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  • Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    O Ministério Público de Minas Gerais está de olho na atuação das Clínicas de Recuperação para Dependentes Químicos na cidade de Patos de Minas. Rodrigo Taufik, promotor de justiça está viabilizando ações desde o ano passado para avaliar a atuação das clínicas de recuperação após encontrar algumas irregularidades, o episódio foi levado até a justiça.

    De acordo com o promotor Rodrigo Taufick, a grande preocupação é com internações de adolescentes e pessoas incapazes, ele explica que as internações de maneira involuntária só podem ocorrer em clínicas especializadas, chamadas hospitais gerais. E a internação involuntária não pode ultrapassar três meses de tratamento.

    Orthodontic – Especial Notícias-Clínicas de Recuperação para dependentes químicos estão sendo vigiadas pelo Ministério Público

    Segundo o promotor de justiça, as chamadas comunidades terapêuticas apenas devem receber pacientes de maneira voluntária. Neste caso o tempo internado pode ser maior, até mesmo superior a 9 meses. Rodrigo Taufick orientou que os familiares escolhessem as clínicas com cuidado antes de autorizar a internação do seu ente.

    O promotor de justiça destaca que o principal passo é que os próprios familiares entendam que se o local não é adequado para receber um tratamento, eles devem buscar outras formas e outras clínicas para tratá-lo de maneira adequada e eficaz, o caminho a ser escolhido deve ser o certo, pois a luta diária de um dependente químico necessita de um local especializado.

    O promotor ainda destacou que o ministério público não pretende deixar os dependentes químicos esquecidos. Ele destaca: “caso houver uma gestão nova, iremos procurar trabalhar para que haja um acréscimo desses tratamentos, seja na criação de leitos psiquiátricos, caso haja a consolidação do hospital municipal”.

    Representantes de Clínicas de reabilitação especializadas se reuniram com membros do Governo Federal na cidade de Brasília, no Distrito Federal, para a elaboração de um manual que irá conduzir o funcionamento das Clínicas especializadas em Dependência Química no território brasileiro. É um manual de instalação e funcionamento da clínica, que será usado como fonte para que todas as clínicas de reabilitação se baseiem para que exista um funcionamento eficaz da instituição.

    Ajuda para dependentes químicos

    O que o CFM diz sobre a internação involuntária

    A internação involuntária é aquela na qual acontece sem o consentimento do usuário de drogas, a princípio a família deverá solicitar ou o seu responsável legal, caso não haja nenhum destes, o servidor público da área da saúde, o assistente social e dos órgãos públicos que fazem parte do SISNAD, podem fazer o pedido.

    O pedido deve ser formalizado por um médico responsável através de sua assinatura.

    Este pedido durará por um prazo máximo de 90 (noventa) dias, o médico continua responsável pelo seu término.

    O representante Legal ou o familiar que é responsável pelo dependente químico pode solicitar a pausa do tratamento a qualquer momento.

    Os processos de internação e as altas devem ser solicitadas no período máximo de 72 (setenta e duas) horas ao Ministério Público, a Defensoria Pública e aos órgãos de fiscalização do governo.

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) determina critérios que os médicos devem realizar durante internação involuntária das pessoas que sofrem de dependência química, ou pessoas com transtornos mentais no geral, constada na legislação do CFM número 2.057/2013.

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  • Processo de prevenção à recaídas no uso de drogas – Materiais de estudos para clinicas de recuperação / reabilitação de dependentes químicos

    Processo de prevenção à recaídas no uso de drogas

    È muito comum que dependentes do álcool e drogas ,quando em tratamento ou ao final deste, sofram recaídas e retomem o uso destas substâncias,por isso é importante conhecermos os fatores que fazem com que isso ocorra.

    Recaídas ocorrem porque, após a desintoxicação,o individuo pode ser novamente exposto a estímulos que lembram os”bons tempos” do uso de drogas ou álcool.

    São amigos, lugares e ,até mesmo, objetos que foram associados ao consumo de drogas e álcool e que podem ativar memórias que aumentam o desejo de consumir as substâncias.

    Os chamados “gatilhos emocionais”, que facilitam a recaída do paciente, ,via de regra, têm origem psicológica e social e, sabemos, para a completa recuperação do dependente,a abstinência é fundamental e requer

    comprometimento absoluto do paciente. Vamos conhecer algumas situações e sentimentos que podem levar a esse quadro e como a família pode atuar em apoio ao usuário no processo de recuperação.

    Prevenção a recaídas durante e pós tratamento de desintoxicação

    Existe uma série de mudanças envolvidas na prevenção a recaídas, durante e pós tratamento, do dependente de drogas e álcool, principalmente no que se refere a mudanças de hábitos ,ambientes, amizades, etc.

    É de suma importância evitar pessoas e situações que levem o individuo ao caminho de volta e cabe a cada paciente , com ajuda especializada, descobrir quais são esses lugares e situações de risco.

    Não é pequeno o número de pacientes que precisam reformular todo seu círculo de amizades, lugares que costumava freqüentar,para evitarem situações emocionais que despertem o desejo das drogas ou álcool.

    Através de terapias adequadas, acompanhamento profissional, a busca por autoconhecimento e autocontrole,o paciente vai aos poucos adquirindo novos hábitos e desenvolvendo uma nova rotina onde o consumo de drogas não

    Está envolvido. Dessa maneira, estabelece novos laços sociais saudáveis e desenvolve interesse em novas atividades.

    Gatilhos emocionais

    É o sofrimento e o descontrole emocionais que levam o paciente a refugiar-se novamente no uso de drogas, desconectando-o do compromisso que assumira consigo mesmo ao aceitar o tratamento.

    A recaída tem início bem antes do ato de consumir a droga/álcool novamente; começa com uma situação que gera a necessidade de anestesiar as emoções e que remetem o paciente a algum tipo de prazer momentâneo.

    Para evitar as recaídas, o paciente em tratamento precisa manter sua mudança de hábitos, identificar as situações de alto risco e aprender a lidar com as dificuldades aumentando a consciência da importância de reabilitar-se.

    O papel da família na prevenção à recaídas nas drogas e álcool

    A prevenção à recaída no consumo de drogas e álcool depende de cada caso, dos gatilhos emocionais do paciente e,sobretudo do suporte e afetivo que o mesmo receba de seus familiares.

    O papel da família é fundamental na prevenção à recaída no uso de drogas e álcool ,pois que pacientes com apoio familiar apresentam melhora mais rápida durante o tratamento ,recuperação e prognóstico.

    Ou seja , o dependente (adicto) tem menores chances de voltar ao vício se puder contar com a compreensão e ajuda de seus familiares e demais pessoas próximas.

    Somente acreditando ter motivos para melhorar e manter-se sóbrio é que o dependente encontra forças para lutar diariamente contra a força avassaladora da adicção. Essa é uma doença grave e sem tratamento e apoio adequados

    dificilmente conseguirá se ajudar sozinho. Se você está buscando maiores informações sobre a prevenção à recaída nas drogas e álcool, entre em contato conosco e teremos muita satisfação em ajudar.

    Tratando a dependência química e alcoólica e possíveis recaídas

    Não existem medicamentos específicos para a cura da dependência química ,mas há o desenvolvimento do controle dos ímpetos de uso e um processo de amadurecimento do dependente sobre o impacto negativo da droga.

    O tratamento dos dependentes de drogas e álcool é uma experiência difícil e muitas vezes é reincidente. Para evitar recaídas o paciente em tratamento precisa manter sua mudança de hábitos e autocontrole.

    Ao retornar à sociedade após a conclusão do tratamento às drogas e álcool, o paciente enfrentará situações de risco em seu dia-a-dia. Para estar preparado e não recair no vício, é fundamental que este paciente atravesse uma fase de

    ressocialização no qual o regresso ao núcleo familiar é acompanhado por
    profissionais. A principal função da ressocialização é propiciar ao paciente a oportunidade de gradativamente lidar com dificuldades por conta própria.

    No entanto,antes de iniciar a etapa de ressocialização, é oferecido ao paciente atividades referentes à prevenção de recaídas. Durante esta etapa do tratamento, a equipe técnica conduz o estudo do caso para melhor resultado.

    Esse processo consiste em gerenciar discussões terapêuticas com o propósito de criar uma situação de risco e avaliar como o paciente enfrentaria essa situação.

    Quando o processo de ressocialização termina ,o paciente segue com o tratamento de manutenção podendo sair da clínica para convívio social e voltar para troca de experiência entre ele, os demais em tratamento e a equipe.

    Buscando fazer com que os pacientes conheçam mais de si mesmos e também a sua doença, esses encontros discutem diversos temas para reforçar o propósito de não retornar ao vicio.

    Combater um vício é compromisso para a vida toda, a ajuda profissional somada ao empenho do paciente e o apoio familiar são fundamentais para um resultado positivo e o menos penoso possível.

    Clínicas de Tratamento

    Tratamentos dependência química / alcoolismo

    • Centro de reabilitação de usuários de álcool
    • Centro de reabilitação de drogas
    • Clínica para recuperação para dependentes alcoólicos
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