Tag: clinica para dependentes químicos

  • Clínica de recuperação em SP – Araçoiaba da Serra – FEMININA

    Clínica de recuperação em SP – Araçoiaba da Serra – FEMININA

    Clínica de recuperação em SP – Araçoiaba da Serra – FEMININA

    Tratamento de dependentes químicas e alcoólatras considerada a melhor opção feminina de nossa plataforma.

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    Com cem por cento de retornos positivos das famílias, a unidade de Araçoiaba da Serra conta com o que há de mais moderno

    em terapias e atendimentos a dependentes químicas.

    É a mais completa por contar com uma equipe médica de cerca de 23 psiquiatras e clínicos gerais que atuam diariamente

    dando suporte às acolhidas 24 horas ao dia.

    o foco dessa unidade é para pacientes voluntárias, no entanto, pode atender a demanda involuntária passando por um período de

    estabilização na unidade hospitalar da mesma rede, localizada a poucos quilômetros de distância da unidade clínica.

    Abaixo as fotos das instalações e um pouco sobre o tratamento oferecido:

    Três Psicólogos – Especializados em tratamentos de Dependência Química e Alcoólica,

    Dois Psicoterapeutas

    Dois Neuropsicólogos e um Coaching

    Terapia Ocupacional e Motivacional

    Assistente Social

    Grupo da enfermagem – Quatro Enfermeiros Padrões, Três Técnicas em Enfermagem e também temos à disposição Um Farmacêutico e Uma Técnica em Farmácia

    Educadora Física

    Duas cozinheiras e uma Auxiliar de Cozinha e Nutricionista

    Oferecemos seis refeições diárias

    Equipe especializada em limpeza hospitalar, Disponível na unidade sete dias por semana. Serviços de Hotelaria e Lavanderia.

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    Clínica de recuperação em SP - Araçoiaba da Serra - FEMININA
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  • Clínica de reabilitação em São Paulo

    Clínica de reabilitação em São Paulo

    Clínica de reabilitação em São Paulo – Como funciona o tratamento?

    São Paulo

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    Muitas dúvidas começam a surgir de fato quando o assunto é o tratamento de dependentes químicos e alcoólatras.

    Para entrarmos no assunto, a primeira coisa que devemos de fato saber é que

    a dependência química é sobretudo uma doença crônica, e que, embora existam tratamentos,

    não há cura de acordo com a ciência, mas, todavia, o programa é completo e busca minimizar todos os impactos

    trazendo soluções e metodologias que uma vez empregadas no cotidiano do dependente químico são eficazes e conseguem fazer com

    que o dependente químico se mantenha abstinente.

    A vantagem que mais se destaca quando o assunto é tratamento de dependentes químicos em uma clínica de reabilitação em SP ou em qualquer lugar do mundo

    é a possibilidade de tirar o adicto do seu ciclo vicioso, proporcionando um afastamento dessa rotina de uso, e uma nova proposta de vida.

    A ideia é sobretudo conscientizar os pacientes quanto aos mecanismos e riscos dessa doença.

    Durante o período de internação, o paciente será avaliado por uma equipe completa e multidisciplinar, a qual propõe um plano de

    tratamento individualizado, pensado nas necessidades individuais de cada paciente.

    Com o apoio de uma equipe capacitada, a chance de recuperação é alta, visto que o acolhido poderá

    contar com apoio incondicional desses profissionais em tempo integral para todas as suas demandas no período mais crítico que são os primeiros meses.

    A ideia de uma internação, sobretudo, não é de meramente afastar o dependente químico da sociedade

    e sim de propor uma série de metodologias que o permitirão um novo começo.

    Recomeçar sem drogas e com a cabeça cheia de novas ideias é o propósito, reestruturar a vida do dependente químico em todos os aspectos.

    No entanto, vale lembrar que a dependência química é de fato uma doença incurável, de acordo com a ciência, e assim sendo,

    requer a prática e a boa vontade do dependente químico em colocar em prática a programação orientada, após sua alta.

    Pandemia potencializou riscos da dependência química

    Durante os últimos 24 anos, a potência da cannabis

    aumentou em até quatro vezes em algumas partes do mundo.

    No ano passado, cerca de 275 milhões de pessoas no mundo usaram drogas e mais de 36 milhões

    de pessoas sofreram de doenças relacionadas às drogas, com base no Relatório Mundial sobre Drogas 2021. O arquivo foi divulgado hoje pelo Escritório das Nações

    Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

    O relatório afirma que, nos últimos 24 anos, a potência da cannabis quadruplicou em certas partes do mundo.

    Embora a proporção de adolescentes que pensam que a droga é prejudicial tenha caído 40%, ainda há evidências de que o uso de cannabis está associado a vários riscos à saúde.

    Os que mais são afetados são os dependentes regulares a longo prazo.

    “Menor consciência do risco do uso de drogas está associada a uma maior taxa de uso de drogas.

    As descobertas do Relatório sobre o Problema Mundial das Drogas de 2021 do UNODC

    enfatizaram a necessidade de fechar a lacuna entre a percepção e a realidade, a fim

    de educar os jovens e proteger a saúde pública”, disse a diretora-executiva do UNODC, Ghada Waly.

    De acordo com o relatório, entre 2002 e 2019, a porcentagem de THC, o principal componente psicoativo da cannabis, aumentou de cerca de 6% para mais de 11% na

    Europa, e de cerca de 4% para 16% nos Estados Unidos. Entre 1995 e 2019, a proporção de adolescentes que pensam que

    a maconha é prejudicial caiu 40% nos Estados Unidos e 25% na Europa.

    Além disso, em investigações com profissionais de saúde em 77 países, 42% disseram que o uso da maconha teve um aumento grande desde o incio da pandemia.

    O uso não medicinal de medicamentos também aumentou durante o mesmo período.

    Entre 2010 e 2019, o número de usuários de drogas aumentou 22%, em parte devido ao crescimento da população global.

    Com base apenas nas mudanças demográficas, as previsões atuais indicam que até 2030, o número de usuários de drogas em todo o mundo aumentará 11%, enquanto

    a África aumentará drasticamente em 40% devido ao rápido crescimento e população jovem da África.

    De acordo com as últimas estimativas globais, aproximadamente 5,5% da população de 15 a 64 anos usou drogas pelo menos uma vez no ano passado,

    e 36,3 milhões de pessoas, ou 13% do número total de usuários de drogas, sofrem de drogas doenças relacionadas.

    Globalmente, há uma estimativa de que mais de 11 milhões de pessoas fazem o uso de injeção de drogas, metade das quais vivem com a doença Hepatite C.

    Os opioides ainda são a maior causa de doenças causadas pelo uso de drogas.

    A metadona e a buprenorfina são os dois opioides mais comumente usados para pacientes com doenças relacionadas.

    Nas últimas duas décadas, eles se tornaram cada vez mais acessíveis.

    O número disponível para fins médicos aumentou seis vezes desde 1999, de 557 milhões de doses por dia para 3,317 milhões de doses em 2019, indicando

    que os tratamentos científicos com medicamentos estão agora mais acessíveis do que no passado.

    O mercado de drogas dark web só surgiu há dez anos, mas agora as vendas anuais no mercado principal atingiram pelo menos US $ 315 milhões.

    Embora esta seja apenas uma pequena parte das vendas farmacêuticas globais, mostrou uma tendência ascendente de meados de 2011 a meados de 2017 e meados de 2017 a 2020,

    com um aumento de quatro vezes.

    O novo relatório apontou que o mercado de drogas retomou rapidamente as operações após a interrupção inicial da pandemia,

    o que desencadeou ou acelerou a explosão de certos movimentos de tráfico pré-existentes no mercado global de drogas.

    Isso inclui: aumento do transporte de drogas ilícitas, aumento da frequência das rotas terrestres e fluviais usadas para o tráfico, aumento do uso de

    jatos particulares para fins de tráfico de drogas e aumento do uso de sistemas sem contato para transportar drogas.

    O relatório também apontou que a cadeia de abastecimento de cocaína que leva à

    Europa está se diversificando, baixando os preços e melhorando a qualidade, ameaçando a expansão do mercado de cocaína na Europa …

    Isso pode aumentar o dano potencial causado pela droga na área.

    O número de novas substâncias psicoativas (NSPs) surgindo no mercado global caiu de 163 em 2013 para 71 em 2019. sso reflete as tendências na América do Norte, Europa e Ásia.

    O que de fato acontece é que os sistemas de controle nacionais e internacionais conseguiram limitar sso reflete as tendências na América do Norte, Europa e Ásia.

    Acontece que os sistemas de controle nacionais e internacionais conseguiram limitar sso reflete as tendências na América do Norte, Europa e Ásia.

    Acontece que os sistemas de controle nacionais e internacionais conseguiram limitar a disseminação de NSP em

    países de alta renda, onde, há uma década, APARECERAM as primeiras substâncias psicoativas.

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    A primeira coisa que devemos pensar sobretudo, antes de até mesmo oferecer a ajuda adequada

    a uma pessoa dependente química ou alcoólatra, precisamos todavia entender o relacionamento desses com o alcoolismo e com a dependência química. 

    Tratamentos:

    Você deve estar sobretudo ciente de que o vício não é simplesmente uma dependência física.

    Muitos são os impactos emocionais, psicológicos que assolam essas doenças.

    Deve-se saber que os alcoólatras também têm uma relação emocional e mental

    muito forte com o álcool, o que significa que existem três tipos de dependência que eles precisam controlar.

    Isso torna, sobretudo, três vezes mais difícil para um dependente químico superar a dor sozinho.

    Desta forma como você pode manter um utensílio qualquer para fazer você se sentir mais seguro em momentos em que está mais nervoso,

    os dependentes de álcool dependem do álcool como o próprio nome já diz, para se sentir confortável e sobretudo seguro.

    E tornar-se sóbrio significa ter seu controle tirado deles.

    Ou seja, a dependência química em seu estágio ativo (no uso) é para o dependente químico o seu “normal”.

    Fora dessa realidade do uso ele se sente estranho, inseguro, e quer todavia fugir dessa realidade.

    Um número enorme de pessoas, porém, faz todavia um uso nocivo do álcool,

    pois ocasional ou regularmente bebe acima das quantidades consideradas normais.

    Se por exemplo em uma festa, a pessoa beber cinco copos de cerveja ou três de uísque,

    está todavia ingerindo mais do que seu organismo tolera em termos de intoxicação alcoólica, qualquer dose superior a isso o tira do humor.

    Dependendo do organismo, até menos.

    É claro que do ponto de vista biológico consumir álcool, por exemplo, regularmente três doses de uísque ou de pinga / cachaça causa impacto

    físicos muito significativos como por exemplo hipertensão arterial ou doenças gástricas e hepáticas relacionadas ao consumo de álcool. 

    A pessoa que consome pode não ser dependente, mas nem por isso deixa de lesar o organismo quando exagera no consumo da bebida.

    Como podemos ajudar um parente dependente químico ou alcoólatra?

    Como podemos ajudar uma pessoa dependente química ou alcoólatra? CLÍNICA DE REABILITAÇÃO EM SP

    A seguir, listamos algumas dicas de como ajudar uma pessoa dependente química ou alcoólatra:

    • Sobretudo, em primeiro lugar, você precisa aceitar e entender que o alcoolismo é uma doença progressiva, incurável e fatal, e então procurar conhecê-la.
    • Outro ponto importante é que você não vai convencer que alguém está doente se você mesmo não acredita nisso e não entende os mecanismos dessa doença
    • Tome cuidado com o próprio envolvimento emocional.
    • Este é o momento crucial onde se deve deixar qualquer angústia, mágoa ou ressentimento do passado de lado.
    • É importante não agir com sentimentos de vingança ou rancor, por mais difícil que isso possa ser na sua relação com o dependente químico. Perdão e compaixão são muito importantes neste momento;
    • Se disponibilize e sobretudo ofereça segurança.
    • Mostre ao dependente químico que você é uma pessoa de confiança e que também confia nele e em sua recuperação, acreditando sempre que essa pessoa pode ter uma qualidade de vida melhor;
    • Seja sobretudo paciente e perseverante, pois este processo não é nada fácil e pode demorar um tempo maior até que a pessoa reconheça de fato que tem uma doença crônica e precisa de tratamento;
    • Contudo, quando a pessoa aceitar o fato de que precisa de ajuda, faça o acompanhamento, não a abandone em nenhum momento até que esta esteja totalmente livre da dependência do alcoolismo.

    No Brasil, um dado curioso, 13% da população masculina adulta têm problemas com álcool

    e dois terços desses 13% abusam de seu uso.

    Essas pessoas então bebem três doses de uísque – ou uma dose substancial que vale por três – e dizem em sua maioria:

    não sou alcoólatra porque só bebo isso e mais nada.

    Se você imaginar sobretudo se separar de um relacionamento de longo prazo

    ou se encontrar subitamente perdido em um país diferente sem um mapa, floresta sem bússola, começará a entender a mentalidade da pessoa que deseja ajudar. 

    Cada um de seus sentidos está todavia se adaptando a novas situações sem álcool, nas quais eles confiam há tanto tempo.

    Portanto, é um processo assustador, um recomeço no escuro. A pessoa está se refazendo.

    Clínica de reabilitação em São Paulo – Alertas:

    Existem alguns sinais de alerta de que um alcoólatra ou dependente químico em recuperação serão apresentados sobretudo quando seus pensamentos

    em relação ao álcool começarem a mudar.

    Esses sinais e comportamentos são muito comuns e sobretudo difíceis de controlar,

    para que possam ocorrer em qualquer momento do processo de recuperação.

    • Afastamento social, pouco convívio ou mudança de ciclo de amizades
    • Instabilidade emocional e dificuldades nas tomadas de decisão
    • Realizando algumas escolhas irracionais
    • Inventar histórias e discursos de desculpas para a sua recuperação, bem como protelar uma internação = AUTO SABOTAGEM.
    • Ansiedade, inquietação, irritabilidade entre outros sintomas de recaídas.
    • Apresentando negação sobre seus pensamentos em relação ao álcool, ou sobre ser uma pessoa doente.
    • Apresenta uma série de mudanças de humor ou exagerando nas situações
    Importante: SEJA COMPREENSIVO, MAS NUNCA PERMISSIVO

    É todavia necessário você ter o cuidado de entender a diferença entre compreensão e permissividade.

    A pessoa que está em situação de alcoolismo ou dependência química precisa sobretudo de compreensão, mas não de permissividade. 

    Ao invés de permissividade, ele precisa do contrário disso: limites. 

    E todavia pode, inclusive, precisar de internação compulsória, ou involuntária, caso não reconheça a necessidade de tratamento. 

    E se for esse o caso nós também podemos lhe ajudar.

    Temos o tratamento involuntário para alcoólatras e dependentes químicos, que é destinado a casos como esse.

    Basta somente solicitar nossos serviços, entre em contato conosco!

    PARTICIPE DO TRATAMENTO – Clínica de reabilitação em São Paulo

    Após o processo de internação, orientamos sobretudo que a família tente participar ativamente do processo de tratamento.

    Para isso oferecemos na cl´ínica  o tratamento para o familiar, em que orientamos aos familiares

    quais são as melhores técnicas e ferramentas para ajudar na recuperação do alcoólatra e dependente químico

    ESTEJA DISPONÍVEL – Clínica de reabilitação em São Paulo

    Quando o tratamento for finalizado e o acolhido voltar para casa, acolha-o com carinho e lhe dê muito amor.

    Faça-o todavia sentir que está no lugar certo, entre as pessoas que o amam. Isso vai ser muito importante para o dependente químico.

    EVITE LUGARES PESSOAS E COISAS NOS PRIMEIROS MESES

    Um dos maiores problemas sobretudo enfrentados pelos alcoólatras e dependentes químicos , por exemplo, após internação é a possibilidade de uma recaída.

    Se a família por sua vez em casa não tiver essa consciência, com certeza vai dificultar o processo.

    Deixe as bebidas alcoólicas longe de sua casa e com certeza você estará ajudando bastante nesse processo.

    Sabe aqueles amigos, companheiros de bar? As pessoas que gostam geralmente de ir para sua casa fazer churrasco e tomar cerveja nos finais de semana?

    Tente convencê-los a uma diversão sem bebida alcoólica, ou evite que o dependente de álcool e drogas esteja no recinto se confraternizações como essas forem acontecer.

    Se não der certo, não aceite mais as festinhas em casa, ao menos por um período.

    AUXILIE ELE NO PÓS-TRATAMENTO DO ALCOOLISMO E DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA

    A Clínica Apsua Clínicas de Recuperação oferece um serviço inclusive de pós-tratamento para alcoólatras e dependentes químicos

    destinado às pessoas que finalizaram o tratamento.

    O pós-tratamento tem como principal objetivo e característica ajudar o dependente a permanecer firme no seu propósito de mudança de vida. 

    FALE CONOSCO!

  • Cuidado ao escolher uma clinica de recuperação / reabilitação em SP

    Cuidado ao escolher uma clinica de recuperação / reabilitação em SP

    Adolescentes denunciam tortura e mostram marcas de violência em comunidade terapêutica evangélica

    No dia em que Mateus * tentou fugir, estava muito calor. Era quase meio-dia, e esse garoto de 15 anos de olhos e pele escuros teve esse impulso. Eu não fiz planos. Pouco antes do almoço, ele percebeu que estava sozinho e ninguém estava olhando, então ele saiu correndo. Correu ao longo da fazenda até chegar à BR-354, que passava pela cidade de Itamonte em Minas Gerais e seguia pela divisa da Serra do Itatiaia em direção ao Rio de Janeiro. O desesperado Mateus trota no asfalto quente, sentindo o corpo todo ferver.

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    Sob o sol escaldante, ele se lembrou de correr por mais de 40 minutos. Até que uma caminhonete prateada se aproximou e parou na beira da estrada, o menino avistou o monitor da comunidade do Desafio Juvenil Maanaim, onde estava internado há quase nove meses. Entre socos e chutes, o homem de grande porte mandou o menino para dentro do carro sem precisar de muito esforço. De acordo com o relato do jovem, ao dirigir, o líder do esquadrão gritou e deu um tapa em Mateus, que estava exausto e se retirou para a porta do passageiro.

    A viagem foi rápida, e em 15 minutos eles voltaram para a unidade juvenil da comunidade de cura do pastor Amarildo Silva, onde havia outras quatro unidades e uma igreja evangélica de mesmo nome. Conforme contou o relatório, assim que o carro parou, Matteus foi retirado do carro e levado para uma pequena sala ao lado do escritório para pegar mais coisas.

    A violência é suficiente para fazer com que outros adolescentes da comunidade de tratamento ouçam o grito de Mateus por socorro do terreno onde fica o dormitório, conforme descrito no relatório.

    “Desde então ele ficou assim: um olhar sem graça. Isso por causa do remédio que deram para ele, senhora”, explicou outro adolescente que havia internado na entidade. Colegas disseram que Matthew está muito animado desde que foi recapturado.

    A psicóloga Janaína Dornas confirmou no dia 2 de outubro que a adolescente havia tomado antipsicóticos e sedativos sem receita médica.Na ocasião, um órgão público visitou a comunidade de tratamento após uma fiscalização de representantes do Mecanismo Nacional de Combate à Tortura da Linha de Frente Minera. Drogas e Direitos Humanos, Instituto de Direitos Humanos e Secretaria de Estado de Saúde Mental de Minas Gerais.

    No alto da Serra da Mantiqueira, nos arredores do pequeno município de Itamonte, o centro de reabilitação de drogados promete curar todos os dependentes químicos com a palavra de Deus.

    Encontre a sua clínica de recuperação ideal em São Paulo e ao redor do Brasil aqui na Capital Remoções

    A Maanaim tem sido financiada publicamente por mais de 15 anos e executa um plano de tratamento importado dos Estados Unidos com base em estudos bíblicos e isolamento social. A fiscalização da Comunidade Terapêutica Desafio Jovem Maanaim foi deliberada pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito de inquérito civil público, que ainda está em andamento em 2017 para apurar denúncias de infrações dentro da entidade. No início de outubro de 2020, o relatório foi acompanhado pelo convite do grupo de trabalho e descobriu que 38 meninos seriam submetidos a crenças religiosas diárias, ameaças e violência física.

    Participaram da visita cinco psicólogos, uma assistente social, um historiador e um especialista do mecanismo nacional de combate à tortura.
    Em uma manhã quente de sexta-feira, 2 de outubro, a equipe de pesquisa, além de Mateus, também encontrou meninos com sinais de agressão nos corpos de outros meninos da comunidade de tratamento (segundo relatos de adolescentes). Luís Felipe *, de 16 anos, tem uma ferida nas costas de difícil cicatrização: quando a ferida se forma, um golpe de vassoura reabre a ferida. Um adolescente que presenciou a cena há poucos dias disse que o cabo de madeira interrompeu as costas do menino e a força do golpe foi tão grande que o atingiu.

    Além do ferimento nas costas, Luís Felipe também tinha uma marca verde-roxa do tamanho de um sabão em uma das panturrilhas, um hematoma na nuca e sinais de inchaço ao redor da boca.

    A lesão mais recente marcará o menor sendo punido pela vigilância por violar as regras de tratamento do Desafio Jovem Maanaim, onde foi internado por acordo entre a entidade e o governo federal.

    Há cerca de 25 dias, nesta entidade, o adolescente tentou dar sinais de agressão à mãe durante uma videochamada monitorada pela coordenadora do centro de reabilitação. “Eu e meu filho sabemos falar sem palavras. Na última ligação, ele tentou me mostrar essas marcas, como se não tivesse nada, para ninguém perceber”, disse a mãe do adolescente. Luís Felipe sabia que se condenasse o abuso, iria receber mais.

    Sua família temia que, quando ele estava na indústria de tratamento, sua vida estivesse nas mãos do pastor que dirigia a instituição. Portanto, neste artigo, os nomes dos adolescentes e membros da família na comunidade de tratamento foram alterados. “Estou muito preocupada que essa reclamação leve a mais punições. Luis Felipe me disse que tinha medo de morrer ali”, disse sua mãe. O medo de imaginar uma criança morrendo na comunidade de tratamento não é infundado. Há dois meses, um adolescente foi assassinado na mesma instituição, onde ficou internado por sete meses, tentando se recuperar do uso nocivo de drogas.

    Em agosto, três adolescentes limparam o chiqueiro sem atendimento até que, durante uma discussão, um preso atingiu Lucas Pedreira Rosa com uma enxada na cabeça, causando-lhe a morte. Estamos aqui para contar a história de Lucas.

    Isolamento, trabalho e religião

    Durante o exame, Pública entrevistou 11 adolescentes hospitalizados. Meninos entre 12 e 16 anos relataram que se sentiam prejudicados pelo uso de drogas e desejavam receber tratamento.
    Quase todos foram hospitalizados em busca de ajuda. “Ouvi dizer que há médicos, médicos e psicólogos aqui, então minha mãe e eu pensamos que eu receberia tratamento”, suspirou um menino de 14 anos em voz baixa.
    No entanto, em troca da promessa de tratamento, os jovens vivem uma vida de isolamento, trabalho e religião todos os dias. Quando eles não estão trancados na sala, eles se engajam no discipulado bíblico ou limpam a comunidade de cura. Eles dão aulas de psicologia sobre “desenvolvimento pessoal” duas vezes por semana e, em algumas tardes, podem jogar futebol ou bilhar.

    Segundo relatos, devido à vigilância e ameaças constantes, os procedimentos de rotina são mantidos. Uma estagiária disse: “Aqui, se você cantar um samba, uma música que não é de Deus, você vai ser punido.” Segundo relatos, quem se recusa a fazer algumas tarefas de parturoterapia, como carregar blocos de construção ao sol, Também será punido.

    Todos devem participar do serviço. Os presidiários só podem conversar com seus familiares em uma conversa de 10 minutos, no máximo uma vez por semana, e são sempre acompanhados pelo coordenador.

    As cartas aos familiares são lidas pelo monitor. Os meninos disseram que, quando alguém infringe as regras, pode ser punido em diversos graus: tomar banho frio, dormir sem colchão, ser trancado em um quarto, esbofeteado, espancado com pau de madeira ou tomar psicotrópicos.

    “É uma grande mentira fazer tratamento. O que existe é um programa para treinar corpo e mente”, disse Andreza Almeida, assistente social que acompanhou o exame no Maanaim. “Visitamos um galpão para jovens carentes que estão em tratamento compulsório sem base científica e com preconceito na prisão”.

    Para Daniel Melo, especialista em mecanismo nacional de combate à tortura, “o que vemos é uma total falta de métodos de saúde”. O responsável pela “consulta de tratamento religioso”, controlando os presos e até mesmo distribuindo drogas, é o tutor, geralmente um adolescente que está há muito tempo internado ou um ex-presidiário que trabalha para a entidade.

    A fiscalização revelou que, superficialmente, Maanaim contava com psicólogos e enfermeiras, mas esses profissionais apareciam ocasionalmente e não estavam envolvidos no dia a dia da entidade. “Não há preparação e a equipe não recebeu treinamento para lidar com os jovens. Sem ferramentas, eles recorrem às ferramentas mais primitivas, como o uso da força”, analisou Melo. “Acho que se eu vier aqui vai ter uma chance melhor. Na rua, fui ameaçado e espancado pela polícia … O problema é que quando eu chego aqui, vejo que tudo é na base de um golpe “, Desabafou um menino de 15 anos.

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    CLinicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras

    Ele disse que enquanto o prisioneiro estava acompanhado por outra unidade da clínica, alguém assobiou para uma menina. Quando os meninos voltaram para a unidade, os dois meninos foram conduzidos à sala de monitoramento. “Aí começou: bofetada, pontapé, soco.” Dois adolescentes espancados relataram que, ao espancá-los, um monitor da clínica coordenadora disse: “Sua menina, assobiar é tão desrespeitoso, você acha que ela se interessaria por drogas viciados? “. Essa história foi confirmada por outros dois presos que viram esses adolescentes sendo levados para a sala de vigilância. Os meninos espancados tinham 15 e 14 anos e ficaram internados há menos de um mês.

    Todos os adolescentes entrevistados afirmaram que a violência contra eles ocorre todos os dias na comunidade de tratamento. Segundo o relato, o tutor adulto da entidade, além de um jovem tutor, agrediu o preso com cassetetes. Além deles, um coordenador também foi acusado de agressão pelo jovem. O especialista Daniel Melo (Daniel Melo) destacou:

    “Mesmo que não seja utilizado, apenas a existência de um bastão coberto e totalmente preparado, segurado por um vigilante, constituirá um mecanismo de tortura psicológica”.

    Rodrigo *, de 16 anos, é um adolescente que passou três anos e um mês internado no hospital de Maanaim.

    Alguns meses se passaram, mas os pastores nunca pensaram que ele estava “curado”. “Cada vez que fico mais zangado, cada vez que aumentam minha internação como punição.” Hoje, ele e a mãe moram no interior de Minas Gerais. “Mas tenho certeza de que morrerei lá e ficarei preso lá”, lembrou.

    Ele foi detido à força quando tinha 11 anos e relatou ter sido espancado inúmeras vezes. Para ele, o pior momento na clínica foi quando teve que ver três monitores de madrugada atacando um menino de 12 anos que havia roubado um pacote de biscoitos de outro colega. Ele acrescentou: “Muitas pessoas nem mesmo lhes dizem o que vivem lá, porque se soubessem, ninguém acreditaria. Eu nunca disse a ninguém”.

    Longe do mundo

    Teoricamente, a comunidade de tratamento segue os métodos de reabilitação espalhados em 130 países.

    Fique longe do mundo e das coisas do mundo. Essa é a primeira condição para o tratamento de dependentes químicos na modalidade Desafio Jovem de Maanaim de Itamonte.

    A base do Programa de Treinamento e Discipulado do Evangelho é o isolamento social e o Evangelho Cristão. Em entrevista à Pública, o pastor Wagner Zanelatto, presidente do Projeto Desafio da Juventude Brasileira, explicou que o projeto exige “que as pessoas em tratamento fiquem longe do meio social e da interação que leva ao uso de drogas”.

    Além do isolamento físico, os moradores também precisam “o mundo” com eles, mantendo distância de seus valores e costumes. No caso Maanaim, os adolescentes afirmaram que só podiam ouvir música gospel. Livros que não envolvem o Cristianismo são censurados e outras crenças são consideradas demônios.

    Este método é descrito no documento Global Youth Challenge, consultado pela Pública. Na introdução do curso no Brasil, foi descrito da seguinte forma: “O objetivo da primeira etapa do tratamento é interromper o uso de drogas, tornar-se seguidor de Cristo e aprender o modo de vida cristão”.

    O tratamento é baseado na chamada “nova pesquisa pessoal cristã”, um conjunto de cursos que inclui: memorização de escrituras, lições bíblicas e leitura pessoal. De acordo com o documento oficial do plano, a natureza do desafio da juventude é formada pela fé, oração, evangelismo e dependência do Espírito Santo.

    A metodologia baseada no “Fator Jesus” foi criada por David Wilkerson nos Estados Unidos na década de 1960 e desde então se espalhou pelo mundo. No Brasil, o projeto foi difundido principalmente pelo livro de Wilkerson “The Cross and Dagger” (um livro best-seller sobre evangelismo juvenil) e pelo pregador do Conselho de Deus Americano Bernard Johnson (Bernard Johnson Jr) .O pastor organizou um evangelismo em grande escala movimento.

    A origem do Desafio Jovem Maanaim é extraída desta fonte. O pastor Amarido Silva, o dono da comunidade de cura, recebeu treinamento no movimento cristão influenciado pelo trabalho de Wilkerson e foi aprovado no Conselho de Deus e no Movimento de Reavivamento Carismático Católico. O pastor está empenhado na missão de evangelizar os jovens, fundou a sua primeira comunidade terapêutica há 30 anos e hoje, além da sua própria igreja, existem quatro unidades, também chamadas de Maanaim. Para o pastor Amareldo, o vício é visto como um problema de origem espiritual, enquanto os efeitos do uso de drogas são vistos como uma manifestação do demônio. Em seu livro “Como expulsar fantasmas: a unção de que você precisa”, o pastor usou mais de 146 páginas para descrever como resolver piedosamente os casos mais comuns do que ele chama de demonismo: depressão, opressão e vício.

    Nas suas palavras, no trabalho, relatou o caso de um jovem toxicodependente estagiário em Maanaim, que era “a personificação do demónio”. Ele descreveu como a libertou da “depressão, vício, possessão e promiscuidade de Orissas” por meio de orações e sessões de exorcismo.

    Em uma entrevista, o pastor explicou que quando a psicologia, a medicina e outros métodos usados no mundo da cura falham, ele usa rituais de libertação para “vencer a guerra contra o diabo” e desencadear um “novo nascimento espiritual”. Semanalmente, ele fará o serviço de “quebrar a maldição” na unidade de Maanaim.
    Os rituais são freqüentemente muito ocupados, e as pessoas que “possuem” são “liberadas”. Aos olhos de alguns prisioneiros, esses rituais são emocionantes e ajudam a estabelecer uma conexão com Deus.
    Para outros, são apenas promulgações e insultos a outras religiões, especialmente as de ascendência africana. Segundo relatos, durante o serviço, os presos devem repetir as orações do padre, que disse entre outras coisas: “Desisto de Yamanja / Desisto da masturbação / Desisto do lesbianismo / Desisto da homossexualidade …”.

    Além de receber treinamento em igrejas evangélicas, o pastor Amarildo

    Silva (Amarildo Silva) também já esteve quatro vezes nos Estados Unidos para participar do programa de treinamento “Desafio da Juventude” do Exército dos EUA.
    “Fui lá para entender, para ver como eles faziam e para nos qualificar para trabalhar aqui”, disse ele à Pública em entrevista. Nos Estados Unidos, mais de 200 organizações usam esse método.
    O plano era amplamente conhecido e apoiado por Bush no início dos anos 2000. Na época, a medida gerou polêmica.
    Em entrevista ao The New York Times, os pesquisadores apontaram a falta de evidências científicas confiáveis para comprovar os resultados positivos de adolescentes ao questionarem o método.

    Recentemente, uma investigação realizada pelo Reveal do US Investigative News Center condenou 33 clínicas para jovens nos Estados Unidos por explorar ilegalmente o trabalho de prisioneiros.

    De acordo com o artigo, “o plano de recuperação é recrutar usuários para uma forma de escravidão, obrigando-os a trabalhar de graça ou a trocar um centavo de dólar por sua estadia.”

    Em uma escala global, o Desafio Jovem é uma aliança que une comunidades de tratamento, formula diretrizes de tratamento e traduz materiais em mais de 60 idiomas, mas não tem influência direta nas unidades registradas.
    Em entrevista à Pública, Randae Davis, representante do escritório global, afirmou que não tinha conhecimento de violações de direitos humanos na entidade de desafio à juventude. Ele também disse: “O plano acolhe a todos, mas porque é baseado na fé cristã, não pode aceitar o estilo de vida gay.”
    No Brasil, além da comunidade de Itamonte, existem outras 29 comunidades que foram certificadas com o Selo Desafio Jovem, que podem aplicar o programa de padronização de Estudos Bíblicos.
    Quatro das pessoas que usaram “Desafio Jovem” no nome apareceram no relatório oficial de reclamação e seu tratamento não era compatível. Ao contrário dos Estados Unidos, grande parte do trabalho aqui é financiado por fundos públicos.

    Em 2019, a comunidade terapêutica em nome do “Desafio Jovem” recebeu 11,8 milhões de reais do Ministério da Cidadania.

    O segundo maior valor de recurso pago à comunidade de tratamento é de 1,3 milhão de reais para o Desafio Juvenil da ETM (Escola de Treinamento Missionário), que é uma comunidade de tratamento que aplica o Programa Desafio da Juventude e se concentra no treinamento de igrejas missionárias. Até quatro anos atrás, a escola da missão fazia parte da Clínica do Pastor Amareldo.

    “Mais um corpo para ganhar dinheiro”

    Para a assistente social Andreza Almeida (Andreza Almeida), não há planos para permitir o tratamento eficaz da entidade. Isso ocorre porque “ignorar completamente o histórico médico único de cada paciente hospitalizado”.
    A partir das entrevistas com os presos e da observação do prontuário da unidade, Andreza acredita: “A história médica ou a trajetória de vida dos meninos não importa, eles são considerados as massas”. Outra organização lucrativa obtém recursos por meio de convênios públicos.
    Em muitos outros aspectos, o modelo de tratamento não está de acordo com os regulamentos desses centros de reabilitação no Brasil. Isso não é novidade. Em 2017, durante a Vistoria Nacional de Tratamento Comunitário, foram apontadas violações da função Maanaim.
    Na ocasião, foi apontado que não havia uma equipe técnica qualificada e um plano de tratamento único para cada adolescente – situação que violava as normas básicas dos editais de financiamento público.

    Também em 2018, o Fundo de Previdência Obrigatória lançou uma investigação para investigar e procurou pressionar o órgão responsável a agir após a descoberta da violação.
    O despacho elaborado pelo MPF descreveu em detalhes a ilegalidade desse tratamento e mencionou: “A punição imposta aos presos na comunidade de tratamento Maanaim é muito próxima da tortura”.
    O documento foi encaminhado à Secretaria Nacional de Política de Drogas (Senad) e à Controladoria do Estado de Minas Gerais (CGU), responsável pelo financiamento da vaga do Maanaim, solicitando ações de controle.
    Na ocasião, o MPF encaminhou carta ao pastor Amarildo, diretor da entidade, solicitando melhorias na remuneração e ajustes na legislação. “Mas, infelizmente, depois disso, vimos que as medidas extrajudiciais foram esgotadas”, disse Lucas Gualtieri, o promotor encarregado da investigação.

    As denúncias publicadas e os procedimentos iniciados pelo MPF há três anos

    não são suficientes para coibir as infrações ou controlar o repasse de recursos ao Desafio Jovem Maanaim.
    Em 2020, a unidade juvenil visitada pela Pública continuará a receber apoio de recursos públicos. Em setembro, 82% das matrículas matriculadas eram custeadas por fundos federais ou municipais. O governo paga 1.596,44 reais por mês para cada adolescente internado por meio de convênio federal. O valor pago pela prefeitura fica entre 800 reais e 1.200 reais.

    No ano passado, R $ 820.636,74 na esfera federal foram utilizados para custear internações nos quatro departamentos do Desafio Jovem Maanaim, próximo a Itamonte – um atendendo adolescentes, outro atendendo mulheres de todas as idades e duas fazendas. “Sempre contamos com orçamentos públicos”, confirmou o proprietário da Maanaim, pastor Amarildo Silva, em entrevista. Segundo o Diário Oficial, considerando que nos últimos cinco anos, além do convênio com Brasília, a comunidade de tratamento recebeu financiamento de pelo menos 12 cidades.

    Mas não só isso. Em 2019, Maanaim recebeu 150 mil reais do pastor associado Vanderlei Miranda (MDB) por meio de uma emenda parlamentar para a compra de uma van.
    O investimento público abrangente da entidade não é acompanhado pelo mesmo controle de qualidade confiável. De acordo com as recomendações do plano oficial de monitoramento, Publika questionou a administração da entidade sobre as fiscalizações em âmbito federal, mas não obteve resposta específica, nem forneceu documentos que comprovem a fiscalização do controle de qualidade do tratamento. Durante três semanas, a reportagem convocou entrevistas com representantes da Secretaria Nacional de Prevenção e Atenção às Drogas (Senapred), órgão do Ministério da Cidadania responsável pelo atendimento às comunidades. Mas até este artigo ser publicado, não houve resposta.

    “Como uma máfia”

    A farmacêutica Stefania *, de 34 anos, entrou em contato com Maanaim pela primeira vez como estagiária em 2013. Em fevereiro de 2019, ela voltou à comunidade de tratamento como voluntária para cuidar de jovens. Lá, ela se apaixonou por um trabalhador (o nome do assistente do pastor na hierarquia evangélica), se comprometeu e tentou manter a rotina de trabalhar 24 horas por dia sem receber salário. “Não suporto mais ser um cúmplice ridículo”, lembrou.

    Enquanto trabalhava no Departamento de Mulheres de Manem, ele viu meninas sendo espancadas quase todos os dias. “Estou cansada de ver uma adolescente amarrada e usando drogas por causa da rebelião”, disse ela ao relatório. Stefania explicou que uma das estratégias de controle dos presos é o uso de drogas. “Por exemplo, existe um 100 mg de neozine [um antipsicótico com efeito sedativo], uma receita deixada por um interno que o toma, armazena e usa quando precisa deter alguns insurgentes”, explicou.

    Durante a fiscalização realizada em outubro, ficou claro que não havia prescrição médica de medicamentos para o menor fugido. Ao consultar o prontuário do adolescente, não foi encontrada receita para o medicamento que recebeu do monitor. “Eles injetaram Haldol Decanoato (um antipsicótico forte) sem fazer nenhum procedimento. Na rede de saúde, esse medicamento só pode ser usado no acompanhamento”, disse Andresa Almeida. De acordo com a bula, o medicamento só deve ser usado por adultos e uma vez por mês. “Foi relatado que aplicaram a esse adolescente a cada duas semanas, o que era ridículo”, lembrou Andresa.

    Durante o exame, a psicóloga Janaína Dornas verificou o prontuário do adolescente que parecia drogado e constatou que faltava a prescrição mais recente. “O remédio dado a esse adolescente em outubro não tinha receita médica registrada. Quando perguntei ao médico responsável sobre o remédio, ele não respondeu. Obviamente, ele nem sabia que remédio havia sido prescrito.” Janana disse. O selo da receita antiga é do médico da entidade, o dermatologista Guilherme Mota Langiott. Quando questionado, ele não respondeu a perguntas públicas sobre a falta de receitas atualizadas.

    “Era assim quando eu trabalhava lá: as pessoas tinham explicado a situação para o médico e ele prescreveu. Se faltar algum remédio, o coordenador geral vai buscar diretamente na farmácia do município ou na esposa do pastor (enfermeira-chefe de Santa Casa).) Tome remédio “, explicou Stefania.

    Stefania acredita que as violações de Maanaim continuarão ocorrendo

    porque o pastor Amarildo tem grande reputação e poder na área. Em sua página no Facebook, inúmeros são os relatos sobre o apoio de ex-presidiários e familiares que lhe agradecem por sua recuperação em Maanaim. Além de presidir a entidade, Amarido também possui uma igreja popular nesta pequena cidade de 15.000 habitantes. Dois outros funcionários da comunidade de tratamento ocupam cargos na prefeitura. Um dos administradores, Lucas Ferraz (Lucas Ferraz) é o atual ministro do Desenvolvimento Social, enquanto a filha da psicóloga e pastora Rebecca Silva (Rebecca Silva) trabalha na rede municipal de saúde. Em 2020, Marcos Vinícius Castro, outro administrador da entidade, concorre à MP do PDT.

    Stefania disse: “Eles não têm medo de fazer as suas próprias coisas porque estão com muito calor nas costas”. Enquanto trabalhava na organização, o farmacêutico ouviu que as mães chamavam o padre para denunciar os filhos por violência. Para ela, “Amarildo finge não saber o que vai acontecer dentro da clínica, mas sabe. Tudo funciona como uma máfia”, concluiu. Publica perguntou ao pastor Amarildo sobre as queixas relatadas pelos jovens e suas famílias. “Somos caluniados. Trabalho aqui há 30 anos e tenho algumas pessoas que entendem meu trabalho e outras que dizem que 90% são mentiras”, disse. Em relação à violência física, o pastor disse que “os meninos foram induzidos pelo inspetor [fiscal] a mentir porque queriam ir embora”. Segundo Amarido, “Viciados, viciados em drogas, principalmente meus adolescentes mentem sobre tudo. Eles são manipuladores”.

    Em entrevista, quando questionado sobre o bastão encontrado na reportagem, Amarido disse “sem bastão, sem bastão”. Sobre o fato do adolescente ser colocado no monitor e olhando para os outros presos, Amarildo disse que essa abordagem é benéfica porque “você dá ao adolescente um papel de fazer ele se sentir valorizado”. O pastor também explicou que controlar a comunicação entre os presos e o mundo – monitorando ligações e cartas – é necessário para evitar que os jovens entrem em contato com traficantes de drogas. “Todos os casos de condenação que eu encontrei aqui, eu provei que isso não é verdade, a gente vai cuidar dessa parte. A prova é que já estamos trabalhando há 30 anos. Nessa área, todo mundo conhece o nosso trabalho aqui: o serviço social Ator, juiz, promotor ”, concluiu o pastor.

    • Os nomes dos adolescentes e de certas fontes foram alterados para proteger suas identidades e evitar retaliação.
  • Como internar um dependente químico involuntariamente

    Como internar um dependente químico involuntariamente

    Confira também:

    A família de um dependente químico sofre muito com o as atitudes e os comportamentos do adicto, e esse sofrimento pode ser um dos principais argumentos para interná-lo de forma involuntária, independente se ele utiliza bebidas alcoólicas ou drogas. As pessoas dessa família sentem-se muito angustiadas, sejam elas a mãe , o pai, o marido, a esposa, os filhos, é uma situação muito traumatizante.

    Os familiares se sentem muito aflitos pela situação em que se encontra o seu ente querido, devemos entender que a dependência química afeta psicologicamente todas as pessoas que estão a sua volta.

    Uma das tarefas mais difíceis dos familiares é tentar convencer o dependente químico a se tratar por conta própria, mais difícil ainda é se ele se recusar e a família der entrada em uma internação involuntária.

    Quando o adicto é considerado incapaz de tomar decisões cabíveis por conta própria, a decisão da internação involuntária pode soar como um absurdo, como uma violação de seus direitos e garantias fundamentais. Porém, o sofrimento gerado no ambiente familiar pelo uso excessivo das substâncias químicas não deve ser ignorado e deve ser levado em consideração por todos os envolvidos, pois essas famílias também tem o direito de viverem em paz e harmonia.

    O método de internação involuntário (neste caso iremos incluir nesta definição a internação compulsória também (internação com aval de um juiz), é um passo muito difícil, mas necessário. Devemos compreender as reais necessidades dos envolvidos e tomar atitudes para que não ocorra algo de grave com ninguém.

    Este método de internação geralmente não tem sido apropriadamente realizado, seja no serviços de saúde ou pelos órgãos judiciais. Existe um grande número de fatores que explicam essa inapropriação, mas não temos como detalhar nesse texto. É importante sempre fazer uma reflexão, pois se trata de um caso complexo, não é algo fácil que se deve fazer do dia para noite.

    Neste texto falaremos a respeito de como ocorre a internação psiquiátrica obrigatória, seja ela de forma involuntária ou compulsória. A modalidade compulsória terá destaque especial por se tratar de uma decisão emitida pelo juiz. Alguns direitos humanos e fundamentais do cidadão devem ser respeitados nessas duas modalidades de internação, o dependente químico deve ser acolhido na clínica de reabilitação com dignidade, sem violência.

    Existem muitos conflitos e debates com relação aos direitos das pessoas que sofrem com dependência química e que precisam ser internadas de maneira involuntária, são muitos especialistas e teorias criadas por estes que englobam uma vasta quantidade de opiniões.

    Como ocorre a internação involuntária de uma pessoa?

    Desde o ano de 2001, a legislação brasileira prevê que quando o indivíduo apresenta risco a sua saúde e a comunidade, ele deve ser internado independente do método utilizado para ocorrer a internação.

    Atualmente, as regras para internação voluntária são baseadas na lei 10.216, do dia 6 de Abril de 2001. No artigo 6º desta lei, parágrafo único, inciso III, prevê que uma das possibilidades de internação deve ser sem o consentimento do adicto. Essa escolha deverá ser feita e solicitada na forma escrita por um familiar ou responsável legal do adicto.

    Dentre os principais riscos que podem levar a uma internação involuntária citaremos os seguintes:

    Risco social – quando o dependente químico toma atitudes em determinadas situações que podem levar riscos potenciais a certas pessoas. É uma forma de preservar a integridade física das pessoas que convivem em sociedade. Uma pessoa viciada não tem o controle de suas atitudes, geralmente foge de casa para consumir as drogas, frequenta lugares violentos, se envolve com marginais, traficantes e comumente prática atitudes violentas com outras pessoas.

    Risco à saúde – esse é outro grande problema que pode levar o dependente químico a ser internado sem que ele queira. Quando o uso indiscriminado das drogas pode gerar consequências negativas para sua saúde física, emocional e psicológica, ele deve iniciar o tratamento. Todos os adictos que estão em crise se encaixam perfeitamente nesse grupo de risco, os efeitos a longo prazo do uso das drogas são muito ruins e podem levar a pessoa à óbito. Somente profissionais da área da saúde podem intervir nessas situações. Muitas vezes nós podemos observar que o Sistema Único de Saúde brasileiro, o SUS, não consegue atender a demanda de internações involuntárias para pessoas que estão neste grupo de risco. Faltam vagas disponíveis até para pacientes mais graves, e muitas famílias precisam recorrer ao justiça para ter o direito de internação assegurado. Isso é prova da quantidade de dependentes químicos que existem no nosso país atualmente.

    Vamos detalhar agora quais são os três tipos de internação:

    Internação voluntária – esta deve ser sempre a prioridade, devemos fazer com que o indivíduo aceite ser tratado em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, ele assina um termo de consentimento quando da entrada na clínica.

    Internação involuntária – é solicitada por uma terceira pessoa, geralmente um familiar ou responsável legal, só ocorre quando o adicto não consente com o tratamento, o hospital ou a clínica deve comunicar o Ministério Público nestes casos.

    Internação compulsória – contra a vontade da pessoa, determinada apenas pelo juiz.

    As duas modalidades de internação involuntária só devem ser solicitadas com aval de um médico responsável e devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina, vinculado ao Conselho Federal de Medicina, fora isso, não se pode autorizar a entrada de um paciente na clínica.

    Os médicos avaliarão, o estado de saúde mental, físico e psicológico do dependente químico, irão analisar também se ele oferece riscos para a sociedade, esta última é a principal perrogativa para interná-lo involuntariamente. A parte negativa deste processo é que a avaliação é subjetiva, depende de cada médico. O que gera muito desconforto em alguns casos pelas objeções feitas pelos familiares. O bom senso deve sempre prevalecer.

    Encontre a clínica de reabilitação mais próxima da sua cidade, trabalhamos com diversas opções de clínicas pelo Brasil, sabemos o quão importante é o início do tratamento para estas pessoas, até hoje não existe metodologia mais eficaz no tratamento de dependentes químicos. As clínicas de reabilitação são baseadas em métodos científicos eficazes e comprovados. Procure ajuda!

  • Internação para alcoólatras – clinica de reabilitação

    Internação para alcoólatras – clinica de reabilitação

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  • Clínica de reabilitação em São Paulo – Tratamento para dependentes químicos

    Clínica de reabilitação em São Paulo – Tratamento para dependentes químicos

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  • Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    O Ministério Público de Minas Gerais está de olho na atuação das Clínicas de Recuperação para Dependentes Químicos na cidade de Patos de Minas. Rodrigo Taufik, promotor de justiça está viabilizando ações desde o ano passado para avaliar a atuação das clínicas de recuperação após encontrar algumas irregularidades, o episódio foi levado até a justiça.

    De acordo com o promotor Rodrigo Taufick, a grande preocupação é com internações de adolescentes e pessoas incapazes, ele explica que as internações de maneira involuntária só podem ocorrer em clínicas especializadas, chamadas hospitais gerais. E a internação involuntária não pode ultrapassar três meses de tratamento.

    Orthodontic – Especial Notícias-Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    Segundo o promotor de justiça, as chamadas comunidades terapêuticas apenas devem receber pacientes de maneira voluntária. Neste caso o tempo internado pode ser maior, até mesmo superior a 9 meses. Rodrigo Taufick orientou que os familiares escolhessem as clínicas com cuidado antes de autorizar a internação do seu ente.

    O promotor de justiça destaca que o principal passo é que os próprios familiares entendam que se o local não é adequado para receber um tratamento, eles devem buscar outras formas e outras clínicas para tratá-lo de maneira adequada e eficaz, o caminho a ser escolhido deve ser o certo, pois a luta diária de um dependente químico necessita de um local especializado.

    O promotor ainda destacou que o ministério público não pretende deixar os dependentes químicos esquecidos. Ele destaca: “caso houver uma gestão nova, iremos procurar trabalhar para que haja um acréscimo desses tratamentos, seja na criação de leitos psiquiátricos, caso haja a consolidação do hospital municipal”.

    Representantes de Clínicas de reabilitação especializadas se reuniram com membros do Governo Federal na cidade de Brasília, no Distrito Federal, para a elaboração de um manual que irá conduzir o funcionamento das Clínicas especializadas em Dependência Química no território brasileiro. É um manual de instalação e funcionamento da clínica, que será usado como fonte para que todas as clínicas de reabilitação se baseiem para que exista um funcionamento eficaz da instituição.

    Ajuda para dependentes químicos

    O que o CFM diz sobre a internação involuntária

    A internação involuntária é aquela na qual acontece sem o consentimento do usuário de drogas, a princípio a família deverá solicitar ou o seu responsável legal, caso não haja nenhum destes, o servidor público da área da saúde, o assistente social e dos órgãos públicos que fazem parte do SISNAD, podem fazer o pedido.

    O pedido deve ser formalizado por um médico responsável através de sua assinatura.

    Este pedido durará por um prazo máximo de 90 (noventa) dias, o médico continua responsável pelo seu término.

    O representante Legal ou o familiar que é responsável pelo dependente químico pode solicitar a pausa do tratamento a qualquer momento.

    Os processos de internação e as altas devem ser solicitadas no período máximo de 72 (setenta e duas) horas ao Ministério Público, a Defensoria Pública e aos órgãos de fiscalização do governo.

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) determina critérios que os médicos devem realizar durante internação involuntária das pessoas que sofrem de dependência química, ou pessoas com transtornos mentais no geral, constada na legislação do CFM número 2.057/2013.

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  • Clínica Especializada em tratamento para viciados em drogas e álcool .

    Clínica Especializada em tratamento para viciados em drogas e álcool .

    Clínica Especializada em tratamento para viciados em
    drogas e álcool .

    Dependência química , uma doença crônica que pode ser
    tratada e controlada.

    Confira também:

    O QUE É UMA CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO?

    COMO É O TRATAMENTO EM UMA CLÍNICA DE REABILITAÇÃO / RECUPERAÇÃO?

    QUAIS SÃO OS CRITÉRIOS QUE POSSO CONSIDERAR AO ESCOLHER UMA CLINICA DE REABILITAÇÃO /RECUPERAÇÃO PARA DEPENDENTES QUÍMICOS OU ALCOÓLATRAS?

    É bem grande o número de pessoas a desconhecer que a
    dependência química é uma doença crônica , mas que pode ser
    tratada. O uso abusivo de substancias psicoativas , lícitas ou ilícitas ,

    como o álcool , a maconha , cocaína e o crack é o que caracteriza a
    dependência. Esse é o tipo de doença que afeta todos os aspectos
    da vida de uma pessoa , e suas causas podem ser encontradas em

    múltiplos fatores: genéticos , ambientais , sociais , familiares e ,
    ainda , por questões psicológicas e emocionais individuais. Outro
    agravante para a expansão desse problema , a nível mundial , é

    facilidade de acesso às drogas , tornando a prevenção e o
    tratamento da dependência química assunto sério de saúde pública.
    Os dados contidos no Relatório Mundial sobre Drogas do ano de

    2017, realizado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e
    Crime (UNODC) , informam que cerca de 250 milhões de pessoas
    usaram drogas em 2015 ; dentre essas , em torno de 29,5 milhões

    apresentaram algum tipo de transtorno ( físico ou psicológico )
    relacionado ao abuso dessas substâncias , incluindo dependência
    química.

    O uso de drogas geralmente começa com fins recreativos , por
    cusiosidade , embalo , necessidade de aceitação dentro de um
    determinado grupo ou , ainda , como uma fuga da realidade. À

    medida que a necessidade de consumi-las torna-se incontrolável , o
    usuário desenvolve a tolerância (aumento das doses) e a
    dependência , apresentando distúrbios físicos , emocionais e

    psicológicos.

    Tratamentos recomendados

    Clinica de recuperação – Tratamento para dependente químico e acoólatra

    O ponto de partida para encontrar o melhor tratamento para
    dependência química é um diagnóstico médico criterioso , que leve
    em consideração a individualidade de cada paciente. A partir daí , é

    montada , por uma equipe de profissionais especializados , uma
    estratégia de tratamento personalizado , que passará por revisões
    periódicas , visando avaliar a evolução do dependente e , se

    necessário , fazer adaptações ao modelo adotado inicialmente.
    Focando , sempre , as múltiplas necessidades do paciente e a
    reorganização de sua vida como um todo.

    Os motivos mais comuns para a demora em buscar orientação e
    ajuda especializadas para tratar a dependência , são a negação da
    doença – pelo paciente e , não raro , pelas famílias – , a falta de

    apoio e o estigma social negativo. Além , conforme já dissemos , de
    muitos familiares e amigos não saberem o que fazer para abordar
    um dependente químico e falar abertamente sobre o problema , ou

    desconhecerem a existência de tratamentos especializados. Nesse
    artigo tentaremos esclarecer essas dúvidas , de forma objetiva ,
    destacando abaixo os principais tratamentos para o uso abusivos de

    drogas/álcool.

    Desintoxicação

    A desintoxicação é a primeira etapa do tratamento para
    dependência química. E essa fase é a considerada mais crítica do
    tratamento, pois com a retirada da substância de seu organismo , e

    dependendo do grau de comprometimento da dependência , o
    paciente irá passar pela síndrome de abstinência . Durante esse

    período , a pessoa em tratamento em uma clínica de recuperação
    especializada recebe assistência médica – geralmente 24 horas .

    Medicamentos

    O abuso de drogas/álcool pode ser um fator de risco para o
    desenvolvimento de algumas doenças físicas e/ou mentais , tais
    como esquizofrenia , a depressão , transtornos de personalidade,

    cirrose, câncer, insuficiência renal , DST’s , hepatite e desnutrição..
    Por isso, tratamento medicamentoso assistido é indicado na maioria
    dos casos de dependência , devendo ser realizada a avaliação do

    quadro do paciente mediante exames e a observação de possíveis
    efeitos colaterais. O tratamento com fármacos normalmente é feito
    em conjunto com a psicoterapia.

    Psicoterapias

    Diversas modalidades psicoterapêuticas têm conseguido resultados
    bastante eficazes no tratamento da dependência química , dentre
    elas estão a psicanálise , a terapia cognitivo-comportamental , a

    terapia em grupo e a ocupacional (laborterapia). Essas ferramentas
    se baseiam na aplicação de um conjunto de técnicas e métodos
    psicológicos , visando a descobrir a origem do problema , a

    modificação de comportamentos e o desenvolvimento de novas
    concepções do paciente sobre si mesmo e sobre o mundo. A
    indicação de uma ou mais dessas modalidades , dependerá dos

    sintomas do paciente e do grau de evolução do transtorno.

    Internações

    De modo geral , as internações ocorrem quando o paciente se
    conscientiza de que precisa da assistência de uma equipe
    multidisciplinar ou quando apresenta comportamentos agressivos ou

    pensamentos suicidas. Com amparo na Lei 10.216/2001 ,
    conhecida como Lei de Proteção e Direitos das Pessoas Portadoras
    de Transtornos Mentais , atualmente contamos com essas 3 formas

    de internação: voluntária , involuntária e compulsória.

    Internação Voluntária

    Como o nome já retrata , esse tipo de internação acontece
    mediante procura própria e/ou consentimento do usuário , com base

    na avaliação médica e a indicação de uma equipe de profissionais
    especializados em dependência .

    Internação Involuntária

    A internação involuntária acontece sem o consentimento do usuário
    , que não tem a percepção crítica de sua necessidade de tratamento
    e que oferece risco para si mesmo ou para outras pessoas. Ela

    pode ser solicitada por um familiar ou responsável legal mediante
    diagnóstico médico. Nessa modalidade , a clínica escolhida para
    realizar o tratamento deve comunicar o Ministério Público os

    detalhes da internação para que esta não caracterize “cárcere
    privado”. O prazo para essa comunicação é de 72 horas.

    Internação Compulsória

    A internação compulsória acontece por determinação judicial , a
    partir de pedido formal de um médico , atestando que a pessoa
    não tem condições físicas e/ou psicológicas para procurar

    tratamento por conta própria.
    Na internação compulsória não é necessária autorização familiar ,
    podendo ser solicitada por qualquer agente de saúde e expedida por

    um juiz. Após realizada a internação , somente um especialista pode
    determinar o fim do tratamento.

    Acompanhamento pós internação

    Independente da modalidade de tratamento e de sua duração , o
    acompanhamento pós internação é fundamental , mesmo que para
    isso tenha que haver contato com psicólogo com determinada

    freqüência além , é claro , das terapias de grupo como as do AA
    ou NA. Essa freqüência será determinada pela equipe médica
    quando o paciente receber alta da clínica. Ressaltando que não

    existe tratamento milagroso que exclua a necessidade de um
    intenso acompanhamento profissional e apoio familiar ao fim do
    processo. O pós tratamento é a segunda etapa a ser trabalhada

    para que não ocorra recaída.
    É de extrema necessidade que o dependente químico se
    conscientize de que essa é uma doença crônica movida à gatilhos
    emocionais , portanto deverá estar sempre vigilante e a expressão “
    só por hoje”, ser levada a serio.

    Concluindo:

    Antes de quaisquer iniciativas , é preciso compreender que a melhor
    maneira de ajudar um dependente químico é através da estimulação
    e resgate de seus valores , sem agressões ou rótulos , para que

    este não tenha receio de falar abertamente sobre sua condição e
    aceite o tratamento.

    Faça uma consulta com nosso atendimento 24 horas e saiba o que
    podemos fazer para ajudar você ou uma pessoa querida que esteja
    enfrentando problemas com álcool e drogas.

    Clínica para Tratamento da dependência química
    e alcoólica / Codependência / Masculina /
    Feminina/ Mista / Adolescente

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    experiência em remoções e internações para dependentes de

    drogas e álcool. Teremos enorme satisfação em ajudar você e/ou
    seu familiar. Juntos encontraremos a solução mais próxima de você.

    Tratamentos

    • Centro de reabilitação de usuários de drogas e álcool
    • Centro de reabilitação de drogas e alcool
    • Clínica para recuperação para dependentes alcoólicos
    • Internação involuntária, como proceder
    • Internação involuntária para dependentes químicos
    • Terapia individuais e em grupo
    • Terapia familiar

    Trabalhamos com os Convênios Médicos:

    • Bradesco
    • Sulamérica
    • Amil
    • Unimed Central Nacional
    • Unimed RJ
    • Porto Seguro
  • Clínica de Recuperação em São Paulo – Tratamento para dependente químico e alcoólatra

    Clínica de Recuperação em São Paulo – Tratamento para dependente químico e alcoólatra

    Clínica de Recuperação em São Paulo para alcoolismo e dependentes químicos Atendemos todo território nacional

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    território nacional – Clinica de recuperação São Paulo

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    O Alcoolismo é uma doença crônica e deve ser levado muitíssimo a
    sério. Buscar por tratamento apropriado para esse tipo de
    dependência , em uma Clínica de Reabilitação especializada em

    alcoolismo , o mais rápido possível , pode reduzir o risco de vida,
    saúde , relacionamentos afetivos e profissionais , além de
    complicações financeiras associadas ao uso abusivo dessa

    substância.

    Confira também:

    As 9 melhores clínicas de reabilitação em São Paulo SP e região – As melhores clínicas de recuperação em SP | (clinicaapsua.com.br)

    As 14 melhores clínicas de reabilitação de São Paulo SP e região (capitalremocoes.com.br)

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    Neste artigo, traremos informações importantes sobre programas de recuperação e reabilitação em uma Clínica Especializada para alcoolismo e drogas

    As melhores clinicas de recuperação / reabilitação em São Paulo e Grande SP
    As melhores clínicas de recuperação você encontra por aqui.

    , bem como encontrar o mais adequado para
    você ou para um ente querido. Nossos tópicos incluem:


    1) Por que as pessoas tendem a resistir em entrar na
    reabilitação?

    2) Quais os metodos de programas de tratamento de
    dependência alcoólica estão disponíveis na medicina
    atualmente?


    3) Quais são os benefícios com a reabilitação do alcoolismo e
    quem sai ganhando com isso?


    4) Fatores importantes a serem considerados para encontrar a
    melhor alternativa em clínica de Reabilitação?

    5) Dúvidas comuns sobre programas de recuperação e
    reabilitação para alcoólatras?
     
    6) Como se desenvolve a reabilitação?

    A recuperação e reabilitação de drogas ou álcool é um programa
    voltado especificamente para ajudar

    pessoas com sérios problemas
    de dependência e tolerância à essas substâncias . São programas

    que visam auxiliar pessoas na identificação dos gatilhos
    emocionais que as levaram ao uso e

    à falta de controle , para em
    seguida trabalhar novas habilidades e atitudes de enfrentamento

    saudáveis aos problemas cotidianos e , assim , ​​ manter a
    sobriedade a longo

    prazo evitando recaídas.
    Os programas de recuperação e reabilitação pode ser muito úteis

    para uma série de substâncias psicoativas usadas de maneira
    abusiva , além do álcool , a cocaína , maconha , crack ,
    metanfetaminas , heroína e drogas alucinógenas , bem como

    medicamentos que também viciam , mas que são considerados
    lícitos.

    O tratamento de reabilitação em álcool e drogas pode ser feito em

    Ajuda aos dependentes de álcool e drogas
    Clinica de recuperação em SP e em todo o Brasil Grupo Apsua

    Clínica de Especializada ou ambulatorial , com duração de curto
    ou longo prazo , dependendo do grau de dependência em que se
    encontre o paciente. O diagnóstico médico irá determinar o prazo.

    Os Programas de recuperação e reabilitação individuais oferecerm
    ao paciente uma série de combinações de métodos de terapia de
    grupo , individual e familiar , terapias ocupacionais , além , é claro ,

    do gerenciamento de medicamentos principalmente durante a fase
    de desintoxicação .São programas altamente eficazes e que , em
    grande maioria das pessoas tratadas , garantem sucesso.
     
    O que alegam as pessoas que não reconhecem o problema e
    evitam aderir à um programa de reabilitação de drogas e
    álcool?

    Como muitos outros conflitos de saúde mental , a pessoa que abusa
    da ingestão de álcool geralmente enfrenta a situação negando o
    problema.Mas , não é só o doente que nega , frequentemente ,

    familiares e amigos próximos fazem vista grossa por uma série de
    fatores . Alguns desses fatores , injustificáveis. O preconceito , por
    exemplo ,é um deles. É um círculo vicioso: o indivíduo “acredita”

    que o problema está sob seu total controle ; familiares e amigos
    podem fazer de conta que acreditam que as coisas não são tão
    ruins e o tempo vai passando e a “doença” se agravando.

    Mesmo aqueles indivíduos que reconhecem sua necessidade
    urgente de ajuda , em alguns casos podem evitar a reabilitação do
    uso abusivo de álcool por diversas razões:

    • Estigmas sociais / preconceito social.
    • A crença de que a dependência pode ser superada somente pela
      força de vontade e sem ajuda profissional especializada.
    • Receio em compartilhar com outras pessoas os seus “dramas” e
      ficar vulnerável a julgamentos.
    • Dificuldades financeiras que impedem de pagar por um bom

    Tratamento:

    • Medo de que seu empregador possa descobrir o problema e ser
      demitido.

    Contudo , não adianta fugir ou protelar o problema , a verdade é
    que ao frequentar uma Clínica de Reabilitação para recuperação do
    alcoolismo os benefícios positivos serão completos: para sua saúde ,

    sua vida afetiva e social , suas finanças , saúde mental e auto
    confiança.
    Não deixe que as pressões e estigmas sociais , como medo e a

    vergonha, o impeça de buscar ajuda através de um programa de
    tratamento. Os programas de tratamento são elaborados para tratar
    a raiz dos problemas e são muito diferentes da forma com que são

    retratados na ficção da tv e cinema.

     
    Quais são os tipos de programas de recuperação e
    reabilitação disponíveis nas clínicas especializadas?

    Não são todos os programas de recuperação e reabilitação que
    envolvem internações. Alguns desses programas funcionam a partir
    da frequência diária no ambulatório e a participação em programas

    de grupos de apoio , tais como Alcoólicos Anônimos ou o Narcóticos
    Anônimos .
    Não existe tratamento e cura especifica as dependências em drogas

    / álcool  ,porem , existem os tratamentos e através de um deles ,
    ou ainda a combinação deles , traçado em diagnóstico individual
    ,com certeza trará resultados positivos. Para isso , devemos levar

    em conta alguns fatores que dependerão unicamente de você:

    1) O nível de tratamento de que você espera receber.


    2) O valores compatíveis com o quanto você pode pagar.


    3) O método de tratamento com o qual você se sente mais

    confortável e confiante.
     Os tipos de internação em clínica de Recuperação e Reabilitação
    para usuários de drogas /alcoolismo que podem estar disponíveis

    em sua cidade ou em uma localidade próxima ,podem ser:

    • Programa residencial: Nessa modalidade , o paciente irá morar
      na unidade de tratamento e participará terapias de grupos e

    aconselhamento individual com psicólogo. Podem ser Programas de
    longo prazo que duram 90 dias ou mais , e programas mais curtos
    que duram , em média , 28 ou 30 dias .
     

    Clínica de Reabilitação para Tratamento Voluntário:
    Esta deve ser sempre a primeira forma de internação para
    dependentes químicos/álcool .Como o próprio nome diz , é a

    modalidade em que o próprio indivíduo , percebendo e
    reconhecendo a existência do problema que possui , busca por
    ajuda especializada para solucioná-lo.
     
    Clínica de Reabilitação para Tratamento Involuntário:
    Infelizmente , na maioria dos casos, a principal forma de conseguir
    a internação de um viciado em drogas ou de um alcoolista é

    através da internação involuntária e em uma clínica
    especializada na recuperação e reabilitação para essas
    dependências . Esse tipo de internação acontece

    independentemente da vontade e consentimento do paciente ,
    podendo ser solicitada por um familiar ou por seu responsável legal.
    Clínica de Reabilitação para Internação Compulsória:

    A mais polêmica das formas de tratar um dependente
    químico/alcoólico , e que deve ser considerada como último recurso,
    é internação compulsória. Esse tipo de intervenção é realizada

    por meio de uma ordem judicial. Lembrando que esse tipo de
    internação independe da vontade do paciente e até mesmo da sua
    família.

     
     
    Quais são os quadros que devem considerar o ingresso em um programa de Recuperação e Reabilitação em uma clínica?

    De cara , vamos falar: não é necessário que uma pessoa viciada
    tenha que “chegar ao fundo do poço” para , então , ir buscar a
    reabilitação da dependência em drogas/álcool. A verdade é que ,

    mesmo pessoas consideradas com vício leve ,podem sair
    beneficiadas de um programa de reabilitação dessas substâncias. O
    que se deve ter em mente é que a intervenção precoce pode salvar

    vidas com o menor número de “estragos” em sua vida.
    Beber recreativamente não indica , necessariamente , um vício.
    Porém , o fato de não resistir à substância , realizar malabarismos

    para obter bebidas alcoólicas e usá-las de maneira crescente , aí
    sim pode ser um indicativo da necessidade de tratamento.
    Sinais e alguns sintomas do vício em álcool:

    O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM V
    da OMS –Organização Mundial de Saúde),  afirma que “indivíduos
    que sofrem de dependência alcoólica experimentam um prejuízo

    profundo em todos os setores de suas vidas e têm um padrão
    muito preocupante de abuso.
    Vamos jogar limpo?? Se você estiver preocupado com o seu padrão

    de consumo de bebidas ou , ainda , com um amigo ou ente querido
    , abaixo listamos alguns sinais comuns de que o abuso de álcool
    está presente ou em desenvolvimento . 2 ou mais desses sinais ou

    sintomas podem indicar a possibilidade e/ou necessidade de passar
    por uma consulta em uma clínica de Reabilitação para alcoolismo.
    Critérios para Diagnóstico de alcoolismo , segundo DSM V:

    Consumir álcool mais do que o desejado e por períodos e
    progressivos. Tolerância desenvolvida.
    Tentativas fracassadas na redução de consumo e/ ou de parar de beber.
    Preocupação em como adquirir mais e mais bebidas
    Desejo intenso pelo álcool , beber muito e beber novamente para se

    recuperar de seus efeitos negativos (ressaca).

    Aqui você encontra diversas opções de tratamentos para dependentes químicos e alcoólatras em clinicas de recuperação para tratamento da dependência química ou não


    Incapacidade de cumprir tarefas básicas como responsabilidades
    com a escola , o trabalho ou mesmo em casa.

    Usar contínuamente o álcool , sem pensar nas consequências
    familiares , sociais ou interpessoais negativas.
    Abandonar atividades recreativas, que antes proporcionavam prazer

    , em detrimento da bebida.
    Usar irresponsavelmente o álcool envolvendo-se em situações de
    risco , perigosas e prejudiciais a si próprio e a terceiros (por

    exemplo, dirigir um carro).
    Ter consciência de sua condição física e mental agravada pós uso de
    álcool e ,ainda assim , escolher beber.

    A terrível Abstinência: experimentar sintomas de abstinência
    característicos do álcool como tremores e sobrecarga hepática (mal
    estar , náuseas e vômitos ) por exemplo , e voltar a beber para

    evitar ou aliviar esses sintomas.
    Podemos afirmar que o Alcoolismo não é simples , porque a
    dependência é física , mental e emocional e difícil de ser vencida

    sozinho. Procurar por ajuda de profissionais de saúde médica/
    comportamental experientes , é uma atitude humana e coerente.
    Através de um plano de tratamento elaborado e adequado para

    cada situação.

    Informações relevantes e de extrema importância para uma
    estadia de tratamento eficaz em uma clínica especializada.

    Pesquisas médicas realizadas nos últimos 40 anos identificaram ,
    sobretudo , informações consistentes e importantes que ajudaram
    na elaboração de programas de tratamento clínico altamente

    eficazes. São programas que abrangem todos os segmentos da
    vida de uma pessoa , e não somente o vício específico. São métodos
    que auxiliam na descoberta de novas habilidades e , também , a

    compartilhar seus problemas emocionais colaborando para sua
    própria recuperação e na de outros indivíduos que passam pelo
    mesmo dilema.

     
     
    A seguir , listamos alguns itens que você deve considerar ao
    procurar por uma Clínica de Recuperação e Reabilitação ,
    bem como o programa mais adequado para você / ou seu
    ente.

    • Os profissionais de saúde mental e conselheiros de dependência
      são certificados para tal? Busque por clínicas que tenham em sua
      equipe multidiscplinar somente profissionais e funcionários

    certificados e licenciados em reabilitação de alcoolismo ;

    • Pesquise sobre a experiência da clínica no tratamento de
      dependência de substâncias e quais são os métodos aplicados.

    Alguns dos programas disponíveis focam , especificamente , em
    determinados tipos de abuso- ou drogas ou álcool.

    • Experiência em diagnóstico duplo ou seja , o alcoolismo costuma

    ter origem em algum tipo de patologia mental. Sendo assim , é
    necessário que o programa de reabilitação possa lidar com um
    diagnóstico duplo: tratar física e mentalmente o paciente é

    essencial nesses casos. Sem tratar adequadamente a ambos os
    distúrbios , as chance de uma possível recaída são maiores.

    • Terapia individual. Um terapeuta credenciado irá se reunir com

    paciente para avaliar a gravidade do quadro , bem como avaliar
    quaisquer outros transtornos mentais precedentes ou não ao vício.
    Este é um procedimento muito importante a ser realizado antes de

    iniciar o tratamento. A partir dessa entrevista , o terapeuta poderá
    elaborar o diagnóstico e prescrever o plano de tratamento
    individualizado que atenda as necessidades e situação.

    • Adaptação e ajustes o tratamento (quando necessário). Os
      métodos de tratamento podem , ao longo do processo , passar por
      adaptações e ajustes conforme avaliação – de progresso ou não –

    buscando , continuamente , maximizar o nível de atendimento
    prestado para obtenção de resultados favoráveis. Somente o
    feedback do paciente irá determinar o progresso do tratamento.

    • Terapia evidencial. Esse tipo de terapia baseia-se em evidências
      na evolução comportamental do paciente e são amparadas por
      pesquisas que comprovam sua eficácia.
    • Terapia cognitivo-comportamental / TCC . Essa modadlidade de
      terapia explora , a fundo , as relações entre pensamentos ,
      sentimentos e comportamentos , visando a correção de

    pensamentos negativos para positivos. Objetiva , também ,
    modificar as respostas menos saudáveis ​​aos agentes estressores.

    • Gerenciamento de contingências , o que é isso? Esta é uma forma

    de terapia que tem por base o ato de incentivar o paciente
    mediante recompensas por comportamentos positivos e de
    abstinencia.

    Acompanhamento e cuidados posteriores ao período de
    internação são fundamentais para a manutenção da
    sobriedade e o sucesso do tratamento.

    Um dos fatores que agravam a possibilidade de que um paciente ,
    recém tratado em uma clínica de dependência química/alcoólica ,
    venha a recair , é a não continuidade , após a conclusão do

    programa de recuperação , é abandonar os grupos de apoio ou
    descumprindo os cuidados posteriores de acompanhamento.
    Algumas pessoas costumam ter a crença de que o alcoolismo pode

    ser tratado de forma semelhante a um braço quebrado – o braço é
    engessado , toma um antibiótico e pronto ! Ele se cura.
    As pessoas , tanto pacientes quanto aqueles que os circundam ,

    precisam entender que , na maioria dos casos , o alcoolismo não
    pode ser tratado e gerenciado adequadamente longe das vistas de
    pessoal qualificado para isso. Alguém que luta contra um vício pode

    recair meses , ou até anos , depois do fim do tratamento devido à
    natureza crônica do problema com álcool.

    Por conta disso , é primordial seguir as recomendações referentes aos cuidados posteriores.

    • Pós-tratamento é toda e qualquer forma de contínuidade que
      devem ocorrer após a conclusão do tratamento clínico inicial. É de

    extrema importancia para a prevenção de recaídas , pois são
    inúmeros os viciados que correm o risco de voltar ao vício tão logo
    seja liberados de um centro de tratamento.

    Seguem abaixo , algumas opções para a manutenção dos
    cuidados posteriores disponíveis à concluisão seu
    tratamento clínico inicial de reabilitação de álcool/drogas.

    • Programas dos 12 passos: Esse programa segue 12 passos básicos
      de reabilitação e fornecendo um ambiente de apoio para que os
      indivíduos possam compartilhar de suas experiências.

    -Terapia individual : o terapeuta continua acompanhando o
    paciente , ajudando-o a desenvolver novas habilidades de
    enfrentamento da doença , alargando tudo o que aprendeu durante

    o tratamento clínico inicial e inserindo novas técnicas para mudar
    seus comportamentos negativos em proativos.

    • Aconselhamento em grupo : O conselheiro trabalhará com várias

    pessoas do grupo na prevenção de possíveis recaídas e na prática
    da comunicação e habilidades úteis para reconstruir
    relacionamentos – familiares , afetivos ,sociais ou profissionais-

    quebrados ou danificados.
     

    Questionamentos frequentes sobre reabilitação do
    alcoolismo.

    Qual é a diferença entre a recuperação e reabilitação do
    abuso de álcool/ drogas?

    A reabilitação do abuso de álcool/drogas procura trabalhar o
    dependente em como parar de beber ou se drogar
    compulsivamente. Esses procedimentos ocorrem ,

     preferencialmente , em ambientes de clinica de especializada na
    reabilitação para alcoolismo . Em média têm duração de algumas
    semanas até um ano, dependendo do grau de comprometimento da

    dependencia . Em sua maioria , os tratamento mesclam terapia e
    medicamentos. Os pacientes também recebem esclarecimentos
    sobre o vício e seus malefícios , aprendem técnicas de prevenção à

    recaídas e , se for o caso , recebem tratamento paralelo para
    quaisquer outros distúrbios de ordem física ou de saúde mental.

                                                                 
    Agora , a recuperação de um vício é , de fato , um processo de
    longo prazo , quando não para toda a vida. O ato de reconstruir
    uma vida esfacelada após um longo período de uso abusivo dessas

    substâncias , e manter a sobriedade , é tarefa árdua e continua.
    Para além do tempo de reabilitação vivido dentro da clínica
    especializada , o período pós tratamento , quando um ex usuário

    retorna ao seu cotidiano , precisa ser levado à risca. A frase “só por
    hoje” , deve estar presente em seu pensamento diário.
     

    Como posso identificar se preciso de tratamento para o
    alcoolismo?

    Conforme orientação de profissionais da área e literatura médica ,
    você pode ter um transtorno por uso de álcool e precisar de
    tratamento se responder afirmativamente a pelo menos dois dos
    seguintes sintomas:

    • Você bebe mais  do que gostaria?
    • Você já tentou diminuir o consumo , mas não teve sucesso?
    • Você passa muito tempo comprando  álcool ou já deixou de
      cumprir tarefas e obrigações se recuperando de uma bebedeira?
      (faltar ao trabalho para cuidar de uma ressaca ,por exemplo).
    • O uso abusivo de  álcool já afetou suas relações afetivas e sociais?
    • Você tem “fissura” por álcool / ou bebe em qualquer horário e
      situação?
    • Alguém já disse que você tem problemas de saúde devido ao uso
      abusivo de álcool , mas mesmo assim você continua a bebendo?
    • Você bebe em situações que oferecem risco , como ao dirigir?
    • Você já deixou de lado atividades , passatempos ou
      compromissos importantes em favor do uso de álcool?
    • Você consome quantidades sempre maiores para sentir os efeitos?
    • Você experimentou sintomas de abstinência?

     
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    mais próximo da sua região. Confira!
     


    O tratamento de reabilitação realmente funciona?

    A resposta é sim !! A reabilitação ajuda as pessoas a
    pararem de beber!

    Vários são os estudos médicos que comprovam a eficácia do
    tratamento da dependência alcoólica. Nessas pesquisas , concluíram
    que a reabilitação ajuda as pessoas a abandonarem o uso de  álcool

    e a resgatar uma vida mais saudável , produtiva e digna.
    Em uma análise feita de 78 teses sobre o tratamento da
    dependência , os números mostram que o tratamento reduziu , de

    maneira muito significativa , o uso de álcool e o índice de crimes
    cometidos pelas pessoas em estado de embriaguez . A reabilitação
    também oferece maiores chances de ser bem-sucedida , quando

    houver um bom plano de cuidados posteriores e , principalmente , o
    desejo de se curar do paciente.

    Como é o processo de tratamento?

    Reconhecer a existência do problema – seja pelo paciente ou
    familiares – e escolher/aceitar ajuda é o primeiro passo. O
    processo de reabilitação começa quando você toma essa
    decisão/atitude.
    O próximo passo é encontrar a clínica de reabilitação que atenda às
    suas necessidades e condições financeiras. Você pode fazer sua

    escolha considerando os tipos de programas oferecidos , localização
    e orçamento.
    O primeiro dia dentro da clínica reabilitação , será feita uma
    avaliação abrangente com a equipe de profissionais
    multidisciplinares , que coletaram dados e informações sobre o uso
    da substâncias causadora do vício e histórico de saúde do paciente.

    Após o ingresso , você iniciará a desintoxicação orgânica ,
    participará de terapias em grupo , individual e familiar, quando
    indicado. Essa , com certeza , é a parte mais desafiadora do

    processo de reabilitação. Nela são trabalhadas as emoções difíceis
    que limitam o paciente .

    Projetando uma nova vida após a reabilitação

    A reta final no processo de reabilitação , é o planejamento de
    cuidados posteriores ao tratamento dentro da clínica. Esse é o
    momento de traçar novas perspectivas de vida longe do vício. È

    uma transição para encarar a volta ao mundo real.

    Existem regras em uma clínica de reabilitação ?

    Sim , como em tudo nessa vida , dentro das clínicas especializadas
    na reabilitação das dependências química/alcoólica existem regras ,
    podendo variar de um estabelecimento para outro. . Algumas

    clínicas são mais restritivas e rígidas , enquanto outras dão aos
    pacientes mais independência e autonomia durante a estadia.
    As regras existem , e são postas em prática , para manter o
    ambiente seguro , livre da entrada de drogas e focado
    exclusivamente na recuperação

    Clínica para Tratamento da dependência química
    e alcoólica / Codependência / Masculina /
    Feminina/ Mista / Adolescente

    Tratamentos:

    • Centro de reabilitação de usuários de drogas e álcool
    • Centro de reabilitação de drogas e alcool
    • Clínica para recuperação para dependentes alcoólicos
    • Internação involuntária, como proceder
    • Internação involuntária para dependentes químicos
    • Terapia individuais e em grupo
    • Terapia familiar

    Trabalhamos com os Convênios Médicos:

    Clinica de recuperação que aceita plano de saúde / convênio médico você encontra aqui também, confira alguns dos convênios aceitos em algumas das nossas unidades:

    • Bradesco
    • Sulamérica
    • Amil
    • Unimed Central Nacional
    • Unimed RJ
    • Porto Seguro
      (Para outros convênios , entre em contato conosco.)
  • Clinica de recuperação masculina em SP – Unidade Caçapava São Paulo

    Clinica de recuperação masculina em SP – Unidade Caçapava São Paulo

    Clínica de reabilitação em São Paulo – Caçapava masculina

    A clínica de reabilitação em São Paulo – Caçapava Masculina é uma clínica que acolhe maiores, localizada na cidade de Caçapava.

    A equipe conta com apoio de médico psiquiatra uma vez ao mês, psicólogo especialista em dependência química, equipe de administrativo, terapeuta com vasta experiência na área de dependência química

    bem como, experiência em narcóticos e alcoólicos anônimos.

    Coordenador de pátio, coordenador geral,  monitores 24 horas.

    As acomodações são espaçosas e aconchegantes, contam com atividades que vão além das terapias desenvolvidas.

    As terapias em grupo acontecem com terapeutas e psicólogos, simulados de doze passos, aula de teatro, terapia ocupacional que pode ser

    Horticultura, jardinagem entre outros. Laborterapia, além de fabricação de pães artesanais.

    A família tem papel fundamental na recuperação de dependentes químicos, mediante a isso, a clínica de reabilitação em São Paulo – unidade Caçapava dispõe de um atendimento exclusivo para as famílias.

    As ligações para a família são mensais, mas, os canais com o psicólogo não tem dias determinados, e a família pode contatar sempre que for necessário.

    Palestras acerca dos temas: dependência química e recuperação também acontecem periodicamente.

    Espiritualidade todas as manhãs.

    Estrutura física completa, conta com piscina, sobretudo para o lazer, área de descompressão, jardim, cozinha, área de refeições,

    Horta, espaço de lazer, acomodações compartilhadas.

    Com valores acessíveis e uma oferta de serviços ampla, essa unidade vale uma visita.

    Tratamento humanizado, com respeito amor e carinho a todos os acolhidos.

    Todo mundo merece mais uma chance, faça a diferença! Enquanto houver vida, há esperança.

    Trabalhamos com cerca de 360 clínicas em todo o Brasil.

    Entre em contato com a nossa equipe para agendar uma visita e conhecer melhor essa opção.

    Nossa central de relacionamento funciona 24 horas por dia todos os dias, fale com uma de nossas consultoras agora mesmo.

    Clínica Apsua.

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