escutar músicas
A distração pode ser uma aliada poderosa durante a sua desintoxicação.
É muito melhor se concentrar em algo que você gosta do que no desconforto dos sintomas de abstinência.
O vício tende a fazer com que tudo na vida pareça menos agradável.
A música que você amava pode não ter mais a mesma atração. Isso ocorre porque o seu vício o consume, entorpecendo a vibração da vida.
Você poderá encontrar um interesse especial pela música durante sua desintoxicação.
Ler alguns livros – Maneiras de lidar com abstinência do álcool
Quando foi a última vez em que você leu um livro?
Os livros podem ser uma fuga fantástica e podem te ajudar a se distrair, caso se você esteja com vontade de beber.
Como dar um passeio ou ouvir música, ler um livro é outra técnica de distração.
Pegue um livro puramente por prazer. O que você sempre quis aprender? O que parece divertido de ler?
Os perigos da desintoxicação do álcool em casa – A abstinência do álcool – Tratamento do alcoolismo
Alcoolismo: Sinais de dependência e abstinência
Por conta do impacto do álcool no cérebro e no corpo, parar de fumar pode ser perigoso e potencialmente fatal, especialmente para aqueles com condições de uso de álcool mais graves.
Embora algumas pessoas possam lidar com os sintomas de abstinência do álcool em casa sem problemas sérios, a maneira mais segura
de parar de beber pode ser com uma desintoxicação supervisionada por um profissional da medicina.
A ajuda profissional pode garantir que quaisquer complicações na saúde que surjam sejam tratadas imediatamente.
Esses profissionais podem até administrar medicamentos para aliviar os sintomas físicos de abstinência e tornar esse processo mais fácil.
Embora tentar controlar a abstinência do álcool em casa possa parecer mais fácil ou economizar dinheiro, também pode não durar.
Além do risco de problemas de saúde, muitas pessoas que tentam uma desintoxicação do álcool em casa esquecem os sintomas psicológicos de abstinência.
Sem apoio durante e após a desintoxicação, essas pessoas muitas vezes não conseguem concluir esse processo ou terão uma recaída logo em seguida.
Os benefícios de ir a uma clínica de recuperação são que ela fornece um ambiente favorável e que o tratamento que se segue à desintoxicação
ajuda a resolver as causas profundas do consumo de álcool para ajudar as pessoas a alcançar firmemente o sucesso a longo prazo.
Já se perguntou se existe uma ligação entre álcool e depressão? Veja agora como Alcoolismo e Depressão estão relacionados através desse artigo.
Como que se define o abuso e a dependência do álcool?
A dependência do álcool é um conjunto de sintomas relacionados ao funcionamento mental, comportamental e psicológico.
Em muitos países, afeta uma proporção pequena, mas significativa da população adulta (cerca de 3-5%), mas o abuso de álcool e o uso de risco geralmente afetam uma grande proporção da população (15% -40%).
De acordo com as Nações Unidas, o Brasil ocupa o terceiro lugar entre os países americanos em termos de mortes masculinas relacionadas ao álcool.
O consumo compulsivo pode ser causado por uma variedade de causas, incluindo uma crise econômica, frustração em sua vida emocional, desemprego e problemas emocionais.
Tais fatores podem levar uma pessoa a buscar refúgio nas bebidas alcoólicas como se fossem a solução para qualquer problema.
Um diagnóstico de dependência de álcool só deve ser feito se eles experimentaram ou experimentaram três ou mais dos seguintes sintomas ao longo de 12 meses:
Sede forte ou sensação de compulsão a beber
Dificuldade em controlar o consumo de álcool em relação ao seu início, fim ou nível de consumo; Alteração psicológica após parar
ou reduzir o consumo de álcool ou quando o consumo de álcool é usado para aliviar ou prevenir sintomas de alterações mentais.
Evidência de tolerância, como aumentar as doses para obter os mesmos efeitos de doses mais baixas anteriores;
Perda progressiva de interesse em atividades anteriormente realizadas ou outras fontes de prazer devido
ao uso de álcool;
Uso continuado, mesmo com evidências claras de consequências danosas.
Consequências geradas para a sua saúde – Alcoolismo e depressão uma relação de risco
O consumo abusivo de álcool poderá prejudicar seriamente sua saúde. Entre as doenças que podem te gerar elas são:
Diabetes: o consumo contínuo de álcool pode causar inflamação do pâncreas, órgão responsável pela
produção de insulina no organismo, levando ao diabetes.
Câncer: pode surgir em algumas áreas do corpo humano que entram em contato direto com o álcool, como a boca, laringe e esôfago.
O cérebro: beber muito álcool pode ter efeitos nocivos na área do cérebro, afetando a memória e a cognição do indivíduo.
Depressão: Já foi constatado que alcoolismo e depressão tem uma forte ligação pois o álcool é um forte fator depressivo.
Sistema digestivo: o estômago de um alcoólatra pode ser danificado pelo excesso de álcool. Além disso, existe o risco de gastrite, inflamação e sangramento no sistema digestivo.
Outras consequências que podem ser geradas pelo uso abusivo do álcool
Violência Doméstica – Alcoolismo e depressão uma relação de risco
O uso de álcool pode desencadear episódios de violência doméstica. São frequentes os relatos de mulheres sendo agredidas por maridos de alcoolistas, pois o álcool é um fator potencializador da violência com capacidade de modificar a tomada de decisão e a percepção da realidade.
Acidentes de Trânsito
São frequentes as notícias de acidentes de trânsito relacionados ao consumo de álcool com vítimas fatais.
Mesmo cientes desses perigos, muitos motoristas dirigem de forma imprudente depois de beber, e acabam colocando a si e a outras vidas em risco.
Envolvimento com o crime
Essa ligação entre crime e consumo de álcool é reconhecida como um grande problema social.
A bebida causa desinibição ou comprometimento cognitivo, levando o bêbado até mesmo a se envolver em atividades criminosas.
Psicose
Induzida pelo álcool, consistindo principalmente em alucinações e delírios (ideias falsas que resistem ao raciocínio lógico e testes de realidade). Afeta 3% das pessoas viciadas em álcool.
Algumas pessoas são mais propensas à psicose do que outras, e a duração da psicose depende de muitos fatores (histórico de uso, suscetibilidade, histórico de psicose, uso concomitante de outras substâncias etc.)
A depressão – Alcoolismo e depressão uma relação de risco
O álcool deprime o sistema nervoso central e consequentemente aumenta o risco de transtornos de humor e depressão manifestados
pelos sintomas habituais, a falta de interesse, perda ou ganho de peso, distúrbios do sono, fadiga, perda de energia ou agitação, depressão e culpa diminuição da capacidade de pensar ou concentração e, em
casos mais graves, pensamentos suicidas. Sendo assim o alcoolismo e depressão estão relacionados.
Algumas ligações entre o alcoolismo e depressão
Pessoas com algum tipo de transtorno de humor, como a depressão, são mais propensas a serem dependentes do álcool e das outras drogas ao longo de suas vidas, de acordo com a pesquisa.
E é possível ver facilmente o porquê, já que os pacientes geralmente buscam o alívio do sofrimento emocional, e sintomas como tristeza, desesperança e falta de energia nos medicamentos. No entanto,
essa é uma atitude que pode ser contraproducente, pois o uso de drogas muitas vezes piora significativamente a depressão.
Em grandes quantidades, o álcool é um depressor do humor e pode aumentar o risco de um possível suicídio.
Um conjunto de sintomas semelhantes à depressão, como letargia e tristeza, pode aparecer quando você para de consumir álcool.
Pode-se dizer que a ligação entre alcoolismo a depressão é uma combinação muito perigosa para pacientes que desenvolvem esses casos. Principalmente em casos de depressão profunda.
A depressão em geral precede o início da dependência de álcool, principalmente nas mulheres, mas na maioria dos casos é difícil identificar os transtornos primários e secundários, pois há interferência entre os transtornos após o aparecimento de algumas comorbidades.
O consumo prolongado de álcool pode de algum jeito aumentar o risco de depressão?
Pode ser muito difícil de fato, determinar se uma pessoa está infeliz ou deprimida quando bebe. O álcool é considerado uma droga “suja” na medida em que atua em vários sistemas de neurotransmissores presentes no cérebro como Noradrenérgico, serotoninérgico, Gabaérgico, glutamato, opioide etc.
Quando dizemos que o álcool é um depressor do SNC (sistema nervoso central), estamos dizendo que ele tem um efeito sedativo
intrínseco que exerce seu principal efeito sobre o sistema GABA (ácido gama amino butílico, que é o principal depressor do sistema nervoso central).
No entanto, vale lembrar que os efeitos do álcool variam de acordo com a frequência, a intensidade do consumo e a quantidade que é consumida.
Com o uso contínuo, há uma mudança acentuada no humor, geralmente com o aumento da irritabilidade e sintomas depressivos.
Um estudo apontou que os pacientes que pararam de beber após uma semana tinham sintomas depressivos suficientes para reconhecer a depressão em aproximadamente 42% dos casos.
Porém, mesmo sem medicação ou psicoterapia, após mais três semanas, ou seja, após um mês de abstinência, apenas 6% dos casos ainda continuavam deprimidos.
E isso sugere que a maioria dos sintomas de depressão e pacientes deprimidos que abusam do álcool podem sim apresentar melhoras pela mera abstinência, e que ignorar o uso de substâncias psicoativas perderia uma grande chance de intervenção efetiva, simples e sem necessidade de medicação.