Encontre aqui as melhores clínicas para tratamento de dependência química e de álcool em todo o Brasil.
A maioria das pessoas não faz idéia do quanto a busca pela espiritualidade influi , de forma positiva , na recuperação de dependentes químicos /alcoólatras e pacientes com depressão. Essa tem sido mais uma forma de terapia complementar usada nas clínicas de recuperação/reabilitação , e os resultados obtidos demonstram acertividade quando aplicada na luta contra essas doenças. Ressaltamos que , nosso artigo não está direcionado a nenhuma religião específica.
Nosso objetivo é , unicamente , o de expor os pontos positivos que a espiritualidade pode trazer para quem está em processo de auto reconstrução. Diferença entre a espiritualidade e religião A espiritualidade norteia-se , de forma geral , na existência de uma inteligência cósmica , em um Ser supremo. Já , ser judeu ou cristão é canalizar essa espiritualidade através de um segmento religioso com suas regras e dogmas. Aumentando o otimismo , descobrindo a espiritualidade Já dizia o velho ditado: “saúde é aquilo que a gente só percebe que tem , quando ela nos falta”. Partindo dessa premissa , qualquer que seja o problema de saúde que alguém possa estar enfrentando , é , com certeza uma das batalhas mais desafiadoras que alguém possa viver.
Agora , imagine o quanto deve ser difícil , e dura , a luta de quem sofre com dependência química , alcoólica ou mesmo com a depressão? Meus amigos , podem acreditar que não é nada fácil.O paciente que está em processo de desintoxicação . é submetido a métodos médicos , exames , consultas , sessões de terapia individual e em grupo , que mudam por completo sua vida. E , toda essa alteração em sua rotina pode deixá-lo agressivo e contribuir para aumentar o desânimo com o tratamento contra a dependência. É , então , nesse exato momento , que a “espiritualidade” chega para oferecer ajuda , trazendo conforto e resgate do otimismo.
Combustíveis que alimentam a vontade de mudar de vida.
A espiritualidade e os conflitos internos Conforme dissemos acima , a pessoa que está em luta contra a dependência em álcool e drogas , ou mesmo a depressão , via de regra , precisa se amparar , e buscar força , em sua crença para encarar as questões que colocaram em tal situação.É muito comum que pacientes de dependência se culpem , ou culpem as pessoas de seu meio , por encontrar-se nessa situação. Portanto , a espiritualidade e a religião , de forma geral , dão condições à esse paciente para que ele perceba suas limitações e as de seus familiares , fazendo com que conflitos sejam apaziguados , culpas sanadas e maturidade desenvolvida. Tudo isso faz com que a pessoa consiga encarar a vida sob uma nova perspectiva.
Combatendo a ansiedade
Falando mais um pouco sobre a influência positiva da espiritualidade nos tratamentos de recuperação/reabiliatação de dependentes químicos/alcoólicos e mesmo em casos de depressão , é que ela ajuda a controlar a ansiedade que acontece nas fases de desintoxicação e abstinência da droga. Como já falamos , a quebra da rotina , e todo o processo de auto descoberta , acabam criando uma situação de estresse. Sendo assim , ao trabalhar a espiritualidade desses indivíduos , faz com que ele sinta-se forte , acolhido e cuidado por uma “força maior”. Analisando somente esse fator , o controle da ansiedade , já faz com que o emprego de terapias espiritualistas sejam de grande valia para aqueles que estão em processo de recuperação – independente do problema.
Terapias espiritualistas no tratamento da dependência em drogas e álcool :
benefícios que se estendem aos familiares. Outro grande benefício proporcionado pelo emprego de terapias espiritualistas no tratamento das dependências química/alcoólica ,é que ele se estende aos familiares e amigos próximos, pessoas estas que sofrem ao ver a deterioração de quem amam. Ao cuidar de todos que estão , de alguma forma , envolvidos nesse processo de cura , cria-se uma atmosfera de aconchego , que faz com que a pessoa em tratamento não se sinta sozinha nessa luta. Espiritualidade ajudando no controle das emoções A espiritualidade ajuda-nos a perceber , e a dominar , nossas emoções partindo do ponto de vista moral . Sendo assim , a pessoa que tem algum tipo de fé se sentira acolhida nesse ambiente , podendo identificar os motivos que a fizeram (ou fazem) se desequilibrar , buscando dar vazão à esses “dramas pessoais” consumindo drogas/álcool .
Espiritualidade: uma bússola moral
Devemos sempre ressalta que , quem atravessa uma situação de dependência química e/ou alcoólica , às vezes pode perder o discernimento daquilo que consideramos “bem e mal”. Muitas delas , chegam em estágios tão avançados que tirariam a própria vida , ou a de pessoas que amam , por causa da droga. É aí que a espiritualidade entra para ajudar , aos poucos , a resgatar esse “norte” moral , ou seja : recobrar o senso de certo e errado que talvez tenha se perdido ao longo do caminho do vício.
Outra coisa que não podemos deixar de falar é que , mesmo defendendo a importância da espiritualidade no processo de tratamento contra a dependência , é importante lembrar que o paciente não poderá ser trazido de volta à sua vida normal apenas com um acompanhamento espiritual. Tratando-se de mais uma ferramenta auxiliar , que não exclui a o acompanhamento médico e psicológico. Esperamos , com esse artigo , ter somado informações necessárias para quem está enfrentando a dura realidade com a dependência em álcool ou drogas. Se você estiver dentro dessa “realidade” , entre em contato com nossa equipe . Teremos imenso prazer em auxiliá-lo na busca por tratamento especializado e humanizado.
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Trabalhamos com os Convênios Médicos: –
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Aproximadamente 275 milhões de pessoas fizeram o uso de drogas no mundo no último ano, sendo que mais de 36 milhões passaram por transtornos associados ao consumo de drogas, com base no Relatório Mundial sobre Drogas 2021. O documento foi publicado em 24 de junho de 2021, pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).O
Relatório mostra que, durante os últimos 24 anos, a potência da cannabis teve um aumento de até quatro vezes em algumas partes do mundo. Apesar da porcentagem de jovens que perceberam a droga como prejudicial ter uma queda em até 40%, consistem em evidências de que o consumo da cannabis está ligado a uma variedade de danos à saúde. Os usuários que fazem o consumo a longo prazo, são os mais afetados nesses casos. “A menor percepção em relação aos riscos do uso de drogas tem sido associada
nas maiores taxas de consumo de drogas. As descobertas do Relatório Mundial sobre Drogas 2021 do UNODC tem como destaque a necessidade de encerrar a lacuna entre absorção e realidade para educar os adolescentes e salvaguardar a saúde pública”, afirma a diretora-executiva do UNODC, Ghada Waly.Campanha – O tema do Dia Internacional contra o Abuso e o Tráfico Ilícito de Drogas desse ano tem sido “Partilhe Fatos Sobre Drogas.
Salve Vidas.”, ressaltando a importância de fortificar a base de evidências e ter um aumento na conscientização pública para que a comunidade internacional, governos, sociedade civil, famílias e adolescentes possam ter decisões mais informadas, direcionar melhor os esforços para prevenção e tratatamentos ao uso de drogas, além de passar por cima os desafios mundiais das drogas”.Consumo em dados – Segundo o Relatório, a porcentagem de Δ9-THC — o principal componente psicoativo da cannabis
— aumentou cerca de 6% para mais de aproximadamente 11% na Europa, entre os anos de 2002 e 2019, e de aproximadamente 4% para 16% nos Estados Unidos, entre os anos de 1995-2019, enquanto a porcentagem de jovens que perceberam a cannabis como prejudicial caiu 40% nos Estados Unidos e 25% na Europa.Sendo assim, em algumas pesquisas com os profissionais de saúde em 77 países, um numero de aproximadamente 42% afirmaram que o uso da cannabis se tornou bem maior durante a pandemia. Um grande aumento no uso não medicinal de drogas farmacêuticas também foi visto no mesmo período.Embasamento científico
– Entre os anos de 2010 e 2019, o número de pessoas que fazem o uso de drogas aumentou 22%, em parte devido ao grande crescimento da população mundial. Com um suporte dificilmente nas mudanças demográficas, as projeções atuais indicam um aumento de 11% no número de indivíduos que fazem o uso de drogas globalmente até o ano de 2030 — e um grande aumento acentuado de aproximadamente 40% na África, justo ao seu rápido crescimento e população adolescentes.Com base nas as
últimas estimativas globais, os números apresentam que cerca de 5,5% da população entre 15 e 64 anos já fez o uso de drogas pelo menos uma vez no ano passado, enquanto 36,3 milhões de indivíduos, ou 13% do número total de pessoas que fazem o consumo de drogas, passam a sofrer de transtornos relacionados ao uso de drogas.Globalmente, estima-se que mais de 11 milhões de pessoas injetam drogas, metade das quais vivem com Hepatite C.
Os opióides continuam sendo os responsáveis pelo maior volume de doenças atribuídas ao uso de drogas.Os dois opioides farmacêuticos com maior utilização para o tratamento de pessoas com transtornos associados ao consumo deles, metadona e buprenorfina, têm se transformado cada vez mais disponíveis nas últimas duas décadas. A quantidade com disponibilidade para uso médico cresceu 6x (vezes) mais desde o ano de 1999, de 557 milhões de doses diárias para 3,317 milhões até o ano de 2019, mostrando que o tratamento farmacológico de base científica está ainda
cada vez mais disponível agora do que no passado.Dark Web – Os mercados de drogas na dark web apareceram há apenas uma década, mas os principais mercados tem um valor atualmente de pelo menos US$315 milhões em vendas ao ano. Embora essa seja somente uma fração de vendas globais de drogas, a grande tendência é crescer com um aumento de quatro vezes entre os anos de 2011 e meados do ano de 2017 e meados de 2017 até o ano de 2020.As rápidas inovações tecnológicas, aliadas à agilidade e adaptabilidade das pessoas que usam a nova plataforma para vender drogas ilícitas e outras substâncias, podem abrir um mercado global
onde todos os medicamentos estarão mais facilmente disponíveis e acessíveis em qualquer lugar. De acordo com o relatório, isso pode levar a mudanças aceleradas nos padrões de uso de drogas e ter um impacto na saúde pública. Recuperação do mercado – O novo relatório apontou que o mercado de drogas retomou rapidamente as operações após a interrupção inicial da pandemia, o que desencadeou ou acelerou a explosão de certos movimentos de tráfico pré-existentes no mercado global de drogas. Isso inclui: aumentar o transporte de drogas ilícitas, aumentar a frequência das
rotas terrestres e fluviais usadas para o tráfico, aumentar o uso de jatos particulares para o tráfico de drogas e aumentar o uso de sistemas sem contato para entregar drogas aos usuários finais. A resiliência do mercado de drogas durante a pandemia demonstrou mais uma vez a capacidade dos traficantes de se adaptarem rapidamente a diferentes ambientes e situações. O relato também mostra que as cadeias de fornecimento de cocaína para a Europa estão se variando, fazendo o custo beneficio menor e trazendo o aumento da qualidade, tendo como ameaça a Europa com uma maior expansão do mercado de cocaína. Isso provavelmente ampliará todos danos
potenciais causados pela substância química na região.O número de Novas Substâncias Psicoativas (NSP) emergentes no mercado global revelam que caiu aproximadamente de163 em 2013 para 71 em 2019. Isso reflete nas tendências na América do Norte, Europa e Ásia. Os resultados aparecem que os sistemas de controle nacionais e internacionais sendo assim conseguiram limitar a disseminação de NSP em países de maior renda, onde, há uma década, apareceram as primeiras substâncias
psicoativas.Novos desdobramentos – A COVID-19 fez inovações e ajustes nos serviços de prevenção e tratamento de drogas por meio de um modelo de prestação de serviços mais flexível. Devido à pandemia, muitos países introduziram ou expandiram os serviços de telemedicina, o que significa para os usuários de drogas que os profissionais de saúde podem agora fornecer consultas ou avaliações preliminares por telefone e usar sistemas eletrônicos para prescrever medicamentos controlados.
Mesmo que o impacto da COVID-19 no desafio das drogas não seja totalmente compreensível, a análise mostra que a pandemia trouxe muitas dificuldades econômicas crescentes, o que pode tornar o cultivo de drogas ilegais mais atrativo para as comunidades rurais vulneráveis. O impacto social da pandemia – causando aumento da desigualdade, pobreza e saúde mental, especialmente entre as populações já vulneráveis – representa fatores que podem levar a mais pessoas a consumir drogas.***Para ler o Relatório Mundial sobre Drogas 2021, acesse: https://wdr.unodc.org/O
Relatório Mundial sobre Drogas 2021 oferece uma visão global sobre a oferta e demanda de opioides, cocaína, cannabis, estimulantes do tipo anfetamina e Novas Substâncias Psicoativas (NSP), e ainda com o seu impacto na saúde, levando em conta os possíveis efeitos da pandemia de COVID-19.Fonte: UNODC
A importância da clínica de reabilitação para alcoólatras
Apesar de socialmente aceito e de ser uma substância (psicoativa!) vendida livremente , o álcool é , a nível mundial , um dos problemas que mais preocupam as estruturas que cuidam da saúde pública.
Antes de mais nada , é preciso ressaltar que a dependência em álcool é uma doença , e não deve ser rotulada como um problema (falta) de caráter. O Vício em álcool , devido a suas complexidade e seriedade , precisa ser tratado em
clínica de recuperação/reabilitação especializada para alcoólatras , onde será avaliada a necessidade de uma internação hospitalar. Considerando as questões resultantes do alcoolismo , a proposta deste artigo é
a de apresentar fatores que reforçam a necessidade de um tratamento feito em uma clínica especializada como a opção mais segura para solucionar , com sucesso e de forma humanizada , esses casos. Confira abaixo os inúmeros
benefícios de procurar por tratamento para reverter o problema. Boa leitura!
Quais são os benefícios de procurar ajuda para o alcoolismo?
A maioria das pessoas que se perde no alcoolismo o faz porque , ao perceber os primeiros sinais de que a “coisa” está saindo do controle , não procura ajuda profissional pensando que ser possível superar a dependência por conta
própria. Lembrando que a dependência alcoólica é uma doença crônica e progressiva , assim como as outras doenças , requer um tratamento adequado. Quando falamos de tratamento especializado e qualificado , estamos nos
referindo a um processo terapêutico que exige uma avaliação inicial , minuciosa , com uma equipe multidisciplinar de saúde. Então , com base no histórico do paciente , é possível traçar o plano de ação mais adequado para iniciar o
tratamento de reabilitação. É importante a gente destacar que , a dependência alcoólica afeta a saúde em todas as esferas ou seja : a mental , a emocional e a física . Além de trazer
prejuízos às relações familiares , sociais e profissionais , por vezes . irreversíveis.
Que sinais indicam que é hora de procurar ajuda especializada?
Conviver com o alcoolismo , é vivenciar o sofrimento e a degradação resultantes da dependência. E , se não bastasse isso , ainda há que suportar o estereótipo negativo ligado ao termo “alcoólatra” que , por si só , é uma carga
a mais para o dependente , bem como para as pessoas de seu círculo familiar , em face à uma sociedade campeã em estigmatizar a vida alheia.Portanto , submeter aos cuidados de profissionais experientes na reabilitação da saúde ,
em toda sua concepção , é , sem sombra de dúvidas , a melhor opção para ajudar pessoas queridas que se encontram nessa difícil condição. Então , o que deve ser feito? Deve-se procurar por esse tipo de suporte , em uma clínica
especializada , o quanto antes , para reduzir o risco do quadro evoluir para estágios mais graves , como aqueles associados à depressão , ao surto psicótico e , não raro , a tendência ao suicídio.
As alterações comportamentais , assim como as consequências do alcoolismo sobre a saúde física e mental devem ser levadas muito a sério. O álcool age sobre as células dos rins e do fígado , podendo comprometer suas funções e
influenciar para o surgimento de outras doenças graves , inclusive aquelas que acometem o sistema cardiovascular. Sendo assim , saber identificar alguns dos sinais que remetem à necessidade de
buscar por ajuda profissional é muito importante para diminuir os impactos do vício. Aos familiares , então , cabe estarem atentos aos primeiros “sinais”de compulsão e de domínio por essa substância. Sobre o paciente ,
especificamente , a negação do problema e a recusa ao tratamento figuram na lista dos indícios mais comuns. Enumeramos mais alguns sintomas que exigem atenção especial , confira agora: ansiedade;
depressão;
agressividade; paranoia
fuga da realidade; conflitos familiares constantes; falta de higiene pessoal;
negligência irresponsabilidade profissional; ficar fora de casa por vários dias;
problemas nos relacionamentos afetivos; dificuldades de raciocínio , queda do nível de atenção e
falta de interesse por atividades que antes eram prazerosas dando preferência àquelas que possibilitem o consumo de álcool.
Como funciona o tratamento para o alcoolismo?
São vários os tipos de alcoólatras e em diferentes níveis de tolerância , mas , em uma coisa acabam por se igualar: a maioria deles não reconhece o problema , tampouco a necessidade de procurar ajuda especializada. E isso
acaba sendo o grande agravante , porque a internação para tratamento , em uma clínica especializada em reabilitação do alcoolismo , só pode começar quando o paciente reconhece o problema , e aceita ajuda.
Quando essa percepção não partir da própria pessoa , familiares , amigos próximos , colegas de trabalho ou de escola , devem acionar a sirene de alerta e buscar meios de abordar o individuo e tentar uma conversa franca.
O tratamento para abandonar o vício em álcool exige a combinação de diversas terapias , além do uso monitorado de medicações e da terapia cognitiva- comportamental , que podem ser feitas de forma ambulatorial ( paciente em
casa , com visitas mensais – ou de acordo com a necessidade individual – para consulta e avaliação de evolução do quadro. Quando o caso for de internação , há diferentes opções. Veja:
Internação voluntária
A internação voluntária é aquela que ocorre quando o próprio indivíduo tem consciência da gravidade do seu caso , e sente a necessidade de receber ajuda especializada. Essa é uma decisão delicada , (e rara , pois a maioria dos
usuários compulsivos de álcool não admite) , mas muito positiva para que o tratamento e a superação do vício evoluam positivamente.
Internação involuntária
Devemos recorrer à essa alternativa nas situações em que o alcoólatra se nega a reconhecer que precisa de ajuda e não aceita a idéia de passar por uma internação , mesmo que esteja em situação deplorável . Quando os familiares
ou os amigos próximos não conseguem convencer a pessoa sobre essa necessidade , é possível intervir e solicitar autorização judicial , mediante mandado , e seguir com a internação involuntária.
Como uma clínica de reabilitação para alcoólatras pode ajudar?
clínica de alcoolismo – tratamento para alcoólatras
Primeiramente , é de suma importância realizar uma pesquisa em instituições médicas voltadas para esse tipo de paciente , e procurar por uma clínica especializada que ofereça reabilitação em saúde física e mental , e que
comprove a excelência de seus serviços nessa área. O tratamento para recuperação de alcoólatras deve incluir desintoxicação orgânica , sessões de psicoterapia individual e em grupo , terapias ocupacionais
e laborais , e acompanhamento nutricional . Lembrando que a estrutura física da instituição deve oferecer higiene , segurança e conforto e , preferencialmente , estar localizada longe do caos urbano.
Ainda sobre a escolha de uma clínica , considere como uma referência importante , o método que a equipe multidisciplinar vai trabalhar processos terapêuticos , uma vez que o alcoolismo está associado a diversos fatores.
Dessa forma , o paciente será avaliado sob um contexto individual , focando o tratamento em suas necessidades mais importantes. As clínicas especializadas em recuperação e reabilitação de alcoólatras ,
contam com profissionais capacitados , e tecnicamente preparados , para lidar com a fragilidade desse tipo de paciente e ajudá-los a vencer essa batalha , recuperando o bem-estar e a qualidade de vida.
Não poderíamos deixar de lembrar que , a recuperação da dependência alcoólica depende de um processo integrado e contínuo , porém , o desejo de recuperar a vida saudável , e a força de vontade em concluir todas as etapas do
tratamento partem , unicamente , do paciente. Dar apoio e amor ajuda muito para que não se sintam sozinhos.
Finalizando nosso artigo , destacamos alguns benefícios de procurar ajuda especializada para vencer o alcoolismo. redução da insônia; ambiente próprio e com segurança para o tratamento; desintoxicação medicamentosa e monitorada do organismo; suporte terapêutico qualificado; melhora imediata da saúde – em todos os níveis; disposição para a execução de tarefas de rotina; passada a desintoxicação , contar com o acompanhamento da família ; níveis de ansiedade , estresse e sinais de depressão reduzidos, benefícios da troca de experiências com outros dependentes e estar sóbrio ajuda a entender melhor quais são as novas expectativas em relação ao futuro pós tratamento.
Esperamos tê-lo ajudado a dar um passo rumo a um novo jeito de viver. Se está for a sua realidade , ou de alguém que você ame , não hesite mais , procure por tratamento e orgulhe-se com os resultados. Faça agora uma consulta com nossos atendentes , e
descubra que a solução pode estar bem próxima de você.
Clínica para Tratamento da dependência química e alcoólica / Codependência familiar / Masculina / Feminina/ Mista / Adolescente
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Terapia individuais e em grupo
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Menores de 18 anos denunciam tortura e mostram marcas de violência em comunidade terapêutica evangélica chamada de clínica de recuperação em São Paulo por alguns funcionários
No dia em que Mateus * tentou fugir, estava muito calor. Era quase meio-dia, e esse garoto de 15 anos de olhos e pele escuros teve esse impulso. Eu não fiz planos. Pouco antes do almoço, ele percebeu que estava sozinho e ninguém estava olhando, então ele saiu correndo. Correu ao longo da fazenda até chegar à BR-354, que passava pela cidade de Itamonte em Minas Gerais e seguia pela divisa da Serra do Itatiaia em direção ao Rio de Janeiro. O desesperado Mateus trota no asfalto quente, sentindo o corpo todo ferver.
Sob o sol escaldante, ele se lembrou de correr por mais de 40 minutos. Até que uma caminhonete prateada se aproximou e parou na beira da estrada, o menino avistou o monitor da comunidade do Desafio Juvenil Maanaim, onde estava internado há quase nove meses. Entre socos e chutes, o homem de grande porte mandou o menino para dentro do carro sem precisar de muito esforço. De acordo com o relato do jovem, ao dirigir, o líder do esquadrão gritou e deu um tapa em Mateus, que estava exausto e se retirou para a porta do passageiro.
A viagem foi rápida, e em 15 minutos eles voltaram para a unidade juvenil da comunidade de cura do pastor Amarildo Silva, onde havia outras quatro unidades e uma igreja evangélica de mesmo nome. Conforme contou o relatório, assim que o carro parou, Matteus foi retirado do carro e levado para uma pequena sala ao lado do escritório para pegar mais coisas.
A violência é suficiente para fazer com que outros adolescentes da comunidade de tratamento ouçam o grito de Mateus por socorro do terreno onde fica o dormitório, conforme descrito no relatório.
“Desde então ele ficou assim: um olhar sem graça. Isso por causa do remédio que deram para ele, senhora”, explicou outro adolescente que havia internado na entidade. Colegas disseram que Matthew está muito animado desde que foi recapturado.
A psicóloga Janaína Dornas confirmou no dia 2 de outubro que a adolescente havia tomado antipsicóticos e sedativos sem receita médica.Na ocasião, um órgão público visitou a comunidade de tratamento após uma fiscalização de representantes do Mecanismo Nacional de Combate à Tortura da Linha de Frente Minera. Drogas e Direitos Humanos, Instituto de Direitos Humanos e Secretaria de Estado de Saúde Mental de Minas Gerais.
No alto da Serra da Mantiqueira, nos arredores do pequeno município de Itamonte, o centro de reabilitação de drogados promete curar todos os dependentes químicos com a palavra de Deus.
As melhores clínicas de recuperação você encontra aqui:
A Maanaim tem sido financiada publicamente por mais de 15 anos e executa um plano de tratamento importado dos Estados Unidos com base em estudos bíblicos e isolamento social. A fiscalização da Comunidade Terapêutica Desafio Jovem Maanaim foi deliberada pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito de inquérito civil público, que ainda está em andamento em 2017 para apurar denúncias de infrações dentro da entidade. No início de outubro de 2020, o relatório foi acompanhado pelo convite do grupo de trabalho e descobriu que 38 meninos seriam submetidos a crenças religiosas diárias, ameaças e violência física.
Participaram da visita cinco psicólogos, uma assistente social, um historiador e um especialista do mecanismo nacional de combate à tortura. Em uma manhã quente de sexta-feira, 2 de outubro, a equipe de pesquisa, além de Mateus, também encontrou meninos com sinais de agressão nos corpos de outros meninos da comunidade de tratamento (segundo relatos de adolescentes). Luís Felipe *, de 16 anos, tem uma ferida nas costas de difícil cicatrização: quando a ferida se forma, um golpe de vassoura reabre a ferida. Um adolescente que presenciou a cena há poucos dias disse que o cabo de madeira interrompeu as costas do menino e a força do golpe foi tão grande que o atingiu.
Além do ferimento nas costas, Luís Felipe também tinha uma marca verde-roxa do tamanho de um sabão em uma das panturrilhas, um hematoma na nuca e sinais de inchaço ao redor da boca.
A lesão mais recente marcará o menor sendo punido pela vigilância por violar as regras de tratamento do Desafio Jovem Maanaim, onde foi internado por acordo entre a entidade e o governo federal.
Há cerca de 25 dias, nesta entidade, o adolescente tentou dar sinais de agressão à mãe durante uma videochamada monitorada pela coordenadora do centro de reabilitação. “Eu e meu filho sabemos falar sem palavras. Na última ligação, ele tentou me mostrar essas marcas, como se não tivesse nada, para ninguém perceber”, disse a mãe do adolescente. Luís Felipe sabia que se condenasse o abuso, iria receber mais.
Sua família temia que, quando ele estava na indústria de tratamento, sua vida estivesse nas mãos do pastor que dirigia a instituição. Portanto, neste artigo, os nomes dos adolescentes e membros da família na comunidade de tratamento foram alterados. “Estou muito preocupada que essa reclamação leve a mais punições. Luis Felipe me disse que tinha medo de morrer ali”, disse sua mãe. O medo de imaginar uma criança morrendo na comunidade de tratamento não é infundado. Há dois meses, um adolescente foi assassinado na mesma instituição, onde ficou internado por sete meses, tentando se recuperar do uso nocivo de drogas.
Em agosto, três adolescentes limparam o chiqueiro sem atendimento até que, durante uma discussão, um preso atingiu Lucas Pedreira Rosa com uma enxada na cabeça, causando-lhe a morte. Estamos aqui para contar a história de Lucas.
Isolamento, trabalho e religião
Durante o exame, Pública entrevistou 11 adolescentes hospitalizados. Meninos entre 12 e 16 anos relataram que se sentiam prejudicados pelo uso de drogas e desejavam receber tratamento. Quase todos foram hospitalizados em busca de ajuda. “Ouvi dizer que há médicos, médicos e psicólogos aqui, então minha mãe e eu pensamos que eu receberia tratamento”, suspirou um menino de 14 anos em voz baixa. No entanto, em troca da promessa de tratamento, os jovens vivem uma vida de isolamento, trabalho e religião todos os dias. Quando eles não estão trancados na sala, eles se engajam no discipulado bíblico ou limpam a comunidade de cura. Eles dão aulas de psicologia sobre “desenvolvimento pessoal” duas vezes por semana e, em algumas tardes, podem jogar futebol ou bilhar.
Segundo relatos, devido à vigilância e ameaças constantes, os procedimentos de rotina são mantidos. Uma estagiária disse: “Aqui, se você cantar um samba, uma música que não é de Deus, você vai ser punido.” Segundo relatos, quem se recusa a fazer algumas tarefas de parturoterapia, como carregar blocos de construção ao sol, Também será punido.
Todos devem participar do serviço. Os presidiários só podem conversar com seus familiares em uma conversa de 10 minutos, no máximo uma vez por semana, e são sempre acompanhados pelo coordenador.
As cartas aos familiares são lidas pelo monitor. Os meninos disseram que, quando alguém infringe as regras, pode ser punido em diversos graus: tomar banho frio, dormir sem colchão, ser trancado em um quarto, esbofeteado, espancado com pau de madeira ou tomar psicotrópicos.
“É uma grande mentira fazer tratamento. O que existe é um programa para treinar corpo e mente”, disse Andreza Almeida, assistente social que acompanhou o exame no Maanaim. “Visitamos um galpão para jovens carentes que estão em tratamento compulsório sem base científica e com preconceito na prisão”.
Para Daniel Melo, especialista em mecanismo nacional de combate à tortura, “o que vemos é uma total falta de métodos de saúde”. O responsável pela “consulta de tratamento religioso”, controlando os presos e até mesmo distribuindo drogas, é o tutor, geralmente um adolescente que está há muito tempo internado ou um ex-presidiário que trabalha para a entidade.
A fiscalização revelou que, superficialmente, Maanaim contava com psicólogos e enfermeiras, mas esses profissionais apareciam ocasionalmente e não estavam envolvidos no dia a dia da entidade. “Não há preparação e a equipe não recebeu treinamento para lidar com os jovens. Sem ferramentas, eles recorrem às ferramentas mais primitivas, como o uso da força”, analisou Melo. “Acho que se eu vier aqui vai ter uma chance melhor. Na rua, fui ameaçado e espancado pela polícia … O problema é que quando eu chego aqui, vejo que tudo é na base de um golpe “, Desabafou um menino de 15 anos.
Ele disse que enquanto o prisioneiro estava acompanhado por outra unidade da clínica, alguém assobiou para uma menina. Quando os meninos voltaram para a unidade, os dois meninos foram conduzidos à sala de monitoramento. “Aí começou: bofetada, pontapé, soco.” Dois adolescentes espancados relataram que, ao espancá-los, um monitor da clínica coordenadora disse: “Sua menina, assobiar é tão desrespeitoso, você acha que ela se interessaria por drogas viciados? “. Essa história foi confirmada por outros dois presos que viram esses adolescentes sendo levados para a sala de vigilância. Os meninos espancados tinham 15 e 14 anos e ficaram internados há menos de um mês.
Todos os adolescentes entrevistados afirmaram que a violência contra eles ocorre todos os dias na comunidade de tratamento. Segundo o relato, o tutor adulto da entidade, além de um jovem tutor, agrediu o preso com cassetetes. Além deles, um coordenador também foi acusado de agressão pelo jovem. O especialista Daniel Melo (Daniel Melo) destacou:
“Mesmo que não seja utilizado, apenas a existência de um bastão coberto e totalmente preparado, segurado por um vigilante, constituirá um mecanismo de tortura psicológica”.
Rodrigo *, de 16 anos, é um adolescente que passou três anos e um mês internado no hospital de Maanaim.
Alguns meses se passaram, mas os pastores nunca pensaram que ele estava “curado”. “Cada vez que fico mais zangado, cada vez que aumentam minha internação como punição.” Hoje, ele e a mãe moram no interior de Minas Gerais. “Mas tenho certeza de que morrerei lá e ficarei preso lá”, lembrou.
Ele foi detido à força quando tinha 11 anos e relatou ter sido espancado inúmeras vezes. Para ele, o pior momento na clínica foi quando teve que ver três monitores de madrugada atacando um menino de 12 anos que havia roubado um pacote de biscoitos de outro colega. Ele acrescentou: “Muitas pessoas nem mesmo lhes dizem o que vivem lá, porque se soubessem, ninguém acreditaria. Eu nunca disse a ninguém”.
Longe do mundo
Teoricamente, a comunidade de tratamento segue os métodos de reabilitação espalhados em 130 países.
Fique longe do mundo e das coisas do mundo. Essa é a primeira condição para o tratamento de dependentes químicos na modalidade Desafio Jovem de Maanaim de Itamonte.
A base do Programa de Treinamento e Discipulado do Evangelho é o isolamento social e o Evangelho Cristão. Em entrevista à Pública, o pastor Wagner Zanelatto, presidente do Projeto Desafio da Juventude Brasileira, explicou que o projeto exige “que as pessoas em tratamento fiquem longe do meio social e da interação que leva ao uso de drogas”.
Além do isolamento físico, os moradores também precisam “o mundo” com eles, mantendo distância de seus valores e costumes. No caso Maanaim, os adolescentes afirmaram que só podiam ouvir música gospel. Livros que não envolvem o Cristianismo são censurados e outras crenças são consideradas demônios.
Este método é descrito no documento Global Youth Challenge, consultado pela Pública. Na introdução do curso no Brasil, foi descrito da seguinte forma: “O objetivo da primeira etapa do tratamento é interromper o uso de drogas, tornar-se seguidor de Cristo e aprender o modo de vida cristão”.
O tratamento é baseado na chamada “nova pesquisa pessoal cristã”, um conjunto de cursos que inclui: memorização de escrituras, lições bíblicas e leitura pessoal. De acordo com o documento oficial do plano, a natureza do desafio da juventude é formada pela fé, oração, evangelismo e dependência do Espírito Santo.
A metodologia baseada no “Fator Jesus” foi criada por David Wilkerson nos Estados Unidos na década de 1960 e desde então se espalhou pelo mundo. No Brasil, o projeto foi difundido principalmente pelo livro de Wilkerson “The Cross and Dagger” (um livro best-seller sobre evangelismo juvenil) e pelo pregador do Conselho de Deus Americano Bernard Johnson (Bernard Johnson Jr) .O pastor organizou um evangelismo em grande escala movimento.
A origem do Desafio Jovem Maanaim é extraída desta fonte. O pastor Amarido Silva, o dono da comunidade de cura, recebeu treinamento no movimento cristão influenciado pelo trabalho de Wilkerson e foi aprovado no Conselho de Deus e no Movimento de Reavivamento Carismático Católico. O pastor está empenhado na missão de evangelizar os jovens, fundou a sua primeira comunidade terapêutica há 30 anos e hoje, além da sua própria igreja, existem quatro unidades, também chamadas de Maanaim. Para o pastor Amareldo, o vício é visto como um problema de origem espiritual, enquanto os efeitos do uso de drogas são vistos como uma manifestação do demônio. Em seu livro “Como expulsar fantasmas: a unção de que você precisa”, o pastor usou mais de 146 páginas para descrever como resolver piedosamente os casos mais comuns do que ele chama de demonismo: depressão, opressão e vício.
Nas suas palavras, no trabalho, relatou o caso de um jovem toxicodependente estagiário em Maanaim, que era “a personificação do demónio”. Ele descreveu como a libertou da “depressão, vício, possessão e promiscuidade de Orissas” por meio de orações e sessões de exorcismo.
Em uma entrevista, o pastor explicou que quando a psicologia, a medicina e outros métodos usados no mundo da cura falham, ele usa rituais de libertação para “vencer a guerra contra o diabo” e desencadear um “novo nascimento espiritual”. Semanalmente, ele fará o serviço de “quebrar a maldição” na unidade de Maanaim. Os rituais são freqüentemente muito ocupados, e as pessoas que “possuem” são “liberadas”. Aos olhos de alguns prisioneiros, esses rituais são emocionantes e ajudam a estabelecer uma conexão com Deus. Para outros, são apenas promulgações e insultos a outras religiões, especialmente as de ascendência africana. Segundo relatos, durante o serviço, os presos devem repetir as orações do padre, que disse entre outras coisas: “Desisto de Yamanja / Desisto da masturbação / Desisto do lesbianismo / Desisto da homossexualidade …”.
Além de receber treinamento em igrejas evangélicas, o pastor Amarildo Silva (Amarildo Silva) também já esteve quatro vezes nos Estados Unidos para participar do programa de treinamento “Desafio da Juventude” do Exército dos EUA.
“Fui lá para entender, para ver como eles faziam e para nos qualificar para trabalhar aqui”, disse ele à Pública em entrevista. Nos Estados Unidos, mais de 200 organizações usam esse método.
O plano era amplamente conhecido e apoiado por Bush no início dos anos 2000. Na época, a medida gerou polêmica. Em entrevista ao The New York Times, os pesquisadores apontaram a falta de evidências científicas confiáveis para comprovar os resultados positivos de adolescentes ao questionarem o método.
Recentemente, uma investigação realizada pelo Reveal do US Investigative News Center condenou 33 clínicas para jovens nos Estados Unidos por explorar ilegalmente o trabalho de prisioneiros.
De acordo com o artigo, “o plano de recuperação é recrutar usuários para uma forma de escravidão, obrigando-os a trabalhar de graça ou a trocar um centavo de dólar por sua estadia.”
Em uma escala global, o Desafio Jovem é uma aliança que une comunidades de tratamento, formula diretrizes de tratamento e traduz materiais em mais de 60 idiomas, mas não tem influência direta nas unidades registradas. Em entrevista à Pública, Randae Davis, representante do escritório global, afirmou que não tinha conhecimento de violações de direitos humanos na entidade de desafio à juventude. Ele também disse: “O plano acolhe a todos, mas porque é baseado na fé cristã, não pode aceitar o estilo de vida gay.” No Brasil, além da comunidade de Itamonte, existem outras 29 comunidades que foram certificadas com o Selo Desafio Jovem, que podem aplicar o programa de padronização de Estudos Bíblicos. Quatro das pessoas que usaram “Desafio Jovem” no nome apareceram no relatório oficial de reclamação e seu tratamento não era compatível. Ao contrário dos Estados Unidos, grande parte do trabalho aqui é financiado por fundos públicos.
Em 2019, a comunidade terapêutica em nome do “Desafio Jovem” recebeu 11,8 milhões de reais do Ministério da Cidadania.
O segundo maior valor de recurso pago à comunidade de tratamento é de 1,3 milhão de reais para o Desafio Juvenil da ETM (Escola de Treinamento Missionário), que é uma comunidade de tratamento que aplica o Programa Desafio da Juventude e se concentra no treinamento de igrejas missionárias. Até quatro anos atrás, a escola da missão fazia parte da Clínica do Pastor Amareldo.
“Mais um corpo para ganhar dinheiro”
Para a assistente social Andreza Almeida (Andreza Almeida), não há planos para permitir o tratamento eficaz da entidade. Isso ocorre porque “ignorar completamente o histórico médico único de cada paciente hospitalizado”. A partir das entrevistas com os presos e da observação do prontuário da unidade, Andreza acredita: “A história médica ou a trajetória de vida dos meninos não importa, eles são considerados as massas”. Outra organização lucrativa obtém recursos por meio de convênios públicos. Em muitos outros aspectos, o modelo de tratamento não está de acordo com os regulamentos desses centros de reabilitação no Brasil. Isso não é novidade. Em 2017, durante a Vistoria Nacional de Tratamento Comunitário, foram apontadas violações da função Maanaim. Na ocasião, foi apontado que não havia uma equipe técnica qualificada e um plano de tratamento único para cada adolescente – situação que violava as normas básicas dos editais de financiamento público.
Também em 2018, o Fundo de Previdência Obrigatória lançou uma investigação para investigar e procurou pressionar o órgão responsável a agir após a descoberta da violação. O despacho elaborado pelo MPF descreveu em detalhes a ilegalidade desse tratamento e mencionou: “A punição imposta aos presos na comunidade de tratamento Maanaim é muito próxima da tortura”. O documento foi encaminhado à Secretaria Nacional de Política de Drogas (Senad) e à Controladoria do Estado de Minas Gerais (CGU), responsável pelo financiamento da vaga do Maanaim, solicitando ações de controle. Na ocasião, o MPF encaminhou carta ao pastor Amarildo, diretor da entidade, solicitando melhorias na remuneração e ajustes na legislação. “Mas, infelizmente, depois disso, vimos que as medidas extrajudiciais foram esgotadas”, disse Lucas Gualtieri, o promotor encarregado da investigação.
As denúncias publicadas e os procedimentos iniciados pelo MPF há três anos não são suficientes para coibir as infrações ou controlar o repasse de recursos ao Desafio Jovem Maanaim. Em 2020, a unidade juvenil visitada pela Pública continuará a receber apoio de recursos públicos. Em setembro, 82% das matrículas matriculadas eram custeadas por fundos federais ou municipais. O governo paga 1.596,44 reais por mês para cada adolescente internado por meio de convênio federal. O valor pago pela prefeitura fica entre 800 reais e 1.200 reais.
No ano passado, R $ 820.636,74 na esfera federal foram utilizados para custear internações nos quatro departamentos do Desafio Jovem Maanaim, próximo a Itamonte – um atendendo adolescentes, outro atendendo mulheres de todas as idades e duas fazendas. “Sempre contamos com orçamentos públicos”, confirmou o proprietário da Maanaim, pastor Amarildo Silva, em entrevista. Segundo o Diário Oficial, considerando que nos últimos cinco anos, além do convênio com Brasília, a comunidade de tratamento recebeu financiamento de pelo menos 12 cidades.
Mas não só isso.
Em 2019, Maanaim recebeu 150 mil reais do pastor associado Vanderlei Miranda (MDB) por meio de uma emenda parlamentar para a compra de uma van.
O investimento público abrangente da entidade não é acompanhado pelo mesmo controle de qualidade confiável. De acordo com as recomendações do plano oficial de monitoramento, Publika questionou a administração da entidade sobre as fiscalizações em âmbito federal, mas não obteve resposta específica, nem forneceu documentos que comprovem a fiscalização do controle de qualidade do tratamento. Durante três semanas, a reportagem convocou entrevistas com representantes da Secretaria Nacional de Prevenção e Atenção às Drogas (Senapred), órgão do Ministério da Cidadania responsável pelo atendimento às comunidades. Mas até este artigo ser publicado, não houve resposta.
“Como uma máfia”
A farmacêutica Stefania *, de 34 anos, entrou em contato com Maanaim pela primeira vez como estagiária em 2013. Em fevereiro de 2019, ela voltou à comunidade de tratamento como voluntária para cuidar de jovens. Lá, ela se apaixonou por um trabalhador (o nome do assistente do pastor na hierarquia evangélica), se comprometeu e tentou manter a rotina de trabalhar 24 horas por dia sem receber salário. “Não suporto mais ser um cúmplice ridículo”, lembrou.
Enquanto trabalhava no Departamento de Mulheres de Manem, ele viu meninas sendo espancadas quase todos os dias. “Estou cansada de ver uma adolescente amarrada e usando drogas por causa da rebelião”, disse ela ao relatório. Stefania explicou que uma das estratégias de controle dos presos é o uso de drogas. “Por exemplo, existe um 100 mg de neozine [um antipsicótico com efeito sedativo], uma receita deixada por um interno que o toma, armazena e usa quando precisa deter alguns insurgentes”, explicou.
Durante a fiscalização realizada em outubro, ficou claro que não havia prescrição médica de medicamentos para o menor fugido. Ao consultar o prontuário do adolescente, não foi encontrada receita para o medicamento que recebeu do monitor. “Eles injetaram Haldol Decanoato (um antipsicótico forte) sem fazer nenhum procedimento. Na rede de saúde, esse medicamento só pode ser usado no acompanhamento”, disse Andresa Almeida. De acordo com a bula, o medicamento só deve ser usado por adultos e uma vez por mês. “Foi relatado que aplicaram a esse adolescente a cada duas semanas, o que era ridículo”, lembrou Andresa.
Durante o exame, a psicóloga Janaína Dornas verificou o prontuário do adolescente que parecia drogado e constatou que faltava a prescrição mais recente. “O remédio dado a esse adolescente em outubro não tinha receita médica registrada. Quando perguntei ao médico responsável sobre o remédio, ele não respondeu. Obviamente, ele nem sabia que remédio havia sido prescrito.” Janana disse. O selo da receita antiga é do médico da entidade, o dermatologista Guilherme Mota Langiott. Quando questionado, ele não respondeu a perguntas públicas sobre a falta de receitas atualizadas.
“Era assim quando eu trabalhava lá: as pessoas tinham explicado a situação para o médico e ele prescreveu. Se faltar algum remédio, o coordenador geral vai buscar diretamente na farmácia do município ou na esposa do pastor (enfermeira-chefe de Santa Casa).) Tome remédio “, explicou Stefania.
Stefania acredita que as violações de Maanaim continuarão ocorrendo porque o pastor Amarildo tem grande reputação e poder na área. Em sua página no Facebook, inúmeros são os relatos sobre o apoio de ex-presidiários e familiares que lhe agradecem por sua recuperação em Maanaim. Além de presidir a entidade, Amarido também possui uma igreja popular nesta pequena cidade de 15.000 habitantes. Dois outros funcionários da comunidade de tratamento ocupam cargos na prefeitura. Um dos administradores, Lucas Ferraz (Lucas Ferraz) é o atual ministro do Desenvolvimento Social, enquanto a filha da psicóloga e pastora Rebecca Silva (Rebecca Silva) trabalha na rede municipal de saúde. Em 2020, Marcos Vinícius Castro, outro administrador da entidade, concorre à MP do PDT.
Stefania disse: “Eles não têm medo de fazer as suas próprias coisas porque estão com muito calor nas costas”. Enquanto trabalhava na organização, o farmacêutico ouviu que as mães chamavam o padre para denunciar os filhos por violência. Para ela, “Amarildo finge não saber o que vai acontecer dentro da clínica, mas sabe. Tudo funciona como uma máfia”, concluiu. Publica perguntou ao pastor Amarildo sobre as queixas relatadas pelos jovens e suas famílias. “Somos caluniados. Trabalho aqui há 30 anos e tenho algumas pessoas que entendem meu trabalho e outras que dizem que 90% são mentiras”, disse. Em relação à violência física, o pastor disse que “os meninos foram induzidos pelo inspetor [fiscal] a mentir porque queriam ir embora”. Segundo Amarido, “Viciados, viciados em drogas, principalmente meus adolescentes mentem sobre tudo. Eles são manipuladores”.
Em entrevista, quando questionado sobre o bastão encontrado na reportagem, Amarido disse “sem bastão, sem bastão”.
Sobre o fato do adolescente ser colocado no monitor e olhando para os outros presos, Amarildo disse que essa abordagem é benéfica porque “você dá ao adolescente um papel de fazer ele se sentir valorizado”. O pastor também explicou que controlar a comunicação entre os presos e o mundo – monitorando ligações e cartas – é necessário para evitar que os jovens entrem em contato com traficantes de drogas. “Todos os casos de condenação que eu encontrei aqui, eu provei que isso não é verdade, a gente vai cuidar dessa parte. A prova é que já estamos trabalhando há 30 anos. Nessa área, todo mundo conhece o nosso trabalho aqui: o serviço social Ator, juiz, promotor ”, concluiu o pastor.
Os nomes dos adolescentes e de certas fontes foram alterados para proteger suas identidades e evitar retaliação.
Adolescentes denunciam tortura e mostram marcas de violência em comunidade terapêutica evangélica
No dia em que Mateus * tentou fugir, estava muito calor. Era quase meio-dia, e esse garoto de 15 anos de olhos e pele escuros teve esse impulso. Eu não fiz planos. Pouco antes do almoço, ele percebeu que estava sozinho e ninguém estava olhando, então ele saiu correndo. Correu ao longo da fazenda até chegar à BR-354, que passava pela cidade de Itamonte em Minas Gerais e seguia pela divisa da Serra do Itatiaia em direção ao Rio de Janeiro. O desesperado Mateus trota no asfalto quente, sentindo o corpo todo ferver.
Sob o sol escaldante, ele se lembrou de correr por mais de 40 minutos. Até que uma caminhonete prateada se aproximou e parou na beira da estrada, o menino avistou o monitor da comunidade do Desafio Juvenil Maanaim, onde estava internado há quase nove meses. Entre socos e chutes, o homem de grande porte mandou o menino para dentro do carro sem precisar de muito esforço. De acordo com o relato do jovem, ao dirigir, o líder do esquadrão gritou e deu um tapa em Mateus, que estava exausto e se retirou para a porta do passageiro.
A viagem foi rápida, e em 15 minutos eles voltaram para a unidade juvenil da comunidade de cura do pastor Amarildo Silva, onde havia outras quatro unidades e uma igreja evangélica de mesmo nome. Conforme contou o relatório, assim que o carro parou, Matteus foi retirado do carro e levado para uma pequena sala ao lado do escritório para pegar mais coisas.
A violência é suficiente para fazer com que outros adolescentes da comunidade de tratamento ouçam o grito de Mateus por socorro do terreno onde fica o dormitório, conforme descrito no relatório.
“Desde então ele ficou assim: um olhar sem graça. Isso por causa do remédio que deram para ele, senhora”, explicou outro adolescente que havia internado na entidade. Colegas disseram que Matthew está muito animado desde que foi recapturado.
A psicóloga Janaína Dornas confirmou no dia 2 de outubro que a adolescente havia tomado antipsicóticos e sedativos sem receita médica.Na ocasião, um órgão público visitou a comunidade de tratamento após uma fiscalização de representantes do Mecanismo Nacional de Combate à Tortura da Linha de Frente Minera. Drogas e Direitos Humanos, Instituto de Direitos Humanos e Secretaria de Estado de Saúde Mental de Minas Gerais.
No alto da Serra da Mantiqueira, nos arredores do pequeno município de Itamonte, o centro de reabilitação de drogados promete curar todos os dependentes químicos com a palavra de Deus.
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A Maanaim tem sido financiada publicamente por mais de 15 anos e executa um plano de tratamento importado dos Estados Unidos com base em estudos bíblicos e isolamento social. A fiscalização da Comunidade Terapêutica Desafio Jovem Maanaim foi deliberada pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito de inquérito civil público, que ainda está em andamento em 2017 para apurar denúncias de infrações dentro da entidade. No início de outubro de 2020, o relatório foi acompanhado pelo convite do grupo de trabalho e descobriu que 38 meninos seriam submetidos a crenças religiosas diárias, ameaças e violência física.
Participaram da visita cinco psicólogos, uma assistente social, um historiador e um especialista do mecanismo nacional de combate à tortura. Em uma manhã quente de sexta-feira, 2 de outubro, a equipe de pesquisa, além de Mateus, também encontrou meninos com sinais de agressão nos corpos de outros meninos da comunidade de tratamento (segundo relatos de adolescentes). Luís Felipe *, de 16 anos, tem uma ferida nas costas de difícil cicatrização: quando a ferida se forma, um golpe de vassoura reabre a ferida. Um adolescente que presenciou a cena há poucos dias disse que o cabo de madeira interrompeu as costas do menino e a força do golpe foi tão grande que o atingiu.
Além do ferimento nas costas, Luís Felipe também tinha uma marca verde-roxa do tamanho de um sabão em uma das panturrilhas, um hematoma na nuca e sinais de inchaço ao redor da boca.
A lesão mais recente marcará o menor sendo punido pela vigilância por violar as regras de tratamento do Desafio Jovem Maanaim, onde foi internado por acordo entre a entidade e o governo federal.
Há cerca de 25 dias, nesta entidade, o adolescente tentou dar sinais de agressão à mãe durante uma videochamada monitorada pela coordenadora do centro de reabilitação. “Eu e meu filho sabemos falar sem palavras. Na última ligação, ele tentou me mostrar essas marcas, como se não tivesse nada, para ninguém perceber”, disse a mãe do adolescente. Luís Felipe sabia que se condenasse o abuso, iria receber mais.
Sua família temia que, quando ele estava na indústria de tratamento, sua vida estivesse nas mãos do pastor que dirigia a instituição. Portanto, neste artigo, os nomes dos adolescentes e membros da família na comunidade de tratamento foram alterados. “Estou muito preocupada que essa reclamação leve a mais punições. Luis Felipe me disse que tinha medo de morrer ali”, disse sua mãe. O medo de imaginar uma criança morrendo na comunidade de tratamento não é infundado. Há dois meses, um adolescente foi assassinado na mesma instituição, onde ficou internado por sete meses, tentando se recuperar do uso nocivo de drogas.
Em agosto, três adolescentes limparam o chiqueiro sem atendimento até que, durante uma discussão, um preso atingiu Lucas Pedreira Rosa com uma enxada na cabeça, causando-lhe a morte. Estamos aqui para contar a história de Lucas.
Isolamento, trabalho e religião
Durante o exame, Pública entrevistou 11 adolescentes hospitalizados. Meninos entre 12 e 16 anos relataram que se sentiam prejudicados pelo uso de drogas e desejavam receber tratamento. Quase todos foram hospitalizados em busca de ajuda. “Ouvi dizer que há médicos, médicos e psicólogos aqui, então minha mãe e eu pensamos que eu receberia tratamento”, suspirou um menino de 14 anos em voz baixa. No entanto, em troca da promessa de tratamento, os jovens vivem uma vida de isolamento, trabalho e religião todos os dias. Quando eles não estão trancados na sala, eles se engajam no discipulado bíblico ou limpam a comunidade de cura. Eles dão aulas de psicologia sobre “desenvolvimento pessoal” duas vezes por semana e, em algumas tardes, podem jogar futebol ou bilhar.
Segundo relatos, devido à vigilância e ameaças constantes, os procedimentos de rotina são mantidos. Uma estagiária disse: “Aqui, se você cantar um samba, uma música que não é de Deus, você vai ser punido.” Segundo relatos, quem se recusa a fazer algumas tarefas de parturoterapia, como carregar blocos de construção ao sol, Também será punido.
Todos devem participar do serviço. Os presidiários só podem conversar com seus familiares em uma conversa de 10 minutos, no máximo uma vez por semana, e são sempre acompanhados pelo coordenador.
As cartas aos familiares são lidas pelo monitor. Os meninos disseram que, quando alguém infringe as regras, pode ser punido em diversos graus: tomar banho frio, dormir sem colchão, ser trancado em um quarto, esbofeteado, espancado com pau de madeira ou tomar psicotrópicos.
“É uma grande mentira fazer tratamento. O que existe é um programa para treinar corpo e mente”, disse Andreza Almeida, assistente social que acompanhou o exame no Maanaim. “Visitamos um galpão para jovens carentes que estão em tratamento compulsório sem base científica e com preconceito na prisão”.
Para Daniel Melo, especialista em mecanismo nacional de combate à tortura, “o que vemos é uma total falta de métodos de saúde”. O responsável pela “consulta de tratamento religioso”, controlando os presos e até mesmo distribuindo drogas, é o tutor, geralmente um adolescente que está há muito tempo internado ou um ex-presidiário que trabalha para a entidade.
A fiscalização revelou que, superficialmente, Maanaim contava com psicólogos e enfermeiras, mas esses profissionais apareciam ocasionalmente e não estavam envolvidos no dia a dia da entidade. “Não há preparação e a equipe não recebeu treinamento para lidar com os jovens. Sem ferramentas, eles recorrem às ferramentas mais primitivas, como o uso da força”, analisou Melo. “Acho que se eu vier aqui vai ter uma chance melhor. Na rua, fui ameaçado e espancado pela polícia … O problema é que quando eu chego aqui, vejo que tudo é na base de um golpe “, Desabafou um menino de 15 anos.
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CLinicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras
Ele disse que enquanto o prisioneiro estava acompanhado por outra unidade da clínica, alguém assobiou para uma menina. Quando os meninos voltaram para a unidade, os dois meninos foram conduzidos à sala de monitoramento. “Aí começou: bofetada, pontapé, soco.” Dois adolescentes espancados relataram que, ao espancá-los, um monitor da clínica coordenadora disse: “Sua menina, assobiar é tão desrespeitoso, você acha que ela se interessaria por drogas viciados? “. Essa história foi confirmada por outros dois presos que viram esses adolescentes sendo levados para a sala de vigilância. Os meninos espancados tinham 15 e 14 anos e ficaram internados há menos de um mês.
Todos os adolescentes entrevistados afirmaram que a violência contra eles ocorre todos os dias na comunidade de tratamento. Segundo o relato, o tutor adulto da entidade, além de um jovem tutor, agrediu o preso com cassetetes. Além deles, um coordenador também foi acusado de agressão pelo jovem. O especialista Daniel Melo (Daniel Melo) destacou:
“Mesmo que não seja utilizado, apenas a existência de um bastão coberto e totalmente preparado, segurado por um vigilante, constituirá um mecanismo de tortura psicológica”.
Rodrigo *, de 16 anos, é um adolescente que passou três anos e um mês internado no hospital de Maanaim.
Alguns meses se passaram, mas os pastores nunca pensaram que ele estava “curado”. “Cada vez que fico mais zangado, cada vez que aumentam minha internação como punição.” Hoje, ele e a mãe moram no interior de Minas Gerais. “Mas tenho certeza de que morrerei lá e ficarei preso lá”, lembrou.
Ele foi detido à força quando tinha 11 anos e relatou ter sido espancado inúmeras vezes. Para ele, o pior momento na clínica foi quando teve que ver três monitores de madrugada atacando um menino de 12 anos que havia roubado um pacote de biscoitos de outro colega. Ele acrescentou: “Muitas pessoas nem mesmo lhes dizem o que vivem lá, porque se soubessem, ninguém acreditaria. Eu nunca disse a ninguém”.
Longe do mundo
Teoricamente, a comunidade de tratamento segue os métodos de reabilitação espalhados em 130 países.
Fique longe do mundo e das coisas do mundo. Essa é a primeira condição para o tratamento de dependentes químicos na modalidade Desafio Jovem de Maanaim de Itamonte.
A base do Programa de Treinamento e Discipulado do Evangelho é o isolamento social e o Evangelho Cristão. Em entrevista à Pública, o pastor Wagner Zanelatto, presidente do Projeto Desafio da Juventude Brasileira, explicou que o projeto exige “que as pessoas em tratamento fiquem longe do meio social e da interação que leva ao uso de drogas”.
Além do isolamento físico, os moradores também precisam “o mundo” com eles, mantendo distância de seus valores e costumes. No caso Maanaim, os adolescentes afirmaram que só podiam ouvir música gospel. Livros que não envolvem o Cristianismo são censurados e outras crenças são consideradas demônios.
Este método é descrito no documento Global Youth Challenge, consultado pela Pública. Na introdução do curso no Brasil, foi descrito da seguinte forma: “O objetivo da primeira etapa do tratamento é interromper o uso de drogas, tornar-se seguidor de Cristo e aprender o modo de vida cristão”.
O tratamento é baseado na chamada “nova pesquisa pessoal cristã”, um conjunto de cursos que inclui: memorização de escrituras, lições bíblicas e leitura pessoal. De acordo com o documento oficial do plano, a natureza do desafio da juventude é formada pela fé, oração, evangelismo e dependência do Espírito Santo.
A metodologia baseada no “Fator Jesus” foi criada por David Wilkerson nos Estados Unidos na década de 1960 e desde então se espalhou pelo mundo. No Brasil, o projeto foi difundido principalmente pelo livro de Wilkerson “The Cross and Dagger” (um livro best-seller sobre evangelismo juvenil) e pelo pregador do Conselho de Deus Americano Bernard Johnson (Bernard Johnson Jr) .O pastor organizou um evangelismo em grande escala movimento.
A origem do Desafio Jovem Maanaim é extraída desta fonte. O pastor Amarido Silva, o dono da comunidade de cura, recebeu treinamento no movimento cristão influenciado pelo trabalho de Wilkerson e foi aprovado no Conselho de Deus e no Movimento de Reavivamento Carismático Católico. O pastor está empenhado na missão de evangelizar os jovens, fundou a sua primeira comunidade terapêutica há 30 anos e hoje, além da sua própria igreja, existem quatro unidades, também chamadas de Maanaim. Para o pastor Amareldo, o vício é visto como um problema de origem espiritual, enquanto os efeitos do uso de drogas são vistos como uma manifestação do demônio. Em seu livro “Como expulsar fantasmas: a unção de que você precisa”, o pastor usou mais de 146 páginas para descrever como resolver piedosamente os casos mais comuns do que ele chama de demonismo: depressão, opressão e vício.
Nas suas palavras, no trabalho, relatou o caso de um jovem toxicodependente estagiário em Maanaim, que era “a personificação do demónio”. Ele descreveu como a libertou da “depressão, vício, possessão e promiscuidade de Orissas” por meio de orações e sessões de exorcismo.
Em uma entrevista, o pastor explicou que quando a psicologia, a medicina e outros métodos usados no mundo da cura falham, ele usa rituais de libertação para “vencer a guerra contra o diabo” e desencadear um “novo nascimento espiritual”. Semanalmente, ele fará o serviço de “quebrar a maldição” na unidade de Maanaim. Os rituais são freqüentemente muito ocupados, e as pessoas que “possuem” são “liberadas”. Aos olhos de alguns prisioneiros, esses rituais são emocionantes e ajudam a estabelecer uma conexão com Deus. Para outros, são apenas promulgações e insultos a outras religiões, especialmente as de ascendência africana. Segundo relatos, durante o serviço, os presos devem repetir as orações do padre, que disse entre outras coisas: “Desisto de Yamanja / Desisto da masturbação / Desisto do lesbianismo / Desisto da homossexualidade …”.
Além de receber treinamento em igrejas evangélicas, o pastor Amarildo
Silva (Amarildo Silva) também já esteve quatro vezes nos Estados Unidos para participar do programa de treinamento “Desafio da Juventude” do Exército dos EUA. “Fui lá para entender, para ver como eles faziam e para nos qualificar para trabalhar aqui”, disse ele à Pública em entrevista. Nos Estados Unidos, mais de 200 organizações usam esse método. O plano era amplamente conhecido e apoiado por Bush no início dos anos 2000. Na época, a medida gerou polêmica. Em entrevista ao The New York Times, os pesquisadores apontaram a falta de evidências científicas confiáveis para comprovar os resultados positivos de adolescentes ao questionarem o método.
Recentemente, uma investigação realizada pelo Reveal do US Investigative News Center condenou 33 clínicas para jovens nos Estados Unidos por explorar ilegalmente o trabalho de prisioneiros.
De acordo com o artigo, “o plano de recuperação é recrutar usuários para uma forma de escravidão, obrigando-os a trabalhar de graça ou a trocar um centavo de dólar por sua estadia.”
Em uma escala global, o Desafio Jovem é uma aliança que une comunidades de tratamento, formula diretrizes de tratamento e traduz materiais em mais de 60 idiomas, mas não tem influência direta nas unidades registradas. Em entrevista à Pública, Randae Davis, representante do escritório global, afirmou que não tinha conhecimento de violações de direitos humanos na entidade de desafio à juventude. Ele também disse: “O plano acolhe a todos, mas porque é baseado na fé cristã, não pode aceitar o estilo de vida gay.” No Brasil, além da comunidade de Itamonte, existem outras 29 comunidades que foram certificadas com o Selo Desafio Jovem, que podem aplicar o programa de padronização de Estudos Bíblicos. Quatro das pessoas que usaram “Desafio Jovem” no nome apareceram no relatório oficial de reclamação e seu tratamento não era compatível. Ao contrário dos Estados Unidos, grande parte do trabalho aqui é financiado por fundos públicos.
Em 2019, a comunidade terapêutica em nome do “Desafio Jovem” recebeu 11,8 milhões de reais do Ministério da Cidadania.
O segundo maior valor de recurso pago à comunidade de tratamento é de 1,3 milhão de reais para o Desafio Juvenil da ETM (Escola de Treinamento Missionário), que é uma comunidade de tratamento que aplica o Programa Desafio da Juventude e se concentra no treinamento de igrejas missionárias. Até quatro anos atrás, a escola da missão fazia parte da Clínica do Pastor Amareldo.
“Mais um corpo para ganhar dinheiro”
Para a assistente social Andreza Almeida (Andreza Almeida), não há planos para permitir o tratamento eficaz da entidade. Isso ocorre porque “ignorar completamente o histórico médico único de cada paciente hospitalizado”. A partir das entrevistas com os presos e da observação do prontuário da unidade, Andreza acredita: “A história médica ou a trajetória de vida dos meninos não importa, eles são considerados as massas”. Outra organização lucrativa obtém recursos por meio de convênios públicos. Em muitos outros aspectos, o modelo de tratamento não está de acordo com os regulamentos desses centros de reabilitação no Brasil. Isso não é novidade. Em 2017, durante a Vistoria Nacional de Tratamento Comunitário, foram apontadas violações da função Maanaim. Na ocasião, foi apontado que não havia uma equipe técnica qualificada e um plano de tratamento único para cada adolescente – situação que violava as normas básicas dos editais de financiamento público.
Também em 2018, o Fundo de Previdência Obrigatória lançou uma investigação para investigar e procurou pressionar o órgão responsável a agir após a descoberta da violação. O despacho elaborado pelo MPF descreveu em detalhes a ilegalidade desse tratamento e mencionou: “A punição imposta aos presos na comunidade de tratamento Maanaim é muito próxima da tortura”. O documento foi encaminhado à Secretaria Nacional de Política de Drogas (Senad) e à Controladoria do Estado de Minas Gerais (CGU), responsável pelo financiamento da vaga do Maanaim, solicitando ações de controle. Na ocasião, o MPF encaminhou carta ao pastor Amarildo, diretor da entidade, solicitando melhorias na remuneração e ajustes na legislação. “Mas, infelizmente, depois disso, vimos que as medidas extrajudiciais foram esgotadas”, disse Lucas Gualtieri, o promotor encarregado da investigação.
As denúncias publicadas e os procedimentos iniciados pelo MPF há três anos
não são suficientes para coibir as infrações ou controlar o repasse de recursos ao Desafio Jovem Maanaim. Em 2020, a unidade juvenil visitada pela Pública continuará a receber apoio de recursos públicos. Em setembro, 82% das matrículas matriculadas eram custeadas por fundos federais ou municipais. O governo paga 1.596,44 reais por mês para cada adolescente internado por meio de convênio federal. O valor pago pela prefeitura fica entre 800 reais e 1.200 reais.
No ano passado, R $ 820.636,74 na esfera federal foram utilizados para custear internações nos quatro departamentos do Desafio Jovem Maanaim, próximo a Itamonte – um atendendo adolescentes, outro atendendo mulheres de todas as idades e duas fazendas. “Sempre contamos com orçamentos públicos”, confirmou o proprietário da Maanaim, pastor Amarildo Silva, em entrevista. Segundo o Diário Oficial, considerando que nos últimos cinco anos, além do convênio com Brasília, a comunidade de tratamento recebeu financiamento de pelo menos 12 cidades.
Mas não só isso. Em 2019, Maanaim recebeu 150 mil reais do pastor associado Vanderlei Miranda (MDB) por meio de uma emenda parlamentar para a compra de uma van. O investimento público abrangente da entidade não é acompanhado pelo mesmo controle de qualidade confiável. De acordo com as recomendações do plano oficial de monitoramento, Publika questionou a administração da entidade sobre as fiscalizações em âmbito federal, mas não obteve resposta específica, nem forneceu documentos que comprovem a fiscalização do controle de qualidade do tratamento. Durante três semanas, a reportagem convocou entrevistas com representantes da Secretaria Nacional de Prevenção e Atenção às Drogas (Senapred), órgão do Ministério da Cidadania responsável pelo atendimento às comunidades. Mas até este artigo ser publicado, não houve resposta.
“Como uma máfia”
A farmacêutica Stefania *, de 34 anos, entrou em contato com Maanaim pela primeira vez como estagiária em 2013. Em fevereiro de 2019, ela voltou à comunidade de tratamento como voluntária para cuidar de jovens. Lá, ela se apaixonou por um trabalhador (o nome do assistente do pastor na hierarquia evangélica), se comprometeu e tentou manter a rotina de trabalhar 24 horas por dia sem receber salário. “Não suporto mais ser um cúmplice ridículo”, lembrou.
Enquanto trabalhava no Departamento de Mulheres de Manem, ele viu meninas sendo espancadas quase todos os dias. “Estou cansada de ver uma adolescente amarrada e usando drogas por causa da rebelião”, disse ela ao relatório. Stefania explicou que uma das estratégias de controle dos presos é o uso de drogas. “Por exemplo, existe um 100 mg de neozine [um antipsicótico com efeito sedativo], uma receita deixada por um interno que o toma, armazena e usa quando precisa deter alguns insurgentes”, explicou.
Durante a fiscalização realizada em outubro, ficou claro que não havia prescrição médica de medicamentos para o menor fugido. Ao consultar o prontuário do adolescente, não foi encontrada receita para o medicamento que recebeu do monitor. “Eles injetaram Haldol Decanoato (um antipsicótico forte) sem fazer nenhum procedimento. Na rede de saúde, esse medicamento só pode ser usado no acompanhamento”, disse Andresa Almeida. De acordo com a bula, o medicamento só deve ser usado por adultos e uma vez por mês. “Foi relatado que aplicaram a esse adolescente a cada duas semanas, o que era ridículo”, lembrou Andresa.
Durante o exame, a psicóloga Janaína Dornas verificou o prontuário do adolescente que parecia drogado e constatou que faltava a prescrição mais recente. “O remédio dado a esse adolescente em outubro não tinha receita médica registrada. Quando perguntei ao médico responsável sobre o remédio, ele não respondeu. Obviamente, ele nem sabia que remédio havia sido prescrito.” Janana disse. O selo da receita antiga é do médico da entidade, o dermatologista Guilherme Mota Langiott. Quando questionado, ele não respondeu a perguntas públicas sobre a falta de receitas atualizadas.
“Era assim quando eu trabalhava lá: as pessoas tinham explicado a situação para o médico e ele prescreveu. Se faltar algum remédio, o coordenador geral vai buscar diretamente na farmácia do município ou na esposa do pastor (enfermeira-chefe de Santa Casa).) Tome remédio “, explicou Stefania.
Stefania acredita que as violações de Maanaim continuarão ocorrendo
porque o pastor Amarildo tem grande reputação e poder na área. Em sua página no Facebook, inúmeros são os relatos sobre o apoio de ex-presidiários e familiares que lhe agradecem por sua recuperação em Maanaim. Além de presidir a entidade, Amarido também possui uma igreja popular nesta pequena cidade de 15.000 habitantes. Dois outros funcionários da comunidade de tratamento ocupam cargos na prefeitura. Um dos administradores, Lucas Ferraz (Lucas Ferraz) é o atual ministro do Desenvolvimento Social, enquanto a filha da psicóloga e pastora Rebecca Silva (Rebecca Silva) trabalha na rede municipal de saúde. Em 2020, Marcos Vinícius Castro, outro administrador da entidade, concorre à MP do PDT.
Stefania disse: “Eles não têm medo de fazer as suas próprias coisas porque estão com muito calor nas costas”. Enquanto trabalhava na organização, o farmacêutico ouviu que as mães chamavam o padre para denunciar os filhos por violência. Para ela, “Amarildo finge não saber o que vai acontecer dentro da clínica, mas sabe. Tudo funciona como uma máfia”, concluiu. Publica perguntou ao pastor Amarildo sobre as queixas relatadas pelos jovens e suas famílias. “Somos caluniados. Trabalho aqui há 30 anos e tenho algumas pessoas que entendem meu trabalho e outras que dizem que 90% são mentiras”, disse. Em relação à violência física, o pastor disse que “os meninos foram induzidos pelo inspetor [fiscal] a mentir porque queriam ir embora”. Segundo Amarido, “Viciados, viciados em drogas, principalmente meus adolescentes mentem sobre tudo. Eles são manipuladores”.
Em entrevista, quando questionado sobre o bastão encontrado na reportagem, Amarido disse “sem bastão, sem bastão”. Sobre o fato do adolescente ser colocado no monitor e olhando para os outros presos, Amarildo disse que essa abordagem é benéfica porque “você dá ao adolescente um papel de fazer ele se sentir valorizado”. O pastor também explicou que controlar a comunicação entre os presos e o mundo – monitorando ligações e cartas – é necessário para evitar que os jovens entrem em contato com traficantes de drogas. “Todos os casos de condenação que eu encontrei aqui, eu provei que isso não é verdade, a gente vai cuidar dessa parte. A prova é que já estamos trabalhando há 30 anos. Nessa área, todo mundo conhece o nosso trabalho aqui: o serviço social Ator, juiz, promotor ”, concluiu o pastor.
Os nomes dos adolescentes e de certas fontes foram alterados para proteger suas identidades e evitar retaliação.
A família de um dependente químico sofre muito com o as atitudes e os comportamentos do adicto, e esse sofrimento pode ser um dos principais argumentos para interná-lo de forma involuntária, independente se ele utiliza bebidas alcoólicas ou drogas. As pessoas dessa família sentem-se muito angustiadas, sejam elas a mãe , o pai, o marido, a esposa, os filhos, é uma situação muito traumatizante.
Os familiares se sentem muito aflitos pela situação em que se encontra o seu ente querido, devemos entender que a dependência química afeta psicologicamente todas as pessoas que estão a sua volta.
Uma das tarefas mais difíceis dos familiares é tentar convencer o dependente químico a se tratar por conta própria, mais difícil ainda é se ele se recusar e a família der entrada em uma internação involuntária.
Quando o adicto é considerado incapaz de tomar decisões cabíveis por conta própria, a decisão da internação involuntária pode soar como um absurdo, como uma violação de seus direitos e garantias fundamentais. Porém, o sofrimento gerado no ambiente familiar pelo uso excessivo das substâncias químicas não deve ser ignorado e deve ser levado em consideração por todos os envolvidos, pois essas famílias também tem o direito de viverem em paz e harmonia.
O método de internação involuntário (neste caso iremos incluir nesta definição a internação compulsória também (internação com aval de um juiz), é um passo muito difícil, mas necessário. Devemos compreender as reais necessidades dos envolvidos e tomar atitudes para que não ocorra algo de grave com ninguém.
Este método de internação geralmente não tem sido apropriadamente realizado, seja no serviços de saúde ou pelos órgãos judiciais. Existe um grande número de fatores que explicam essa inapropriação, mas não temos como detalhar nesse texto. É importante sempre fazer uma reflexão, pois se trata de um caso complexo, não é algo fácil que se deve fazer do dia para noite.
Neste texto falaremos a respeito de como ocorre a internação psiquiátrica obrigatória, seja ela de forma involuntária ou compulsória. A modalidade compulsória terá destaque especial por se tratar de uma decisão emitida pelo juiz. Alguns direitos humanos e fundamentais do cidadão devem ser respeitados nessas duas modalidades de internação, o dependente químico deve ser acolhido na clínica de reabilitação com dignidade, sem violência.
Existem muitos conflitos e debates com relação aos direitos das pessoas que sofrem com dependência química e que precisam ser internadas de maneira involuntária, são muitos especialistas e teorias criadas por estes que englobam uma vasta quantidade de opiniões.
Como ocorre a internação involuntária de uma pessoa?
Desde o ano de 2001, a legislação brasileira prevê que quando o indivíduo apresenta risco a sua saúde e a comunidade, ele deve ser internado independente do método utilizado para ocorrer a internação.
Atualmente, as regras para internação voluntária são baseadas na lei 10.216, do dia 6 de Abril de 2001. No artigo 6º desta lei, parágrafo único, inciso III, prevê que uma das possibilidades de internação deve ser sem o consentimento do adicto. Essa escolha deverá ser feita e solicitada na forma escrita por um familiar ou responsável legal do adicto.
Dentre os principais riscos que podem levar a uma internação involuntária citaremos os seguintes:
Risco social – quando o dependente químico toma atitudes em determinadas situações que podem levar riscos potenciais a certas pessoas. É uma forma de preservar a integridade física das pessoas que convivem em sociedade. Uma pessoa viciada não tem o controle de suas atitudes, geralmente foge de casa para consumir as drogas, frequenta lugares violentos, se envolve com marginais, traficantes e comumente prática atitudes violentas com outras pessoas.
Risco à saúde – esse é outro grande problema que pode levar o dependente químico a ser internado sem que ele queira. Quando o uso indiscriminado das drogas pode gerar consequências negativas para sua saúde física, emocional e psicológica, ele deve iniciar o tratamento. Todos os adictos que estão em crise se encaixam perfeitamente nesse grupo de risco, os efeitos a longo prazo do uso das drogas são muito ruins e podem levar a pessoa à óbito. Somente profissionais da área da saúde podem intervir nessas situações. Muitas vezes nós podemos observar que o Sistema Único de Saúde brasileiro, o SUS, não consegue atender a demanda de internações involuntárias para pessoas que estão neste grupo de risco. Faltam vagas disponíveis até para pacientes mais graves, e muitas famílias precisam recorrer ao justiça para ter o direito de internação assegurado. Isso é prova da quantidade de dependentes químicos que existem no nosso país atualmente.
Vamos detalhar agora quais são os três tipos de internação:
Internação voluntária – esta deve ser sempre a prioridade, devemos fazer com que o indivíduo aceite ser tratado em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, ele assina um termo de consentimento quando da entrada na clínica.
Internação involuntária – é solicitada por uma terceira pessoa, geralmente um familiar ou responsável legal, só ocorre quando o adicto não consente com o tratamento, o hospital ou a clínica deve comunicar o Ministério Público nestes casos.
Internação compulsória – contra a vontade da pessoa, determinada apenas pelo juiz.
As duas modalidades de internação involuntária só devem ser solicitadas com aval de um médico responsável e devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina, vinculado ao Conselho Federal de Medicina, fora isso, não se pode autorizar a entrada de um paciente na clínica.
Os médicos avaliarão, o estado de saúde mental, físico e psicológico do dependente químico, irão analisar também se ele oferece riscos para a sociedade, esta última é a principal perrogativa para interná-lo involuntariamente. A parte negativa deste processo é que a avaliação é subjetiva, depende de cada médico. O que gera muito desconforto em alguns casos pelas objeções feitas pelos familiares. O bom senso deve sempre prevalecer.
Encontre a clínica de reabilitação mais próxima da sua cidade, trabalhamos com diversas opções de clínicas pelo Brasil, sabemos o quão importante é o início do tratamento para estas pessoas, até hoje não existe metodologia mais eficaz no tratamento de dependentes químicos. As clínicas de reabilitação são baseadas em métodos científicos eficazes e comprovados. Procure ajuda!
Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
O que é dependência química?
A dependência química, segundo dados estudados e estipulados pela Organização Mundial da Saúde (OMS),
está presente na vida de muitas pessoas no mundo todo, sendo uma patologia, ou seja, um ramo da
medicina que estuda e observa as doenças e suas estipulações, causadas dentro no corpo do individuo.
Essa dependência do consumo incontrolável de substâncias químicas ilícitas de forma crônica e ininterrupta ,
ou seja, submeter-se a drogas, álcool e varias outras coisas que propõe ao ser humano
uma satisfação na hora (no momento que realiza a ação), se tratado consumo em excesso .
Os derivados de substâncias químicas, ou alucinógenos, não fazem bem pro organismo quando consumidas
iariamente e significantemente , além de causarem efeitos psicológicos no paciente, podendo mudar
seu comportamento e suas ações, podendo ficar agressivo, ansioso, inquieto, entre muitos outros
efeitos ruins que não beneficiam o individuo, segundo Clinica de Recuperação em São Paulo.
A dependência química não tem uma coligação com falta de caráter e é representado como uma doença,
que precisa de um especialista nesse ramo para acompanhar e ajudar essas pessoas, que lidam todos
os dias com esse desejo forte de consumir o que não gera um efeito bom, posto anteriormente no
paragrafo à cima, o dependente não escolheu aquela situação na sua vida, não escolheu ser daquele jeito,
ele não tem controle do que leva ele a realizar aquilo, é tanto o corpo ”querendo”, como a mente” precisando”.
Pessoas que são dependentes de elementos e derivações químicas ,necessitam de uma avaliação diagnostica individual para que ele possa ser tratado, são muitos os casos
de drogas viciantes, o que torna esse universo complexo, porém tratável. “O individuo precisa aceitar que
não está tudo bem e querer receber ajuda para que possa ter uma mente e um corpo equilibrado,
voltando ao funcionamento normal de suas ações de acordo com a Clinica de Reabilitação em São Paulo”,
mas que durante o processo ou no final, tem a possibilidade de ter recaído e voltar ao consumo dos elementos.
A dependência química tem cura ? Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
Quando uma pessoa passa a usufruir de substancias químicas, ela passa a ser considerada “viciada”,
pois não consegue ficar sem consumir o que está palpável a ingerir e usar sempre que puder .
Posto isso, esse vício é considerado uma doença crônica e progressiva, ou seja, uma doença
que vai acompanhar pelo resto da vida progredindo ou regredindo, aproximadamente 40 a 60% dos pacientes apresenta este quadro,
variando entre os medicamentos que serão consumidos, uma doença progressiva pode ficar cada vez pior
e pode levar uma pessoa à morte, se não tratar e não ter ajuda para que haja um controle, mas não tem cura, apenas tratamento.
Desta maneira, o viciado em substâncias químicas precisa estar inserido em um tratamento
adequado, onde os resultados serão apresentados ao longo prazo e que ele tenha mais tempo
para aprender a controlar o que está acostumado diariamente a usar.
O dependente químico precisa ser internado o mais rápido possível, para que ele não fique
ainda mais viciado e seja mais fácil de tratar, apesar de todos os casos seres difíceis pro paciente, sendo assim,
as chances são maiores de recuperação de maneira adequada e segura se o paciente for internado o quanto antes
O tratamento é mais vantajoso se o a pessoa que buscou a clinica, ou um familiar, aceitar que tem uma
doença que precisa ser tratada, é necessário que as pessoas aprovem estar ali e queiram estar melhor
consigo mesmo, essa aceitação torna tudo maus fácil, pois a pessoa quer estar ali e quer ter uma qualidade de vida melhor.
É importante lembrar que, independente da unidade de reabilitação que a pessoa escolher, ou seja,
qualquer pessoa que estiver em atendimento, tem capacidade de atender os dependentes químicos
com quadro de dependência grave, que apresenta sinais (físicos e comportamentais)
que não consegue ficar sem usar drogas ou álcool, negligência total de vida social, familiar
e profissional, perda da capacidade de decisão momentaneamente e de discernimento,
ou leve, onde o uso habitual começa a afetar a vida do usuário, porém ainda mantém
vínculos importantes como trabalho, estudos e o seu relacionamento social e familiar estão relativamente estáveis.
As clínicas de reabilitação também podem tratar pacientes alcoólatras, considerado uma doença,
segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), podendo levar a consequências irreversíveis ,
diagnosticável pela própria pessoa e que não necessariamente precise de exames laboratoriais
ou de imagem, é crônico que pode durar anos ou a vida toda.
Existem clínicas de alto padrão, que são clínicas com equipamentos mais abrangentes e capacitados para
atender o público.
Porém, não são todos que conseguem arcar com esses gastos, pois são valores significante e elevados ,
sendo assim, existem opções a partir de R$ 700.
Para quem deseja uma unidade com muitas opções ao oferecer ao paciente, sendo uma clinica que
conta com todas as condições para que o dependente químico seja internado e tratado, educadores físicos,
nutricionistas, quartos individuais, cursos, existe a opção de uma clínica de médio e alto custo.
Como foi posto anteriormente, o dependente químico precisa aceitar que tem uma doença progressiva
e crônica, o mais importante é que todos sejam tratados da melhor maneira possível, recebendo todos os cuidados
necessários na internação, sendo guiados e analisados por profissionais capacitados para isso.
É de extrema importância que as pessoas procurem ajuda quando necessário, trabalhamos
com as mais especializadas clinicas de reabilitação para dependentes químicos , não podemos perder a oportunidade de tratar quem amamos.
Por que a dependência química só é tratada e não curada? Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
Entre as razoes que podem levar o individuo viciado a morte, podemos citar a overdose e pneumonia,
além de outras fatalidades associadas à criminalidade.
Além disso, de acordo com o psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras drogas (ABEAD),
Carlos Salgado, a abstinência alcoólica pode levar uma pessoa ao óbito.
Um viciado em elementos químico ilícitos, na maioria dos casos, acaba se envolvendo
com pessoas criminosas para manter o seu vício, como por exemplo ,com o fornecimento de drogas, ele pode se envolver
em roubos, furtos e assaltos para ter em mãos suas drogas. Sendo assim, alguns podem também
se envolver com prostituição, pois a falta de dinheiro leva as pessoas a fazerem de tudo para sustentar seu vicio.
A dependência química se trata de uma patologia biopsicossocial, ou seja, que visa estudar a causa
ou progresso de doenças, levando em conta fatores biológicos, psicológicos e sociais.
Mas como as pessoas chegam às drogas? Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
Geralmente o consumo começa devido a um grande trauma mental, sendo levado em conta traumas passados,
onde o individuo passa por situações difíceis e vê a droga como refugio; rejeição ,
que pode vir dos pais ou relacionamentos amorosos ou de amizade; infância difícil,
como pobreza, pais negligentes e agressivos; influencia, que são negativas e o caminho para drogas habituais.
O cotidiano de uma pessoa que apresenta uma submissão a elementos químicos é muito afetada,
inclusive em diversas área, afetando seu organismo físico, sua mente e seu psicológico e relações sociais
como um todo, pois as pessoas que se encontram nessa situação não apresenta vida social ativa,
atrapalhando seu relacionamento familiar ou e pessoas próximas, como amigos ou colegas.
Agora que há em mente a gravidade da situação de pessoas que consomem elementos químicos,
estando a partir da gravidade dessa patologia, não é recomentado usar pejorativos referentes a
essas pessoas, pois apresenta sentido desagradável ou de desaprovação, sendo uma opinião baixa,
um exemplo disso é quando há uma referencia de “Pinguço”, “trombadinha”, “drogadinho”, “safado”, ”vagabundo”. Valem ressaltar que
todos os seres humanos apresentam alguma doença ou algo que o incomode,
como uma sinusite ou uma rinite, pessoas com dependência química não tiveram culpa
de estarem na situação proposta, assim como quem tem uma dor de cabeça, em certo período da vida,
todos sofrem por algum vicio, não sendo necessariamente algo ilícito, pois isso não é agradável que exista
alguém que julgue.
A droga traz para a vida uma sensação de prazer bom, mas é algo momentâneo ,
que em diversos casos, tira dos dependentes químicos a noção de realidade, tornando-se dependente, o que afeta a qualidade de vida.
Como identificar uma pessoa que sofre de dependência química?
Pessoa propicia a dependência química, na maioria dos casos, não reconhece que
esta doente e que tem uma doença diagnosticável que precisa ser tratada coma ajuda de
profissionais, isso se chama “Sintoma de negação”. Deparar-se com um caso em que alguém,
de certa forma, não consegue parar com o uso crônico das drogas de acordo com a sua vontade, apresenta um caso de vicio.
Mudanças de comportamentos na base familiar – Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
O diálogo com seus familiares, aquela conversa que toda família tem, mesmo que não seja
de assuntos específicos e sim aleatórios , se torna mais cada vez mais inalcançável ,
crises de irritabilidade, nervosismo e agressividade passam a ser frequentes e habituais ,
o individuo se torna muito agressivo, perde a vontade de ter relações com seus familiares ,
amigos e com todos ao seu redor, a pessoa fica muito ansiosa e muitas vezes podem apresentar
quadros de depressão, e Isso é muito ruim para saúde mental da pessoa, pois ela acha que a vida dela perdeu sentido e que não recebe apoio.
Mudança nas relações sociais
Aquela rotina de sentar e ter uma boa conversa com os amigos passa a não ser da mesma forma,
uma pessoa que usufrui de elementos químicos não frequenta mais os lugares que sempre
se sentia bem e sempre frequentou, ela evita estar entre pessoas, abandona e não sente
mais desejo de praticar as atividades que antes praticava, citando atividades físicas
e atividades de lazer como exemplo.
Todas essas mudanças na vida da pessoa que sofre dessas doenças devem ser consideradas
como um alerta para identificação de uma possível situação de vício dentro de casa.
Alterações no ambiente de trabalho
O indivíduo que é dependente de elementos químicos, abre mão de realizar suas obrigações
e tarefas que precisam ser feitas, se irrita com mais frequência com os seus colegas de trabalho,
ficando impaciente por uma situação simples, vista por uma pessoa que não sofre com aquilo ,
apresenta nítida queda de rendimento e produtividade, não querendo fazer nada no dia a dia.
Eles também podem se atrasar varias dias na semana, com mais frequência ,ou até mesmo
faltar em dias de trabalho, levando a vida como se frutos rendidos do próprio esforço não valessem a pena.
Aumento dos gastos individuais – Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
Um dependente químico, para manter o seu vício , passa a gastar muito dinheiro, incontrolavelmente,
tenta conseguir de todas as maneiras, fazendo chantagens ou pedindo em excesso, é nesse meio que entra a prostituição.
Problemas e transtornos físicos
Comportamentos físicos identificam a gravidade da doença de uma pessoa, no caso dos vícios,
o paciente pode apresentar vários sintomas, que são se extrema importância
para ter certeza que uma pessoa esta atrelada pelo vicio, eles são: náusea, vômitos no período da manhã, dores abdominais, diarreia e dor de cabeça.
Esquecem com muita facilidade as suas funções, podem ter problemas hepáticos, e podem
ter aumento das chances de haver infecções ou crises convulsivas devido ao uso crônico das drogas.
Inibição sexual
As substâncias químicas podem inibir o bom relacionamento sexual de uma pessoa, ela passa a não conseguir ter uma vida sexual de qualidade ativa.
Medicamentos em excesso
Para que uma pessoa corte e alivie os sintomas de abstinência, ou seja, por sintomas mentais e
físicos, que ocorrem após interromper ou diminuir o consumo de substancias
as quais estão dependentes, o individuo portador do vicio começa a ingerir vários medicamentos,
sem que haja uma patologia que justifique o uso desses remédios,
Caso alguma pessoa próxima de você apresente esses sinais, citados a cima, é muito provável
que ela esteja precisando de ajuda, mas não sabe qual caminho tomar, tente abordá-lo com
cuidado e conversar para que as coisas possam tomar um rumo consciente, como procurar uma
clinica para que possa tratar seu vicio e voltar à atividade social normal, como a Clinica de Recuperação em São Paulo.
Quais sintomas uma pessoa com dependência química apresenta?
Os viciados em substâncias químicas, na maioria das vezes, apresentam alguns sintomas
que são comuns entre eles.
Tem um enorme desejo e compulsão por usar a droga ,que não da para ser controlado e maneirado,
não conseguem sair dessa situação, nem mesmo conseguem saber a hora de parar e nem quantidade
adequada a ser usada, pois vai consumindo inconscientemente em escala alta.
Quando uma pessoa viciada suspende o uso da droga, ele apresenta sintomas como
agressividade, nervosismo, ou seja, sintomas de abstinência, pois não apresenta em seu organismo
o que consume habitualmente.
Quanto mais a pessoa realiza o uso desses produtos, mais tolerante aquela dose ele se torna,
apresentando uma resposta- reação , o que faz com que ela aumente cada vez mais a dose, colocando
dentro do corpo mais e maus substancias .
Posto isso, podemos chegar à conclusão que, um dependente, passa a abandonar todas
as suas atividades que estava acostumado a realizar, e mesmo sabendo que as drogas fazem mal,
continuam usando, pois é uma doença que não pode ser pausada e sim tratada.
Como internar um dependente químico para que ele tenha os devidos cuidados?
Se no caso, pessoas decidirem internar um familiar, que é dependente químico , leia este texto até o final e tenha bastante atenção e concentração.
Nos tempos de hoje, é muito mais fácil e alcançável que haja iniciativa da pessoa que necessita de ajuda,
pois ela quer sair daquele meio que só traz negatividades para o corpo e para a mente, já que, o beneficio das drogas é momentâneo .
Existem varias buscas que incluem unidades de reabilitação de vários padrões, para atender o seu caso,
como a Clinica de Recuperação em São Paulo.
É de extrema importância ressaltar que, independente de qual for à unidade escolhida,
todas as alas têm a capacidade adequada e a estrutura muito bem planejada para atender
da melhor maneira possível à pessoa que sofre com o vício, seja ele de substâncias químicas e lícitas ou de bebidas alcoólicas.
Escolher uma clínica de alto padrão, ou seja, de luxo, que apresenta mais amplamente aparelhos que
beneficiam o viciado, apenas afetará num custo maior mensalidade a ser paga.
Como já dito anteriormente, caso a família ou o paciente não tenha condições financeiras para
pagar por esse tipo de clínica, existem unidades com mensalidades a partir de R$ 700.
As clínicas de reabilitação para dependentes químicos de elevado padrão apresenta um núcleo
multidisciplinar capacitado, os profissionais mais comuns nas clínicas, os mais fáceis de encontrar,
Independente da escolha do padrão da clínica, sendo ele de alto padrão ou não, é importante
você saber que o dependente estará sendo acolhido da melhor maneira possível, com respeito,
carinho e dignidade, onde os atendentes se colocam no lugar do outro para que haja um atendimento
de qualidade e onde o internado se sinta respeitado e confiante.
Internação para dependência química e internação para alcoólatras
O vício em bebidas alcoólicas é um assunto muito difícil de lidar, é importante que a pessoa
a ser tratada vença os seus medos, e se desligue da sua mente a ideia de que uma clínica de reabilitação
é um lugar ruim, isso não passa de crendice popular. A clinica é um local que ajudara
os pacientes a passarem por cima dos seus medos e a superar eles.
Um dos maiores medos de um alcoólatra é que sua família não entenda que ele tem uma doença que
deve ser tratada com cuidado, isso só atrapalha o tratamento de um viciado, a colaboração da família
é impotente, pois demostra ao paciente apoio e ajuda, fundamental para que a saúde física e mental seja restabelecida.
A família é muito importante durante todo o processo, eles são base da recuperação. O carinho e o a compreensão
da família irá ajudá-lo nesse período tão difícil de sua vida, que necessita de paciência.
Procure sempre de alugar com essas pessoas, que estão presentes na vida de vocês , elas são muito essenciais
no processo de reabilitação, nunca as deixe fora deste processo, pois será ais difícil se
não houver alguém do lado do paciente que o ajude e de apoio.Durante o processo de internação,
é muito comum ter o sentimento de medo, mas as consequências causadas pelo vício vão além e são
bem maiores e mais devastadoras do que um medo, portanto é preciso deixar de lado a sensação
de medo e impotência e pedir ajuda, e mais do que isso, aceitar a ajuda devida para que saia do vicio e siga sua vida normalmente.
Quando for sentar e parar para conversar com a família, procure levar em conta a demonstração de interesse em mudar
a sua vida.
Peça ajuda, apoio para encarar a fase de tratamento, eles são base de incentivo para você.
Não se sinta com vergonha, pois é uma vitória que demonstra que precisa de ajuda para que haja
uma melhoria de vida, é normal você se sentir depressivo por um momento, chorar muitas
vezes, isso é parte do processo de aceitação, pois a pessoa que esta nessa condição e aceita ajuda,
quebra com o padrão que ela mesmo fez, que não conseguia sair daquilo, causando choro,
isso é muito importante para iniciar o tratamento aceitando a realidade dos fatos.
Acredite em você!
Essa é a frase que o grupo Clinica Apsua – Clinica de Recuperação em São Paulo deixa pra você,
que enfrenta dificuldades em lidar com o vicio, como forma de incentivo, acreditamos que todos
conseguimos mudar, independente do nível de dificuldades que precisarão passar para que
haja uma vitória, pois assim como todas as mudanças, não é fácil e não chega nem perto
disso, mas tudo é possível quando uma pessoa aceita as condições para mudar.
Sente com seus familiares e tenha uma conversa sincera e aberta com eles , de maneira saudável que comova os seus familiares,
fale tudo o que tem em mente, não emita e nem minta nada sobre o seu vício, jogue limpo,
conte todos os motivos que o levou a chegar nessa situação, à sinceridade cria um alicerce entre vocês,
demostra confiança e quanto mais aproximação dos familiares com dependente, maiores são as chances de recuperação.
Mude a sua vida, de um sentido a ela, procure ajuda o quanto antes, é melhor sofrer tudo o que tem para sofrer agora,
é melhor doer de uma vez, do que sofrer com as consequências do futuro, que serão ainda mais graves,
dependendo da quantidade de tempo que a pessoa esta no vicio, quando esta no começo
é mais simples e menos doloroso tratar, pois o corpo não teve que aumentar tanto a dose para que tenha mais emoção.
Qual é o momento de haver a internação de um dependente químico? Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
Se no caso, algum amigo ou alguém da família demostre alguns sintomas que mencionamos anteriormente,
e você desconfie que ele esta no mundo das drogas, chegou a hora de fazer algo para ter certeza que o ente
querido está precisando de um tratamento mais do que apenas um simples dialogo.
Se essa pessoa que você está na duvida se ela esta no vicio ou não, teve mudanças de comportamento
dentro da residência, teve comportamentos mais agressivos que o normal, deixou de realizar suas obrigações
que não deveria deixar de lado, se distanciou da vida social, se afastando das pessoas que estava acostumado
a lidar e se sentia bem no ambiente onde tais pessoas estavam como amigos e família apresentaram problemas
no ambiente de trabalho, como baixo rendimento e está tomando vários medicamentos ,é sinal de que ela precisa de ajuda, e a ajuda mais eficaz
nessas situações é a internação, já que, uma boa conversa não resolve, pois é uma doença crônica e progressiva.
Como conseguir uma clínica de reabilitação para dependentes químicos?
Em nosso site, onde trabalhamos com Clinica de recuperação em São Paulo, você pode encontrar uma variedade
de Clínicas de reabilitação, de acordo com seu gosto, para dependentes químicos, basta acessar e comparar todas as opções. Caso queira mais
informações entre em contato conosco! Atentemos todo tipo de publico que seja dependente químico .
Como devemos agir quando um dependente químico não se sente confiante para se tratar em uma clínica de recuperação?
A Organização Mundial de Saúde (OMS), classifica a dependência química como uma patologia
crônica associada ao uso exagerado de drogas, como o álcool e drogas que causam overdose.
Muitas pessoas, do mundo todo, tem dependência química e não aceitam que estão doentes e que
precisam de ajuda, e muito menos aceitam ser tratadas em uma clínica de reabilitação.
Essa situação é muito difícil de lidar, gerando um fator de risco também, pois esta patologia
afeta muito além do psicológico, mas o físico do paciente, muitas pessoas ao redor do mundo
são levadas ao óbito pela dependência química como por exemplo a overdose.
Quando a dependente química não aceita de nenhuma forma existe duas opções de internação:
A internação compulsória e a internação involuntária.
O que é internação involuntária? Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
Segundo a lei nº 10.216/2001, a internação (feita para pessoas que não conseguem abrir mão do
vicio em substâncias químicas) em unidades de reabilitação, só pode ocorrer quando
todos os recursos forem provados e se mostrarem insuficientes.
O foco principal é a recuperação do paciente dependente químico ou do alcoólatra em sua vida social
e no seu meio familiar que esta inativos devido às drogas.
A internação de recuperação em uma ala de reabilitação para dependentes de elementos químicos
precisa do laudo de um médico responsável pelo paciente, que avalia e diagnostica ele
adequadamente, o social também tem muita relevância nesse processo, o dependente químico
passa por um processo de análise psicológica e acompanhamento com o terapeuta, que ajudara ele
a entender seus problemas e avaliar ele mentalmente, ajudando-o no que for necessário.
Nos casos de Clínicas de recuperação particulares, após o médico dar a opinião, que será relevante
e de extrema importância no diagnostico, levando em conta que o dependente químico precisa realmente de ajuda,
o adicto, ou seja, o paciente que recebera todos os tratamentos possíveis para melhorar,
entrará em uma fase que pode ser uma das mais difíceis do momento da mudança, é a fase de desintoxicação,
este período é no início do tratamento, depois da analise medica e psicológica ,
depois disso, o tratamento em si começará, partindo para novas etapas de melhoramento do adicto.
Todas as clínicas de recuperação para dependentes de elementos químicos, trabalham um método essencial,
chamado “12 Passos”, mas o que representa esse método? É bastante levado em conta para a recuperação
e para que o paciente tenha noção de que precisa de ajuda externa e profissional e é impotente perante as drogas, é frágil por drogas e alvo fácil.
É de bastante e extrema relevância o apoio dos familiares ao adicto, sem a família, o caminho para cura se torna muito
mais difícil e penoso, pelos motivos citados anteriormente, um deles sendo a família a base solida e apoio
que vai garantir confiança no viciado e vai incentivar ele a acreditar que ele é capaz de passar por isso e de recuperar quantas vezes for preciso.
Os dependentes químicos ou as pessoas que são viciadas em bebidas alcoólicas jamais deve se sentir fraco
pelo olhar das pessoas e não deves ser julgado por ninguém, lembrando que ela não escolheu
passar por aquela situação, o meio social precisa compreender que essas pessoas são cidadãos
como todos nós, onde eles apresentam uma doença e não falta de caráter e discernimento,
apenas tem uma doença que deve ser tratada e deve ser apoiada.
O que é a internação compulsória?
A internação compulsória é uma modalidade, que tem o intuito de internar o paciente independente
da sua vontade, muitas vezes sendo contra a própria vontade, ele não aceita que precisa
ser tratado e não entende que tem um problema, e muitas das vezes nem a própria família aceita,
pois existe uma crítica, mas, quem toma a decisão final é o juiz, quando este, percebe que, o indivíduo pode apresentar um perigo a si próprio ou a sociedade,
como se envolver em assaltos, brigas, ser agressivo e vários outros pontos prejudiciais ao meio social.
Quem pode solicitar a internação compulsória?
A internação compulsória pode ser solicitada de maneira forçada , não que realmente haja o apoio e compressão
da família, a parte de ficar fora da clinica e nas ruas sem receber o tratamento
que deve ser feito para que haja uma melhora, pois indivíduos que não recebe tratamento
aumenta cada vez mais seu consumo, não é necessário que realmente precise de autorização
de uma pessoa da família ou até mesmo do próprio dependente químico. De acordo com Artigo 9° da lei nº 10.216/01,
o médico responsável pelo caso da internação pode solicitar e concordar pelo diagnostico, a internação
través de um pedido formal, constando que esse, não tem condições de se manter em um meio
social, devido ao estágio de gravidade em que se encontra o viciado, fica a cargo de o juiz competente
pegar essa solicitação e determinar a internação de forma compulsória, ou seja, forçada. Todos os direitos e
garantias que um ser humano deve ter são respeitados nesta modalidade de internação, como a desintoxicação
e enfermeiros necessários para atender todas as necessidades desse paciente.
Não existe nenhuma violação dos direitos humanos quando a internação é compulsória, nem liberdades individuais, apenas uma intervenção visando o bem do paciente.
Qual é o tempo necessário e de costume para desintoxicar o organismo? Esse tempo varia conforme o paciente ou a especificação da droga?
Geralmente, o tempo necessário e de costume para desintoxicar o organismo é de aproximadamente
1 a 30 dias/ ou até mais, dependendo do paciente e da especificação das drogas, é o tempo necessário
para que o organismo do paciente fique livre de todos os resquícios de substâncias químicas
na qual ele consumiu em excesso durante o tempo de vicio.
É preciso saber qual é a substância que foi consumida pelo corpo do dependente químico,
cada substância química tem seus efeitos maléficos e particularidades, isso pode afetar a duração
da desintoxicação, por isso há uma variação de dias até semanas.
Existem duas maneiras de desintoxicar a pessoa portadora do vicio, tem a maneira mais aguda,
que dura aproximadamente 10 dias e possui efeitos muito mais fortes ao organismo, porém ,
é feita de forma abrupta (que é inesperado e repentino) e rápida, sem haver outras fases de desintoxicação, passando pela desintoxicação de uma vez só.
Outro modo de desintoxicação é a suave, retirar os resíduos do corpo do organismo, ou seja,
deixar o corpo limpo através de uma forma mais lenta e aos poucos, sendo mais demorado, pode durar mais do que 30 dias,
os efeitos que a desintoxicação suave traz, são mais leves ao indivíduo. Isso vai depender muito
da equipe que trata o paciente e das drogas na qual ele utiliza.
Toda forma de desintoxicar um dependente químico é feita para ajudá-lo a diminuir os efeitos
causados pela abstinência, o ato de renuncia a droga utilizada por uma viciado pode causar
serias perturbações ao corpo, desde comportamentos até sensações físicas, sendo a síndrome de abstinência.
É inevitável que um viciado em elementos que geram dependência química, inicie o tratamento profissional
em uma clínica de reabilitação, levando em conta ajuda profissional, ele passa pelo processo
de limpeza ou desintoxicação, porém o tratamento é feito com outras terapias, não apenas essa,
havendo necessidade um esforço maior e comprometimento por parte do adicto, ou seja,
do paciente que se encontra em uma situação aparente de drogas.
Qual o tratamento mais propicio para um dependente químico?
É muito complicado dizer qual é o tratamento se maior efeito para uma pessoa que consome elementos
de derivação química e que se encontram em um estagio de vicio, isso varia de caso para caso,
pois existem casos que precisam de um tratamento bastante intenso que evolva um tipo de
tratamento diferente daquelas pessoas que estão em um estagio menor . É necessário fazer uma
avaliação individual com cada paciente, para saber qual é o estágio do vício, se é avançado ou se
é um grau mais leve, qual a substância que ele utiliza, podendo variar entre drogas e bebidas alcoólicas,
quais as doses, a quantidade enjerida para dar emoção ao viciado, pois quando uma pessoa fica
cada vez mais viciada, ou seja, quanto amor o tempo de consumo, mais elevada é a dose
que ela consome, de acordo com que anda sua vida e relacionamento com seus familiares e seus
colegas próximos.
Todas essas perguntas devem ser feitas pelo profissional responsável da clínica, para que haja uma avaliação individual.
Como internar um dependente químico de forma gratuita?Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
A coisa mais importante para fazer no começo, é se relacionar na procura de serviços públicos em sua cidade e município,
se inserindo em um meio social para que voltem as atividades que antes, estava afastada.
Entre esses empregos que devem ser procurados, podemos citar o CAPS AD, Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas.
Após encontrar o desejado, uma unidade, agende uma consulta para que haja uma avaliação do paciente,
saber em quais situações se encontram e o nível da dependência química.
Logo após, o CAPS AD ou qualquer outro serviço público da área de saúde da cidade, pedirá
a internação imediatamente, se acharem que o adicto deve ser internado. Para que receba os
devidos cuidados para que seja tratado e volte a ter conexão com o meio social. A equipe de profissionais do local é muito
bem qualificado para avaliar e monitorar a pessoa que se encontra em um estado de dependência a algum elemento ,
os profissionais de diagnostico, como os médicos são responsáveis pelo laudo, tem experiência nessa área clinica
Após o laudo do médico, ou seja, o diagnostico, o serviço público irá procurar uma clínica
de reabilitação para dependentes químicos, como a Clinica de Recuperação em São Paulo ,
um hospital ou qualquer outra comunidade com função terapêutica conveniada ao serviço,
a clínica não é escolhida pelo familiar dos dependentes e sim pelo próprio serviço público, no qual o viciado se interessou em procurar.
Por fim, mesmo com a solicitação do serviço público muitas vezes as clínicas de reabilitação não tem vagas.
A indicação mais plausível é a procura por um advogado ou Defensoria Pública para que as pessoas de pouca
renda possam solicitar junto ao estado a internação imediata do dependente químico.
Como solicitar a internação de um alcoólatra?
Tratamento para dependentes químicos
Na maioria das vezes, os métodos de internação para um a pessoa portadora do vicio em
bebidas alcoólicas são três, na verdade são , os mesmos da internação para dependentes químicos.
A internação voluntaria, é aquela que é realizada quando o paciente quer ou quando a família
aceita ajudar e dar apoio, o alcoólatra aceita ser tratado em uma clínica de recuperação onde possa
tratar sua doença e seguir sua vida em frente sem depender de qualquer vicio que tenha,
nesse caso, o álcool, sendo considerado um passo para a agressividade.
A internação involuntária, é uma modalidade, que tem o intuito de internar o paciente independente
da sua vontade, aquela que o paciente não aceita se tratar, porém um responsável legal ou familiar solicita o tratamento.
E a internação compulsória, talvez a mais complicada, mais complexa que a internação voluntaria
e que a internação involuntária, é uma modalidade, que tem o intuito de internar o paciente independente
da sua vontade, é quando o juiz dá o aval para que o alcoólatra seja internado, sem ser levado em conta a
sua escolha, mas a sua ficha relacionada à gravidade do vicio exercito por conta do uso de substancias químicas que causam dependência.
Como é feita a desintoxicação do organismo, a limpeza de resíduos que estão presentes no corpo?
Como já mencionado anteriormente, existem duas formas de desintoxicar o organismo do dependente
de elementos químico ou do alcoólatra, dependente de bebidas.
A forma aguda pode durar em media mais ou menos uns 10 dias, porém os efeitos no corpo
do dependente químico são mais fortes e mais intensos, ela é realizada de uma só vez, por isso causa tanto impacto,
pois é a maneira mais violenta de deixar o corpo do paciente limpo de drogas e álcool.
A forma suave e mais lenta, é realizada da maneira mais devagar e gradual, diferente da forma aguda, geralmente
dura mais ou menos um mês, com efeitos leves ao adicto, sem causar tanto impacto como a
outra forma de intoxicação.
A equipe multidisciplinar da clínica de reabilitação, é quem fica responsável pela decisão,
decisão essa que se baseia em muitos critérios e avaliações.
Todo o procedimento de internação em uma clínica de reabilitação é feito com a garantia e intuito de
ajudar o dependente químico ou o alcoólatra a sair dessa barreira, ou seja, curar esse viciado para que
ele possa retomar a sua vida social, podendo se relacionar bem com a família e os amigos, pessoal e
profissional, procurando um novo emprego onde obtenha maior desempenho e que possa
realizar os deverem de um emprego.
A primeira fase, a fase de limpeza e desintoxicação, tem como funcionalidade,
fazer um dependente químico ou alcoólatra superar a abstinência causada pelo rompimento ou
diminuição do uso crônico da substância.
Quanto tempo dura, aproximadamente
para o organismo de uma pessoa dependente de elementos viciosos, se desintoxicar do vicio propicio do álcool ?
O álcool é a substância viciante mais consumida em todo o país e no mundo todo, existem diversos casos de alcoólicos dependentes,
OMS alerta: Brasil tem mais de quatro milhões de pessoas alcoólatras. Quase 3% da população
brasileira acima de 15 anos de idade é considerada alcoólatra, segundo dados da Organização
Mundial da Saúde (OMS). O Brasil é um país que tem um número enorme de alcoólatras, mas não
é exclusividade de nosso país, no mundo todo existem pessoas que são viciadas em álcool.
Globalmente estima-se que quase metade da população com 15 anos ou mais (44,5%) nunca consumiu álcool
e cerca de 43% da população são aslcoólatras atuais (consumiram nos últimos 12 meses). A média de consumo per capita mundial foi de 6,4 L de álcool puro.
Os efeitos que a desintoxicação do álcool causam são: tremores, inquietação, insônia e crises de ansiedade,
além de outros prejudiciais a saúde . Algumas pessoas apresentam sintomas mais pesados que variam entre
confusão mental, alucinações e até mesmo convulsões. Os três primeiros dias de desintoxicação podem
ser os piores dias da vida para o alcoólatra, pois ele pode atingir o auge de sintomas.
Após esta fase, os sintomas costumam ir ficando mais fracos e amenos, apesar de muitas
vezes ainda haver o desejo de consumir a substância, pois vele ressaltar que alcoólicos possuem
uma doença e que como todo tratamento, não é agradável.
Quanto custa um tratamento em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, sejam eles alcoólicos ou drogados?
O valor a ser pago por um tratamento em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos,
sejam eles alcoólicos ou drogados varia de acordo com cada clinica. Existem varias clinicas em nossos pais,
sendo uma gama enorme de padrões, desde baixos até luxuosos, dependendo da renda que
a pessoa internada ou um familiar esta apto a pagar
O valor pode variar de R$ 700 por mês a R$ 7000 mensais, dependendo da renda de cada família.
Muitas clínicas oferecem varias opções para parcelar no cartão, não somente a vista no dinheiro, facilitando assim,
o pagamento de quem não pode pagar tudo de uma vez, podendo ter varias parcelas pela frente, sendo mais fácil à internação.
Em nosso site na internet, você pode encontrar uma variedade enorme e abrangente de
clínicas de reabilitação com os mais diferentes preços, todas elas são capacitados e equipadas com
matérias e profissionais de qualidade a cuidar do dependente químico ou do alcoólatra, esse é o principal objetivo,
independente do padrão.
A clinica de Recuperação de São Paulo oferece a seus clientes um vasto ramo de profissionais
que estão totalmente disponíveis para atender qualquer tipo de duvida e esclarecer o que não foi entendido pelo leitor.
Qual o período necessário para tratar um dependente químico, varia conforme a gravidade do caso?
Todos os casos possuem particularidades diferentes de internação de um adicto, existem casos que são mais
demorados por conta do grau do viciado, outros casos são menos demorados, depende também do nível de mudança e da força de vontade.
Por isso, cada caso é um específico, podendo determinar um prazo diferente de internação de um paciente, seja ele alcoólatra ou drogado.
A equipe de profissionais, que estão aptos para te atender da melhor e da maneira mais confortável possível,
realiza uma avaliação, um diagnostico individual que leva em conta alguns aspectos importantes que servem como base ,como:
A faixa de idade do dependente químico pode variar, vale ressaltar também o tempo de consumo, a droga utilizada por ele,
pois existem drogas mais prejudiciais do que outras, as doses, pois um viciado há mais tempo tem uma dose aumentada
e um viciante de menos tempo tem doses mais baixas, variando conforme o tempo de uso e a intensificação
no uso, a frequência do uso da substância, pois geralmente elas são habituais ou consumidas incessantemente
e em muitos períodos do dia, sendo consumida em qualquer horário do dia a dia, seu sintomas físicos e comportamentos,
como agressividade, náusea, fadiga.
As internações podem chegar a um período maior de dias, variando entre 60 dias consecutivos ,
outras podem ser de 15, 20, 30 ou 45 dias, por isso, depende muito do caso de cada pessoa,
pois existem particularidades no tratamento de cada um.
Existem também, para casos mais graves, internações que duram de seis meses a um ano.
As unidades de reabilitação, são capacitados e especificados para determinar o tempo preciso
que o dependente levará para se recuperar, e não correr mais o risco de haver em recaídas, pois assim
como todo ser humano, em algum momento da vida existe recaídas, no caso de um dependente químico
sendo ele alcoólatra ou drogado, também lidam com recaídas.
Como é o tratamento para dependentes químicos, tanto alcoólicos, como drogados?
clinica de recuperação em São Paulo, como funciona?
CLÍNICA PADRÃO
As Clínicas de reabilitação mais convencionais, ou seja que obedecem a padrões ou regras já estabelecidas,
tratam o alcoolismo e a dependência em substâncias químicas ilícitas, como maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD,
inalantes, heroína, barbitúricos, morfina, Skank, chá de cogumelo, anfetaminas, clorofórmio, ópio e outras.
Existem opções de unidades masculinas, femininas e mistas. Existem algumas clínicas
especializadas em idosos, menores de idade e com diferenças modalidades de internação.
O tratamento é realizado por uma equipe capacitada e qualificada, apto o cumprir todas as regras de beneficio e
aptos também para ajudar o adicto no que ele precisar, dando apoio e tratamento necessários
para que ele tenha um bom rendimento, os dependentes químicos são altamente amparados nesses locais, que tem uma ótima estrutura.
A maioria das Clínicas apresentam um profissional qualificado e atento, como: médicos,
enfermeiros, terapeutas, psicólogos, psiquiatras, nutricionistas e palestrantes.
O acompanhamento do adicto é feito em tempo integral, sendo monitorado em cada parte do dia.
Diversas clínicas de reabilitação são especializadas justamente em internação involuntária, atendem
apenas este público, a involuntária é um ato médico que incide sobre um paciente em um momento
crítico e se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de outra pessoa, cada situação é analisada cuidadosamente de forma individual pela equipe.
Os familiares e cuidadores são orientados sobre estratégias compensatórias para lidar com as limitações e
incapacidades do paciente, ao longo do programa de reabilitação. Posto isso, o apoio da família é
extremamente importante e, faz parte de todo este processo, durante os dias ou meses de tratamento,
quando uma pessoa em estado clinico recebe apoio dos familiares, o paciente viciado fica mais confiante,
pois percebe que tem alguém apoiando ele e que ele não está sozinho, que a família quer ver ele bem e
diante disse, divide as dores e ajuda durante o tratamento, dando confiança e bem estar ao paciente.
Os familiares podem visitar os dependentes químicos , seus filhos, netos, sobrinhos, primos, irmãos ,
variando entre 15 e 30 dias, ligações são comumente realizadas semanalmente,
para que o adepto fale com a família e tenha ela perto , apoiando ele.
Os familiares ficam a par da situação do adicto dentro da clínica, nada é escondido dos viciados ,
o que fazem é literalmente aberto aos olhos e consciência da família.
Antes de escolher uma clínica de reabilitação, que se encaixa com o padrão e condições da família, verifique se esta atende
as normas e legislação padrões , federais ,estaduais e do município. Ela precisa ter alguns
requisitos para poder funcionar, queremos um lugar de confiança e que atenta todas as necessidades
de quem gostamos, não é mesmo? Por isso, verifique com calma para que o paciente esteja em boas mãos .
As clínicas de recuperação de alto padrão apresenta todas as condições para que o dependente químico
seja internado e tratado adequadamente e usufrua de melhores condições . O ambiente pode
contar com local para intervenções de emergência se houver alguma complicação, médico
24 horas, equipamento de parada cardíaca, farmácia, protocolos clínicos a serem seguidos.
Existem opções de clínicas de recuperação para dependentes químicos de alto padrão, de médio padrão e
baixo custo, todas com o mesmo objetivo, cuidar para que o paciente seja tratado, porém com diferentes
infraestruturas., a de alto padrão contem mais aparelhos e mais profissionais, o que também não falta nas clinicas de baixo padrão.
A clínicas oferecem espaços amplos, quartos individuais ou coletivos, dependendo da infraestrutura
e padrão, atividades e recreações diárias, reuniões e palestras, projetos e trabalho em grupo ou individual.
Muita das vezes ,é necessário administrar remédios para os dependentes, por isso, a maioria das clínicas contam
om estoque de medicamentos em sua ala, de funcionamento, de acordo com isso, é obrigatório à prescrição do médico, ou seja, regulamento.
COMUNIDADE TERAPÊUTICA
A Comunidade terapêutica se trata de uma organização de ramo privada e voluntário, tem o objetivo de acolher
dependentes químicos, viciados em álcool ou drogas ilícitas.
O modo de internar pode ser de forma apenas voluntária, pois ela tem como objetivo principal que aceite sua
doença e faça ele mesmo o caminho para sua cura, geralmente em casos voluntários, a pessoa que será
internada quer estar ali e ela mesmo busca ajuda, pois nota ser estado clinico e quer ser melhor do que uma doença.
As terapias nesses locais são individuais ou podem até serem em grupos, são incentivados a trabalhar e sair do ócio.
Os viciados podem receber tratamentos psicossociais, realizar ajudas voluntários, recriações em conjunto com
outras pessoas, praticar alguma religião e receber professores de palestras sobre adjutório, ou seja, auto ajuda,
como apoio no recurso terapêutico. É um lugar calmo, tranquilo e que lembra o a casa de um individuo.
MORADIA ASSISTIDA
A residência assistida é muito adequado para pessoas que já passaram pelo processo de limpamento dentro de
uma clínica de reabilitação, faz parte desenvolvimento de recuperação do paciente.
Depois de um período de internação mais longo em uma clinica de reabilitação, o
dependente químico pode começar a fazer o retorno ao convívio no meio social ,porém é preciso de algumas etapas sejam realizadas para que ele
possa voltar sem que haja a possibilidade de recaídas.
A moradia assistida é um lugar na qual existem líderes terapêuticos
responsáveis por ajudar os dependentes químicos na sua reabilitação, é muito relevante para aquelas pessoas que terminam seus tratamentos nas
clínicas e não se sentem tão confiantes ao ponto de voltar à sociedade.
Todas as necessidades dos indivíduos são ouvidas e tratadas neste tipo de ambiente , desta forma o principal objetivo de uma morada assistida é fazer
com que o viciado químico tenha coragem para ceder e a se relacionar com as pessoas de maneira limpa sóbria e sem correr o risco de voltar a
consumir álcool ou qualquer outro elemento química ilícito.
Nas residências assistidas o adepto está ciente de que está lá para ficar bem consigo, ou seja, é uma forma de tratamento voluntária., onde o paciente se
interessou em estra ali.
Se no caso, o próprio lado do dependente de elementos oferecer riscos a ele,
a moradia assistida é muito interessante, lá ele estará calmo e livre de todos esses problemas.
A morada nada mais é do que uma transição entre a clínica de reabilitação
e ao meio social, ele sai da moradia com responsabilidades, coisas a se fazer e muito mais apto do que quando entrou, mais forte.
Exames toxicológicos são feitos para que seja garantido regra de abstinência, onde o paciente fica sem consumir produtos viciosos, o não uso
das substâncias é algo monitorado.
Participações em um conjunto de pessoas de apoio também são feitos por esses locais. Aproximadamente seis meses é o tempo necessário para que o
paciente retorne a vida em sociedade.
IBOGAÍNA COMO TRATAMENTO – Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
A ibogaína é uma substância encontrada na raiz de uma planta nomeada como Ioga.
A mesma é encontrada naturalmente no continente africano mais especificamente na região central, neste local a planta é usada há vários
anos no tratamento de algumas doenças e também são utilizadas com finalidades religiosas.
Esta tem a função de limpar o organismo, o que sobrou da substância química no corpo do paciente serão retirados por ela, com isso temos
melhoras nos sintomas e abstinência, e em outros possíveis sintomas associados pelo uso crônico de substâncias químicas.
Antes de começar o tratamento com uso dessa raiz, é feito uma preparação prévia, o indivíduo deve estabelecer conquistas e estar ciente de que
precisa deixar de uma vez por todas o uso das drogas.
A substância tirada da raiz age diminuindo a vontade do paciente pelas substâncias químicas, a mesma age no cérebro do usuário, e ajuda a
diminuir os efeitos depressivos, ansiedade, agitações e outros possíveis indícios de hiperatividade.
Sendo assim, usar a ibogaína representa uma ajuda fundamental no processo de reabilitação do internado, basta ele estar com vontade de
querer mudar de vida.
Os profissionais do ambiente fazem uma avaliação para garantir que o viciado químico está pronto para receber a ibogaína, grande relevância que
os pacientes permitam-se a receber uma dose da raiz.
Converse com seu família, tem que tomar a decisão mais importante para o seu caso, mas não deixe de buscar ajuda com profissionais da área e se
tratar.
Estudos demonstram que o uso da ibogaína é qualificado mais ou menos em 80% das pessoas que usufruem , outros tratamentos pode representar
menor eficácia, os convencionais por exemplo chegam à média de 5% de indivíduos tratados e bem.
Sem dúvida alguma, podemos comprovar a partir dessas estatísticas , o que é ibogaína é o método com maior relevância para tratar a dependência
química, os resultados são em média no 7º dia de uso, porem, podem aparecer em até um mês.
Os médicos responsáveis são de muita capacitação para prescreverem este tipo de tratamento, os viciados recebem auxílio em toda esta etapa.
Para ser feito um tratamento com a ibogaína não é necessário realizar uma internação em longo prazo, pouco tempo é necessário para ser realizado o
tratamento, é um período curto, porém bastante eficaz.
ACOMPANHAMENTO TERAPEUTICO – Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
É uma maneira de ficha clínica muito similar com a moradia assistida.
Pode ocorrer também no período de transição entre uma clínica de reabilitação e o retorno do paciente para a sociedade e o convívio social. As
tarefas são as mesma, reinserção na sociedade e aumento na qualidade de vida.
Fazer um monitoramento terapêutico com o dependente depois de sua recuperação, ajuda a evitar possíveis recaídas.
Os profissionais na área da saúde na clinica estão preparados para tratarem a mentalidade do paciente.
O mesmo recebe incentivos para se tornar autônomo e criar seus próprios hábitos de tarefas rotineiras e trabalhos, buscando inseri-lo na apenas na
sociedade mas também no mercado profissional.
Assistência terapêutica dada por um profissional é indispensável para que o dependente químico realize seu autocuidado e fique confiante sobre viver
fora de uma clinica em contato com a sociedade e com perigos inerentes.
Recebem incentivos de relacionamentos mais próximos e melhor com sua família, gerando respeito e amor entre os mesmo.
O paciente tem que ter consciência de todas suas fraquezas, se conhecer e
entender que tem defeitos como todos os outros seres humanos, mas também possui muitas qualidades.
TRATAMENTO AMBULATORIAL
O tratamento ambulatorial é indicado para indivíduos que tem um quadro
de dependência química em um nível mais brando, ou seja, viciados que já conseguem controlar melhor com o seu vício sem precisar muito apoio.
Mas, para ser incluso neste método de tratamento, o especialista
responsável deve fazer uma avaliação clínica para entender as condições necessárias.
Existem varias situações em que com o auxílio dos grupos de apoio, utilização de remédios
e sessões de terapia o dependente químico consegue ficar limpo e saudável.
Tratar com ibogaína é seguro?
O tratamento feito com ibogaína deve ser realizado por especialistas da área da saúde capacitados e que tenham todos os conhecimentos em
relação ao o manuseio e uso desta raiz.
É um tratamento que pode fazer muito bem ao viciado em elementos químico quando usado de maneira coerente.
O tratamento com esta raiz é depressa do que o tratamento convencional em clínicas de recuperação para dependentes de elementos químicos.
Mas, nem todas os indivíduos são indicadas, tem restrições para algumas pessoas.
Em primeiro lugar, devem ser realizados exames físicos e psicológicos, é através desses resultados que é possível detectar se o paciente apresenta condições ou não de tratar com a ibogaína.
A ibogaína não é recomendada para de pacientes com: Esquizofrenia, cardiopatia grave e problemas graves no fígado.
O que é a internação forçada?
Nos dias de hoje , cada vez mais cresce o número de dependentes químicos no planeta, isto é um problema social muito preocupante , as pessoas estão
cada vez mais viciados em álcool ou drogas, e muitas pessoas não conseguem lidar com essa situação, fazendo com que a família tenha que
partir para uma internação forçada.
Pessoas dependentes químicas geralmente desenvolvem desiquilíbrios
mentais e psicológicos associados à utilização e ao abuso das substâncias químicas.
É possível que tenha uma internação mesmo sem opinião judicial, neste
caso, a intervenção pode ser solicitada por alguém da família que o considera incapaz de controlar a sua vida.
O que a lei diz sobre uma internação forçada?
A lei de nº 10.216 /2001 prevê no 6° artigo do parágrafo único, inciso dois, que é possível fazer uma internação sem que o paciente queira, porém é
necessário um laudo de especialistas, atestando que o dependente químico sofre desse problema , esse laudo deve especificar a substância, seja
bebidas alcoólicas ou droga ilícita. A internação pode ser solicitada por terceiros, ou seja, familiares mais próximos ou responsáveis legais.
No mesmo artigo, o detalhamento do tratamento psiquiátrico, somente
ocorrerá apresentando-se um laudo médico que explicite todos os fatos que o levaram a internação.
Dentre os tipos de internações psiquiátricas que são palpados nessas situações, levaremos em conta as três modalidades mais conhecidas:
internação de modo voluntária, realizada com a vontade do adicto
internação involuntária, sem a aprovação do usuário químico mas pedida por um representante legal ou familiar.
internação de forma compulsória, não tem o consentimento do adicto, determinada pela justiça, ou seja, pelo juiz.
Não se pode internar um membro da família em uma clínica de reabilitação sem que ele apresente os sintomas comuns de um dependente químico.
É obrigação do poder público, permitir a condução forçada na internação de um paciente em uma clínica de reabilitação, segundo a jurisprudência.
Quando um paciente tem um comportamento muito agressivo e violento, ele passa a apresentar perigos para si mesmo, para quem está próximo dele
e para a sociedade no geral. Neste caso a internação compulsória é crucial, Pois deve assegurar o direito à saúde, a vida e a segurança social.
De acordo com a legislação, é possível que tenha uso de força da policia se for necessário, caso o viciado químico resista demais. As entidades públicas
também devem oferecer tratamento sem custo a quem não consegue pagar as despesas de uma clínica particular.
A mesma jurisprudência determina que o poder público como um só e de
maneira integrada, ou seja, a união de estados, municípios e do Governo Federal, para que garantam o direito à saúde a todos os indivíduos.
Uma clínica de recuperação , que acolhe dependentes químicos ou ate mesmo comunidade terapêutica de tratamento para pacientes que caíram
em drogas e álcool, deve apresentar laudo médico a família, no decorrer de todo o tratamento. Este laudo tem como base constar o tempo necessário
para tratar o viciado específico, até que o dependente químico volte a ter vida social estável, se estabilizando e com comportamentos distintos.
Para resguardar os direitos do dependente de substancias, o responsável
adequado ou a própria família podem tomar medidas judiciais caso seja necessário
Mais sobre a internação involuntária de um dependente químico – Perguntas e respostas – Clínica de recuperação em São Paulo
Como apoiar um alcoólatra que teve uma recaída? Entenda nesse artigo como apoiar um alcoólatra que teve uma recaída ou esteja necessitando de ajuda.
Recaída é um fato muito assustador para quem convive com viciado. Caso você ainda não presenciou uma recaída, muito provavelmente imagina o alcoólatra acordando ao lado de varias garrafas vazias e totalmente bêbado.
Mas isso não acontece bem assim. A recaída é um fato mais complexo e difícil que começa muito antes de um viciado em recuperação beber.
O que é a recaída?
Recaída é quando um viciado em bebidas alcoólicas consome o álcool após um período sem o seu consumo.
Você deve se surpreender ao constatar que aproximadamente 90% dos alcoólatras tem recaída pelo menos uma vez antes de controlarem seu vicio com maestria; dessa forma não é vergonhoso ter uma recaída.
Muitas pessoas que tem a mente forte e preparada acabaram tendo uma recaída, é o caso de famosos dependentes.
Entendendo o vicio em bebidas alcoólicas – Como apoiar um alcoólatra que teve uma recaída?
Antes de poder apoiar alguém que teve uma recaída, você necessita entender o convívio deles com o álcool.
Assim como você pode se apegar a algo material para se sentir menos nervoso e ansioso, os alcoólatras dependem do álcool para ficarem mais tranquilos. Ao não beber, este controle da tranquilidade é retirado de seus domínios.
Você deve saber que o vício não é apenas uma dependência física. Os viciados também têm um casamento emocional e mental com a bebida, ou seja, são três tipos de dependência que eles precisam lutar contra. Isso triplica as dificuldades a serem enfrentadas.
Você pode se imaginar se separando de um marido ou esposa de longo anos juntos ou mudar subitamente para um pais qualquer sem que você conheça nada da cultura deles, está é a luta de quem rompe repentinamente o uso de bebidas.
Seu organismo está ainda se adaptando ao não uso do álcool, que é de confiança dele a muito tempo. É um processo muito delicado.
Resistindo a tentação
Já teve a sensação de cheirar algo que te remeta à uma comida da infância ou a alguma coisa que você viveu?
Isso acontece porque nosso cérebro tem uma reação de gatilho. O vício se aproveita dessas brechas para entrar na vida da pessoa. A recaída começa com a mentalidade do indivíduo em resposta ao não uso. Pode-se chegar à recaída pelo cheiro ou ao avistar a bebida, o sofrimento e outras dificuldades também são gatilhos para acontecer a recaída.
Mesmo depois de tratado, a tentação de beber sempre andará com o viciado. A melhor coisa a ser feita para ajudar é retirar coisas relacionadas ao álcool do ambiente e criar um clima alegre para distrair o alcoólatra.
Sinais de inicio de recaída
Ocorrem certos sinais de alerta de que o viciado em álcool em reabilitação apresentará sintomas difíceis de controlar que podem indicar um principio do processo de recaída.
Esses comportamentos são mais comuns do que nós imaginamos, mesmo depois da reabilitação. Abaixo citaremos alguns desses comportamentos:
Eles são:
Fuga de convivência social pelo extremo desejo do uso Dificuldade em tomar decisões Irracionalidade Se auto sabotar e viver dando desculpas Sentir fortes sintomas de abstinência como irritabilidade Negar que é dependente de álcool Mudanças repentinas de humor em diversas situações de sua vida Não aceitar que sua vida toda é um processo de luta e recuperação Conversando sempre com alguma pessoa que está em processo de reabilitação igual a ele, você deve ter a capacidade de entender quando esses comportamentos começam a aparecer e quanto mais cedo agir, melhor é. Caso você notar alguém tendo estes comportamentos e eles fugirem da responsabilidade, é muito provável o processo de recaída acontecer com eles.
Como apoia-los mesmo assim? – Um alcoólatra que teve uma recaída.
Se você chegou até aqui provavelmente tem alguém na família que apresentou sintomas de recaída, não fique nervoso.
A recaída normalmente é causada pelo esgotamento, por isso a coisa mais importante a ser feita é promover um ambiente calmo para eles.
Respire com calma, converse com a pessoa que está passando por isso e ofereça sua ajuda. Utilize as dicas do titulo “Como ter esta conversa” no final deste texto, diga a ela que você está lá para ajudar e apoia-la.
Se o alcoólatra estiver se sentindo bem com a conversa, ajude-a a entendê-la que ela não está sozinha e sim com ajuda de muitas pessoas.
Porém não seja agressivo não façam eles se sentirem culpados, isso é pior para todos.
Seja companheiro até que se sintam tranquilos o suficiente para assumir o comprometimento e procurar apoio profissional.
Caso eles estiverem em estados que fogem do nosso controle, entre em contato com o nosso número que está disponível neste site.
Se você está conosco lendo este post é porque provavelmente conhece alguém em reabilitação do vício em álcool e quer saber mais sobre, o interesse já é um grande passo para a ajuda ao dependente.
Entender os mecanismos do vício é a melhor forma de ajudar o alcoólatra a sair dessa bem.
Como ter esta conversa
Antes de ter a conversa com o individuo que está passando por esse processo de recaída, coloque-se no lugar da pessoa. Para não consumirem álcool, eles estão brigando todos os dias contra si mesmos e contra seus demônios internos que o atiçam todo momento.
Todas as pessoas do mundo passam por dificuldades na vida, uma pessoa que pega uma barra de chocolate no mercado por não resistir é o mesmo mecanismo, um viciado está simplesmente pegando uma bebida, o objeto do vício muda, mas a mecânica dele sempre é igual.
Os “demônios” interiores que o tentam constantemente são muito fortes e muitas vezes, infelizmente vencem.
Seja simpático com essa pessoa, escutando atentamente o que ela tem a falar, só que não ignore o problema.
A recaída é grave e, você precisa ter empatia, porém, não pode ignorar a situação ou tirar suas responsabilidades. Seja forte, firme porém tenha empatia.
Abaixo estão algumas dicas para ajudar no diálogo:
Não deixe de escuta-lo com atenção e sem julgamento o tempo todo Nunca tente faze-los se sentirem culpados Converse com tempo, o diálogo deve ser longo Sempre os lembre que eles tem apoio de muitas pessoas, e que já passou uma vez por essa situação difícil Não minimize o sofrimento deles. Caso eles se sentirem culpados, deixe-o refletir – significa que eles podem aceitar a ajuda
Vida depois da reabilitação
A recaída é um sintoma comum do tratamento após ficar sóbrio e o perigo está sempre presente.
Entendemos que deve ser horrível ver o viciado sofrer uma recaída depois de toda sua evolução, pode parecer tempo jogado fora.
Mas não se esqueça da relação da pessoa com o álcool e monitore ele todos os dias, sem tirar sua liberdade claro.
Faze-lo se sentir seguro é uma prioridade e recaída não põe a perder todo tratamento. Todo dia sem consumir álcool é uma batalha vencida.
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